PPR | Fiz pela primeira vez na minha vida um PPR como investimento

Escrito por Pedro Andersson

27.11.20

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14 min de leitura

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Um PPR para investir a longo prazo (sem colocar no IRS)?

Bem, na verdade fiz 4 PPR. Um para mim, um para a minha mulher e um PPR para cada um dos meus filhos (com 8 e 16 anos). Fui buscar esse dinheiro às minhas poupanças em outros produtos que estavam a render menos do que eu gostaria e vou testar o investimento em PPR. Pode correr bem, pode correr muito bem, pode correr mais ou menos ou pode correr mal ou muito mal. Confuso?

Já vos falei sobre o fantástico produto financeiro que é o PPR, desde que seja muito bem escolhido. Se tiver curiosidade, pode ler ou reler estes artigos:

Como escolher um bom PPR

YOUTUBE – É uma boa altura para fazer um PPR?

Chegou a hora de investir

Decidi passar das palavras aos atos. Aliás, decidir e fazer é a única coisa que separa quem tem resultados e quem não tem. Lá dizia o Einstein que “Loucura é fazer sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”.

Sei que a fiscalidade no resgate dos PPR é muito, mas muito melhor do que qualquer outro produto financeiro. E sei que não serei penalizado em nada pelo fisco se nunca colocar estes PPR no IRS. E sei que historicamente crescem muito mais do que os clássicos depósitos a prazo, Certificados de aforro e Certificados do Tesouro.

Sei também que tenho o meu Fundo de Emergência numa conta à ordem (e que devia colocar uma parte dele pelo menos a render alguma coisa, mesmo que miserável). Ainda não o fiz, porque aquilo que estou a pensar fazer dá muito trabalho e não tenho tido tempo. Fica para outro artigo.

Podia continuar a investir em Fundos de Investimento – e vou continuar a fazê-lo – mas no caso dos meus filhos e pensando a muito longo prazo (mais de 10 anos) acredito que um bom PPR será a melhor opção pela questão fiscal. E como são geridos por profissionais, acredito que o dinheiro deles estará em melhores mãos do que nas minhas.

Como os PPR também têm obrigações parecem-me ser mais “seguros” do que confiar exclusivamente na volatilidade das bolsas. Eu sozinho não tenho “arcaboiço” para comprar obrigações. Os custos de aquisição e manutenção são muito grandes para mim. Assim, acredito, tenho o melhor de dois mundos.

Fiz 3 PPR em bancos/corretoras diferentes

Por curiosidade profissional e pessoal, em vez de fazer um PPR e meter lá todo o dinheiro que tinha reservado para isso, decidi dividir os montantes que tinha por 3 PPR diferentes.

NOTA: Vou dizer onde os fiz mas não é de forma alguma publicidade. Tento fazer isto com a máxima clareza e transparência. Isso envolve dizer os nomes das coisas e não tenho nenhum problema com isso. Espero que vocês também não. Vocês investigarão por vocês o que acharem que é melhor. Está tudo à distância de um Google.

A minha primeira opção (influenciado pela publicidade ou não) foi fazer o PPR no sitio que quase todos dizem (sobretudo a DECO) que tem sido o melhor Fundo PPR ao longo dos últimas décadas, o PPR Alves Ribeiro, no Banco Invest. Pelo que investiguei há condições diferentes para os clientes normais e (mais vantajosas) para os sócios da DECO. Fiz um PPR lá em nome de cada um dos meus dois filhos e para a minha mulher.

Tinha previsto fazer lá um também para mim, mas pensei: E se fizesse um diferente para mim só para comparar e ver se há PPR “melhor” ou com características diferentes com comportamentos diferentes perante as mesmas situações mundiais?

Assim, diversifico o risco. Se o Alves Ribeiro vier por aí abaixo numa crise talvez o meu outro PPR da concorrência se aguente melhor e se precisar resgatar o dinheiro por algum motivo urgente resgato o que estiver a perder menos, pensei.

Como sabem, podem fazer PPR em bancos, seguradoras e corretoras. Seguradoras não quero porque os seguros PPR não me entusiasmam particularmente. Para o meu perfil, crescem muito pouco e ainda tenho algum tempo para arriscar (10 anos). No caso dos meus filhos, nem se fala. Fazer um Seguro PPR seria só uma perda de tempo e de oportunidades.

E como não quero abrir ainda mais contas em mais bancos (tenho contas em 10 bancos, mas só pago comissão de manutenção de conta em um) optei por fazer os meus outros PPR em duas corretoras.

Em reportagem, encontrei um especialista que foi responsável pela criação de um dos fundos de investimento portugueses mais rentáveis dos últimos anos, que decidiu criar o seu próprio PPR. Ele convenceu-me a subscrever um dos PPR que ele gere. E assim subscrevi o PPR Stoik da SGF (Sociedade de Gestão de Fundos). Tem características diferentes do Alves Ribeiro, com mais ações, e ele explicou-me que em tempos de crescimento económico deverá crescer mais do que o Alves Ribeiro. Portanto agora, em queda, é uma boa altura para o subscrever. Decidi arriscar.

Mas pensei cá para comigo: Seria interessante comparar com o comportamento de um PPR mais “agressivo”, para ter realmente a noção dos resultados que um PPR pode dar-nos em tempos de crise e mais tarde – esperamos nós – em tempo de recuperação económica.

Mais uma vez, recorri aos meus conhecimentos obtidos (é o que tenho, não é por nenhum interesse particular) durante as reportagens e cheguei ao PPR Agressivo de outra corretora, a Optimize (por mero acaso também tem parceria com a DECO). Chega a ter 100% ou quase de exposição a ações. Ou seja, tanto posso perder muito, como ganhar muito. Mas eles têm PPR para todos os “gostos”, dos defensivos aos moderados.

Neste momento, já subscrevi todos os PPR de que vos falei. Demorei a escrever e publicar este artigo porque demora sempre alguns dias até confirmarem todos os documentos, a fazer a transferência do dinheiro e a receber os user names e passwords para ir vendo os valores todos os dias e assim por diante.

É minha intenção, assim que tiver dinheiro novo disponível, fazer ainda um quarto PPR, assim que perceber como funcionam estes 3 PPR. Ainda não sei onde. Aceito sugestões.

Mais uma vez relembro que não quero que fique com a ideia de que sou um ricaço que anda a espalhar dinheiro aos 4 ventos. Estou a fazer testes com valores modestos. