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PPR | Mês #2 – Quanto estou a ganhar (ou a perder) com os meus PPR

Escrito por Pedro Andersson

23.12.20

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7 min de leitura

Já pensou em investir num PPR para ganhar dinheiro (e não receber benefícios fiscais)?

Foi o que eu pensei. Não quero os benefícios fiscais. Quero poder levantar este dinheiro quando e como quiser, sem ser penalizado. E quero pagar menos de mais valias quando o levantar.

NOTA: Se quer mesmo receber até 400 euros de dedução fiscal no IRS no ano que vem, tem poucos dias para subscrever um ou vários PPR. Tem até dia 31 de Dezembro. Qualquer PPR serve para isso (até o pior deles todos).

Caso não saiba, ao investir num PPR (mesmo não colocando no IRS) se o resgatar dentro das situações previstas na lei, a partir do primeiro dia, só paga 8% de imposto sobre as mais valias – em vez de 28%.

(Antes de 5 anos) O resgate é possível a 8% nos seguintes casos:

a) Desemprego de longa duração do Participante ou de qualquer um dos membros do agregado familiar (se ocorrido em data posterior à data de cada entrega);
b) Incapacidade permanente para o trabalho do Participante ou de qualquer um dos membros do agregado familiar (se ocorrido em data posterior à data de cada entrega);
c) Doença grave do Participante ou de qualquer um dos membros do agregado familiar (se ocorrido em data posterior à data de cada entrega).

(Depois de 5 anos) Resgate possível a 8% nos seguintes casos:

a) Reforma por velhice;
b) Desemprego de longa duração do Participante ou de qualquer um dos membros do agregado familiar;
c) Incapacidade permanente para o trabalho do Participante ou de qualquer um dos membros do agregado familiar;
d) Doença grave do Participante ou de qualquer um dos membros do agregado familiar;
e) A partir dos 60 anos de idade;
f) Utilização para pagamento de prestações de contratos de crédito garantidos por hipoteca sobre imóvel destinado a habitação própria e permanente do Participante;
g) Frequência ou ingresso do participante ou de qualquer dos membros do seu agregado familiar em curso do ensino profissional ou do ensino superior, quando geradores de despesas no ano respectivo.

Resgatar fora das situações previstas na lei

Se não preencher nenhum dos requisitos mencionados acima – sem ter benefícios fiscais no IRS –  só paga 21,5%, 17,2% acima de 5 anos, ou 8,6% acima de 8 anos.

É sobretudo por causa desta vantagem fiscal que decidi investir parte das minhas poupanças em PPR, sobretudo para os meus filhos menores (8 e 16 anos).

Quanto estou a ganhar com os meus PPR?

Subscrevi, em Novembro de 2020, 4 PPR para que juntos acompanhemos quanto rendem de facto estes produtos de investimento/poupança e de que forma seguem ou não o desempenho das bolsas mundiais. Fiz estes:

PPR Alves Ribeiro (Banco Invest)
PPR Stoik (SGF – Sociedade Gestora de Fundos)
PPR Optimize Agressivo (Optimize)
NB PPR (GNB) Pode subscrever em vários bancos (Activobank, Best, Novo Banco)

Balanço dos meus PPR – Mês #2

PPR Alves Ribeiro (Banco Invest)

Passados praticamente 2 meses, o meu PPR está a crescer 6,13%. Sim, tive a “sorte” de ter subscrito o PPR numa semana em que as bolsas estavam em queda, portanto acabei por ter alguns ganhos substanciais logo nas primeiras semanas, quando elas recuperaram. Como poderá ver mais abaixo, nos PPR que subscrevi depois, os ganhos já foram muito mais pequenos.

Ou seja, com 1.000 euros, ganharia 61 euros brutos se o levantasse hoje. Antes de 1 ano, teria de pagar uma comissão de resgate de 1% ao banco.

Tenho aqui também os PPR dos meus filhos, que reforço todos os meses com o valor que defini. Isto quer dizer que a percentagem de crescimento dos PPR deles será sempre uma média com o crescimento de cada reforço em relação à data em que foi subscrito. Isso irá baixar ou aumentar a média em relação a estes 1.000 euros “originais”.

Todos os meses recebo um e-mail com o balanço do mês anterior. Fica aqui um exemplo só para perceberem como funciona. Partilho isto porque sei que normalmente nos seguros PPR só mandam esta informação uma vez por ano, o que não permite perceber como está a comportar-se o seu PPR e agir em caso de “emergência” e comparar com outros PPR que tenha ou nos quais possa estar interessado.

As contas que vou partilhar convosco será sempre em relação a estes 1.000 euros originais subscritos no início de Novembro de 2020, com o valor de subscrição da unidade de participação nessa data específica. Rendimentos passados não garantem rendimentos futuros, OK?

PPR STOIK

O meu segundo PPR mais rentável está a ser o STOIK, da SGF, uma corretora. Não tenho de abrir nenhuma conta num banco (ao contrário do Alves Ribeiro e do NB PPR).

