Painel solar fotovoltaico – Balanço de Dezembro de 2020 (mês 49)

Escrito por Pedro Andersson

02.01.21

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6 min de leitura

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Balanço do mês de Dezembro de 2020

Dezembro foi o pior mês do ano. Tal como tem acontecido todos os anos, novembro, dezembro e janeiro são péssimos quanto à produção de eletricidade com o meu painel solar fotovoltaico. Isto não tem nada de mal ou de errado. É mesmo assim. É uma questão puramente climatérica.

E assim chegámos a 4 anos de balanço. Neste preciso momento cheguei teoricamente a metade do período de amortização do painel solar. Levando em conta o desperdício para a rede, prevejo que a partir de 2026 passarei a ter “lucro”. 

 O meu painel solar produziu em Dezembro pouco menos de 19 kWh, o equivalente a 3,19 € na minha fatura de eletricidade.

Para vos dizer a verdade já nem me lembro dos 620 euros que investi em 2016. Se os tivesse deixado na conta à ordem, provavelmente tê-los-ia gasto em outra coisa qualquer e já nem me lembraria em quê. Considero isto mais um investimento a longo prazo.

NOTA PERMANENTE: Como já sei que muitas pessoas vão perguntar, comprar baterias (mais 6 painéis para ser suficiente para carregar as baterias) custar-me-ia cerca de 5 mil euros. Eu não tenho esse orçamento e demoraria décadas a recuperar o investimento. Assim, o “acordo” com a E-Redes (como se chama agora a EDP Distribuição) é consumir em tempo real o que o painel fotovoltaico produz e o que não consumir é oferecido para a E-Redes vender aos outros consumidores. Essa opção é boa para soluções “off-grid”, ou seja em locais isolados sem acesso a eletricidade da rede.

Os números de Dezembro de 2020

Tem aqui o gráfico da produção do painel ao longo dos meses mais recentes. Para quem está aqui pela primeira vez, ou recentemente, quero relembrar que o painel solar instala-se no telhado (aparafusa-se), aponta para sul e a tomada que sai do painel liga a uma tomada normal em sua casa (no meu caso é na tomada da arrecadação junto ao telhado, uma vez que moro num andar a meio do prédio). Sempre que há sol ele produz eletricidade. É como se fosse um frigorífico, só que em vez de gastar eletricidade, injeta eletricidade em minha casa.

A sua casa consome sempre primeiro a energia do painel. Portanto, se ele produzir o suficiente para o frigorífico e uma ou duas luzes ligadas, não vai buscar nada à “EDP”. É eletricidade de “graça”. Só tem de levar em conta o investimento. 

Tem a seguir o gráfico que mostra os dias. Como pode ver, em Dezembro os dias têm sido muito fraquitos. Perfeitamente normal.

As contas

O que o painel fotovoltaico de 250 W produziu em Dezembro representou 3,19 € de poupança na minha fatura da luz, se tivesse consumido tudo o que o painel produziu no mês passado. 

Aproveito para lhe recordar este artigo sobre como os vendedores podem tentar fazer com que compre mais painéis do que aqueles que precisa.

Neste momento o meu desafio é juntar todas estas formas de poupança diferentes para deixar de pagar eletricidade durante muitos anos. Explico neste artigo como estou a planear passar a ter faturas de eletricidade quase a zero. Ainda não consegui, mas vou no bom caminho.

Se tivesse consumido tudo o que o painel produziu teria já poupado até agora 315,36 €. O retorno do investimento continua nos 8 anos. Pelo preço dos painéis hoje, já estaria pago. O meu foi barato na altura, mas caro para os dias de hoje (tudo ficou-me em 620 euros, com instalação e material extra).

No gráfico abaixo tem a produção total do painel em kWh. Não é influenciado pelo preço que pago pela eletricidade. Este gráfico é importante porque a poupança em dinheiro é uma coisa, mas a eletricidade que ele produz é outra. Eu posso produzir mais eletricidade, mas se o preço da eletricidade baixar, a minha poupança vai ser igual ou inferior. Assim consigo comparar as duas coisas.

Compensa comprar um painel solar?

Como não consumo tudo o que o painel produz, com o aparelho de medição de consumos que tenho instalado e que mede a exportação de eletricidade, sei que em Dezembro “desperdicei” exatamente 0,75%. Ou seja, nem a 1% chegou. Gastei em tempo real praticamente tudo o que o painel produziu. 

As barras são a quantidade de eletricidade que desperdiço para a rede. Se não gastar aquela eletricidade no segundo em que é produzida vai para a “EDP”/E-Redes vender a si. E eu não ganho nada com isso.

Aqui tem o meu desperdício por mês. Como pode verificar, Agosto por ser mês de férias e com a casa mais vazia, o desperdício foi quase de 25%. Nos meses normais, com apenas um painel, tenho um desperdício de 5% e agora superior a 10% porque o painel produz menos. Agora imagine alguém que tem 4 ou 6 painéis (por indicação da empresa instaladora)  a quantidade de desperdício que tem, pensando que está a poupar.

Feitas as contas, dei à rede em Dezembro 0,025 € (que não poupei). Não me parece ser muito relevante.

É por estas contas que deve avaliar bem se precisa mesmo mais do que um painel solar. Um, pode e deve ter de certeza, diria. Dois ou mais, só os deve instalar se tiver a certeza de que tem gente ou equipamentos elétricos suficientes para gastarem a energia que vai estar a produzir.

Assim, o retorno real (o chamado break even) continua pelas minhas contas perto dos 10 anos (reais). Depois de passado esse tempo, o painel estará pago e terei pelo menos mais 15 anos de “lucro”. Veremos se é assim. Mensalmente continuarei a fazer aqui o balanço para o ajudar a avaliar se deve ou não comprar um (ou vários) painéis solares.


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22 Comentários

  1. André

    Olá Pedro.

    Antes de mais, cumprimentá-lo por esta iniciativa e acompanhamento deste projeto com todos os interessados, como eu. Todos os meses tento acompanhar a evolução da produção e poupanças e, findo mais um ano, apercebi-me pelo gráfico da produção que esta tem vindo a decrescer ligeiramente a cada ano (algo normal e expectável para um painel fotovoltaico, uma vez que o rendimento é afetado pelo passar do tempo). Pedia, nesse sentido, se possível, que nos indicasse a variação de produção de ano a ano, para realmente termos uma ideia de quanto é que a produção cai (em termos médios). Tenho ideia que anda à volta dos -0,5% por ano.
    Obrigado, e aproveito para desejar um excelente 2021 e boas poupanças.
    Abraço

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá André. Não consigo fazer isso porque -salvo outra opinião – a produção depende do clima e do painel. O painel pode estar óptimo mas ter havido mais nuvens. Como distingo? Não sei. A minha conta é pelo.pico do ano. Se o pico se mantém mais ou menos igual é porque o painel aí da não perdeu capacidade de “receber” a energia. Aceito sugestões de análise 🙂

      Responder
  2. Nuno N

    Boa noite e um bom 2021.
    Depreendi que o seu painel está instalado num apartamento. Será que para uma moradia já pode justificar-se começar com 2 paineis?
    Já agora, têm cuidado em casa em utilizar, p.e., maquina da roupa ou louça em momento que o painel está a produzir, ou não têm esse cuidado.
    Finalmente, onde consume a maioria da sua eletricidade? Isto porque eu tenho portão elétrico, estores eletricos, luz exterior, aquecimento eletrico, fogão eletrico, etc. Claro que algum deste meu consumo é em horas não produtivas.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. O critério não é ser moradia ou não. É ter consumos correspondentes à produção em horas de sol. Não tenho esse cuidado porque consumo praticamente tudo o que produzo. se tivesse mais painéis faria isso. Abraço.

      Responder
  3. José Guerreiro

    Antes de mais um agradecimento pelo estudo e exposicao dos consumos e producao de energia do painel. Estou a ponderar adquirir uns quantos, provavelmente 4, no entanto, e posso estar a fazer mal as contas, fico apreensivo com o custo mensal de cada painel, ao adquirir a EDP, o preco mensal de cada painel e de 12euros, olhando para o grafico de producao que gentilmente partilhou, na melhor das hipoteses, produz 47Kwh/mes, tendo em conta o custo kwh 0.1511(tarifario simples), cada painel e na melhor das hipoteses da-me um prejuizo mensal de 5e pelo menos ate paga-lo?
    Pelo que vejo so se o painel produzisse sempre 80KWh por mes e que estaria a pagar-se a ele…Ou estou a fazer mal as contas?