Foi subscrito exatamente no mesmo dia do Alves Ribeiro, e está a crescer quase o mesmo: 5,5%. A forma como estão constituídos é diferente. Este tem uma percentagem maior de ações do que o AR PPR. A minha expectativa é que a longo prazo cresça mais do que o AR PPR. Vamos ver.

É interessante que uns PPR me fornecem os dados diariamente e outros só alguns dias depois. Estou a habituar-me aos ritmos de informação de cada um.

Se resgatasse o PPR Stoik hoje, teria um “lucro” de 54,94 € bruto (a tributação seria de 21,5%).

PPR Optimize Agressivo

O terceiro PPR foi subscrito numa altura em que as bolsas já tinham recuperado da queda do início de Novembro, por isso naturalmente cresceram menos até hoje.

Mesmo assim  cresceu 1,7%, ou seja, cerca de 25 euros brutos.

NOTA: por ter usado o protocolo da DECO, eles “ofereceram” 5 euros. Estou a incluir esse valor no resultado final.

Este é o PPR com maior percentagem de ações no cabaz. Isto quer dizer que tanto pode disparar, como pode rapidamente entrar em terreno negativo. Daí o nome “Agressivo” na descrição. Esta corretora também tem PPR menos arriscados.

NB PPR

O meu quarto PPR é o NB PPR. Foi o último a ser subscrito e portanto, também é natural que seja o que cresceu menos até ao momento em que escrevo este artigo. Poucos dias depois, estava com um valor negativo, como expliquei num artigo anterior aqui no blogue.

Neste momento, também ele está já positivo. Menos de 1 mês depois está a crescer 0,42%. Feitas as contas, os meus 1.000 euros renderam 6 € brutos.

Este é o PPR em que deposito menos expectativas de crescimento, mas por outro lado se no futuro precisar deste dinheiro numa altura de grave crise financeira (nas bolsas) este será o mais defensivo. Portanto, se precisar de levantar dinheiro em “stress”, será este que perderá menos. Logo, será o primeiro a resgatar com menos prejuízo. É uma espécie de rede nos meus investimentos em PPR.

O gráfico

Para todos estes números terem alguma leitura para si (e para mim) decidi fazer um gráfico em Excel com o comparativo de todos os meus 4 fundos PPR ao longo do tempo.

Acredito que visualizar o crescimento dos PPR com estas linhas vai ajudar a perceber como cada um deles se comporta em tempos de vacas gordas e em tempo de vacas magras.

Já lhe expliquei que não me interessam os Seguros PPR com capital garantido. Quero arriscar ter ganhos maiores em vez de simplesmente garantir o que tenho, com ganhos mínimos.

Mas respeito muito quem opta por produtos com capital garantido. É uma decisão pessoal. Cada um tem o perfil que tem.

Se quer largar as amarras dos produtos com capital garantido, sugiro estes passos:

  1. Fazer um bom Fundo PPR (veja rendimentos e comissões, e defina o seu perfil – defensivo, moderado ou agressivo)
  2. Subscrever ETF
  3. Subscrever Fundos de Investimento
  4. Investir em ações (em plataformas com baixas comissões)
  5. Arriscar em plataformas de crowdfunding
  6. investir em imobiliário (quando perceber no que se está a meter)
  7. Reinvestir os ganhos em novos investimentos


 

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16 Comentários

  1. Magalys Cordeiro

    Olá! Já tenho PPR para efeitos de dedução ao IRS.
    Se fizer um PPR à parte e não o declarar em sede de IRS, posso movimentá-lo em qualquer altura sem penalização?
    Se deixar passar os 8 anos sobre a entrega, a taxa de retenção na fonte sobre os juros será mais baixa?

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Sim. Confirme junto da instituição onde pensa subscrever o “outro” PPR.

      Responder
  2. Marco Lopes

    Continuo na mesma dúvida!

    Subscrever na PIOR altura possível (com bolsas no máximo!) e a semanas ou dias de uma grande correcção (ou diversas correcções!) ou perder o benefício de 350 euros no IRS desde ano…

    hummmmmmm

    Responder
    • Manuel Araújo

      Sim, as bolsas estão nos máximos, e não há problema em estarem nos máximos. De um modo geral, os ativos valiam menos no passado, e espera-se que no futuro valham mais. Logo, aritmeticamente falando, o valor do dia de hoje será o máximo até agora.

      E se atingir um máximo fosse sinónimo de que vem aí uma queda, então isto tava sempre a subir e descer, e não saía do sítio.

      E “a semanas ou dias de uma grande correcção”? E porque não meses? Pode ser mais concreto na data? Os investidores de todo o mundo estão a planear um dia para venderem todas as posições, todos ao mesmo tempo? É que não fui informado de nada.

      Responder
      • Marco Lopes

        Entrar no mercado neste momento é uma péssima ideia.

        Podem ser semanas, podem até ser meses, mas o mercado TEM de corrigir.

        Analise os ciclos bolsistas, veja os gráficos, e perceba que o cenário actual só tem um caminho possível: uma boa correcção.