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Peça vários orçamentos antes de avançar. Vai ter preços muito diferentes. Pesquise muito antes.

      Responder
  4. Joao Alves

    Falei com uma pessoa que vive num apartamento no último andar e há cerca de 8 anos instalou 18 painéis fotovoltaicos no terraço. Não tem baterias para acumular energia, mas que todo o excesso é vendido à EDP, de acordo com contrato com este fornecedor. Porque é que, no caso do seu painel, não pode vender o que não consome?

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Porque a lei mudou entretanto. Foi um excelente negócio na altura.

      Responder
  5. Marco Afonso

    Boa Tarde,

    Gostaria de saber se ao longo dos anos tem tido algum tipo de manutenção ou se está previsto ter.
    Nesse caso, esses custos estão a ser contabilizados e adicionados ao custo inicial do painel?

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Não está prevista nenhuma manutenção. Vou lá uma vez por ano limpar a poeira acumulada.

      Responder
  6. Nuno

    Bom dia e bom 2021.
    Muitos parabéns pela iniciativa.
    Suponho que continue a acompanhar os preços dos painéis/instalação actuais. É que diz que 620€ (com instalação e material extra) é caro para os dias de hoje. Contudo dos preços que tenho consultado, o mínimo que consegui foi cerca de 750€. Seria possível dar algumas referências dos instaladores que tenha conhecimento com preços mais acessíveis?

    Obrigado

    Responder
  7. Nelson

    Olá André, uma questão. O André tem tudo elétrico em casa? Pergunto pois já pensei em colocar um painel, agora ando a pensar em 4, tenho tudo elétrico e baseando me nos seus dados com 4 apesar de haver horas em que não há pessoas em casa, talvez conseguisse tirar mais partido como por exemplo programando ar condicionado para ir logo aquecendo ou refrescar a casa, através de app, ligar o termoaculador, programar máquina de lavar e secar.

    Responder
    • André

      Não sei se a pergunta é para mim, mas com todo o gosto respondo. Eu não tenho solar fotovoltaico em casa.
      De qualquer maneira, como tenho algum conhecimento na área estou à vontade para dar a minha opinião. Quatro painéis penso ser exagerado, mesmo fazendo essa gestão de ligar equipamentos como termoacumulador, ar condicionado, etc em horas em que ninguém está em casa. É exagerado porque haverá sempre momentos em que o que produzir vai ser injetado na rede sem vantagem nenhuma para si (especialmente durante a semana). O melhor é sempre pôr um ou dois (mesmo dois pode ser exagerado) painéis porque sabe sempre que o que produz é autoconsumido (em frigorificos, arcas, equipamentos standby, etc). Já para não falar que o investimento é claramente inferior.
      Claro que pode pôr os 4 painéis mas tenho quase a certeza que vai estar a injetar bastante energia na rede “de borla”. Basta aqui ver no que o painel do Pedro injeta nos dias que ninguém está em casa. É possível fazer esse exercício.
      Abraço, e boa sorte!

      Responder
      • Nelson

        Boa noite, realmente atrapalhei me aqui com os nomes hehe.
        Mas obrigado, vou ver entre um e dois, mas primeiro vou instalar um “sistema” eot, já andei a ver por alto, acho que me vai ajudar bastante a perceber o que poderá ser melhor.