        (a sua observação é estranha… MUITOS investidores – os grandes – planeiam sempre tudo muito bem! os outros vão atrás… o resto é o mercado a trabalhar, com posições com STOPS a disparar… as quedas são sempre rápidas e violentas… basta ver o que aconteceu este ano)

        Responder
        • Manuel Araújo

          Desde que eu me lembro, que há profetas da desgraça a dizer que não é uma boa altura para investir. Há sempre uma crise, uma bolha, uma instabilidade política ou económica.

          Se eu acho que, no geral, os mercados estão sobrevalorizados? Sim, acho. Aliás, acho que já o estavam antes da pandemia. Se isso é sinónimo de uma correcção? Não. Aliás, eu já ouço falar da correcção desde há cerca de uns 4 anos. Os mercados são ineficientes, e uma eventual correcção tanto pode começar amanhã como daqui a 5 anos. E se for daqui a 5 anos, perdeu-se mais dinheiro à espera do crash do que aquando do crash.

          Mas podemos deixar o tempo decidir quem estava correcto. Eu vou deixar um alerta, e volto a responder a este comentário daqui a 1 ano.

          Responder
  3. Sousa

    Boa tarde! Eu quando subscrevi o PPR Optimize Agressivo disseram-me que este não era abrangido pelo protocolo com a Deco, só os outros. Questionei isso exatamente por não ver nas brochuras deles a inclusão do PPR Agressivo nem na informação da Deco) mas pensei que fosse por esse ter aparecido só em 2018. Afinal ou me passaram mal a informação ou fizeram-lhe uma “atenção”.

    Responder
    • Marco Lopes

      Se quer algo “prático” livre de burocracias, veja os PPR da OPTIMIZE.
      Abre a “conta” (que não é bancária e NÃO afecta uma possível conta de SMB que tenha) em 15 minutos!
      Assina o contrato através do CARTÃO do CIDADÃO, faz a transferência e está feito…
      Só por isso, recomendo! (embora os fundos também não tenham má performance, sinceramente, no caso dos PPR vão quase todos dar ao mesmo… quero ver como se portam os gestores destes fundos em tempo de “crise”!!)

      Responder
  4. Mariana

    Olá Pedro,

    Antes de mais, parabéns pela clareza e simplicidade com que fala destes temas. Já ouvi os seus podcasts sobre o tema e li alguns artigos que, acredito, estão a contribuir para a minha literacia financeira! Ou pelo menos a ganhar mais conhecimento ao nível das finanças pessoais. 🙂

    Eu e o meu namorado queremos fazer um fundo PPR (eu tenho 34 anos e ele 40). A ideia é não “mexer” nesse dinheiro, ir fazendo reforços mensais, no entanto, também não temos em mente os benefícios fiscais. Queremos poder resgatar o valor a qualquer momento sem penalizações.

    A minha primeira ideia foi ir aos nossos bancos (eu tenho conta na CGD, ele no Millenium e temos uma conta conjunta no ActivoBank) mas, tal como falou no podcast, claro que cada um vai apresentar os seus próprios PPRs, que podem não ser os melhores…

    Existe algum sítio ou alguém que me possa orientar ou sugerir (de uma forma imparcial) este ou aquele fundo? Ou isso não existe e estou a pedir demais? 🙂

    Obrigada!

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Comece pelo simulador da Deco. Depois o site da apfipp

      Responder
  5. Vera Ricardo

    Olá Pedro! Sou leitora assídua do seu blog e redes. Aprecio muito a sua transparência e praticabilidade.
    Na leitura dos artigos referentes a estes assunto adoro não ter ficado muito esclarecida relativamente às comissões associadas tanto nos PPR como nos ETF. A análise apresentada já contempla os custos de manutenção de alguma forma? Em q moldes é cobrado esse custo? Poderia dar um exemplo prático, por favor?
    Muito obrigada e excelente trabalho!

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Quando digo/vejo que cresceu 4% já descontaram as comissões de gestão. Se a comissão for de 0,8% quer dizer que na realidade cresceu 4,8%. Se estiver negativo -0,8%, é porque na realidade está a render zero. Era essa a sua dúvida? Deve sempre confirmar com o gestor de conta se é mesmo assim com o PPR ou ETF que escolher. Cada um tem as suas regras ou comissões adicionais (sobre resultados excecionais por exemplo). Um dos meus PPR tem uma comissão de 10% se conseguirem acima de um determinado valor. Desde que isso seja claro não vejo problema 🙂

      Responder
      • Vera Ricardo

        Olá Pedro! Era mesmo isso q queria perceber. Obrigada!

        Responder
  6. Manuel Esteves

    Olá Pedro,

    Estou a seguir com muita atenção e expectativa esta sua rubrica sobre os PPR e a descobrir que não servem apenas para poupar para a reforma, que é aquilo que grande parte de nós acaba por pensar.
    Descobri entretanto na net um Guia de PPRs que achei interessante partilhar e que não sei se conhece:

    https://blog.big.pt/artigos/guia-o-que-deve-saber-sobre-planos-poupan%C3%A7a-reforma/

    Como falou num dos seus artigos que era cliente do BiG acabei por andar a pesquisar sobre o banco e encontrei entre outras coisas este artigo.

    Obrigado pelo serviço publico que nos presta.

    Responder

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