        Responder
  8. José Ramalho

    Boa tarde Pedro Andersson, antes de mais os meus agradecimentos por disponibilizar esta informação tão interessante sobre um assunto que atrai as atenções de cada vez mais portugueses. Envio este comentário para apresentar e pôr à sua consideração uns cálculos que fiz com base nos seus dados de produção de energia fotovoltaica, e que me surpreenderam. Concretamente, fui ver qual a produção média por hora diurna (isto é, hora entre o nascer e o pôr do sol). Assim, tomando por exemplo o mês de Julho, a sua produção mensal foi de 46,495 kwh; como em Julho há 31 dias e cerca de 14 horas diurnas por dia em Portugal, temos um total de 434 horas diurnas, pelo que a produção média por hora diurna em Julho foi cerca de 107w, ou seja, apenas 43% da capacidade do painel (250w). Fazendo o mesmo exercício para Janeiro (produção mensal de 19,874 kwh, 31 dias, 10 horas diurnas por dia), a sua produção média por hora diurna foi cerca de 64w, ou seja, aproximadamente 25% da capacidade do painel. Naturalmente, estes resultados refletem numerosos fatores, em particular relacionados com o clima (número de horas de insolação efetiva por dia, nebulosidade, intensidade da insolação, etc) e com o painel (localização, orientação, qualidade e eficiência, estado, etc), mas penso que são significativos para avaliar a eficiência real dum painel solar. As pessoas poderão ser levadas a pensar que um painel de 250w tenderá a produzir 250w por hora diurna, mas em média, considerando todos os fatores que afetam a produção, o que os seus dados mostram é que a produção por hora diurna poderá ser menos de metade desse valor, no Verão, e cerca de um quarto, no Inverno. Isto, obviamente, se estes cálculos estiverem corretos! Mais uma vez obrigado por partilhar a sua experiência com a produção de energia solar real.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Achei muito interessante o seu comentário porque foi assim que começou a minha “curiosidade” :). Não se esqueça que o painel produz conforme a intensidade do sol. Ou seja, quando o sol nasce não produz logo 250 w. Começa com 1 w quando aparece o primeiro raio de sol, depois 2, depois 3, depois 4 e assim sucessivamente. A produção “perfeita é um semi-circulo. Depois da uma da tarde começa a descer até ao zero até ao último raio de sol no horizonte até ao dia seguinte. Espero ter respondido à sua questão.

      Responder
  9. José Ramalho

    Obrigado pelos comentários e pelo artigo que me indicou. A enorme diferença na produção ao longo do dia mostra como, para tirar o máximo partido do painel, é essencial procurar concentrar a utilização dos aparelhos mais gastadores de energia nas horas de maior produção. O Pedro Andersson tem dados sobre a produção horária ao longo do dia em, digamos, um dia típico de Verão (Julho, por exemplo) e um dia típico de Inverno (Janeiro, por exemplo), para eu poder fazer uns ensaios sobre o número de painéis adequados no meu caso ? Obrigado

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Sim. Já fiz muitos artigos com esses gráficos ao longo destes 4 anos. Mas não me lembro em que mês. Se encontrar mando.

      Responder
    • Pedro Andersson

      O “truque” é exatamente esse :). Não tem mais ciência nenhuma!

      Responder
  10. Pedro Antunes

    Caro Pedro Andersson,

    Com as entregas de IRS “á porta”, tenho uma questão, que por mais pesquisas tenha efetuado não encontro, relativo ao OE 2020 que previa e passo a indicar;

    “Artigo 333.º
    Autorização legislativa no âmbito do IRS
    1 – Fica o Governo autorizado a criar deduções ambientais que incidam sobre as aquisições de unidades de produção renovável para autoconsumo, bem como de bombas de calor com classe energética A ou superior, desde que afetas a utilização pessoal, para efeitos de, respetivamente, promoção e disseminação da produção descentralizada de energia a partir de fontes renováveis de energia e comunidades de energia e o fomento de equipamentos mais eficientes.
    2 – O sentido e a extensão da autorização legislativa prevista no número anterior consistem em permitir a dedução à coleta do IRS de cada sujeito passivo, num montante correspondente a uma parte do valor suportado a título daquelas despesas e que constem de faturas que titulem aquisições de bens e serviços a entidades com a classificação das atividades económicas apropriada, com o limite global máximo de 1000 (euro).
    3 – A presente autorização legislativa tem a duração do ano económico a que respeita a presente lei.”

    Ora, visto eu ter investido em Maio de 2020 em 4 painéis fotovoltaicos + Inversor, pretendia obter informações sobre as dedução á coleta desta questão.

    Um abraço.
    Atentamente,
    Pedro Antunes

    Responder
    • Carlos Landeiro

      Também gostava de saber sobre os benefícios em IRS dos painéis fotovoltaicos . Agradeço a sua colaboração sempre fantástica Sr Pedro Andersson.
      Obrigado
      Carlos Landeiro

      Responder

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  1. Paineis solares GALP vs EDP vs outros - Quais são mais baratos? - […] acompanha este blogue sabe que mensalmente faço o balanço da produção do meu painel solar fotovoltaico (que produz eletricidade)…

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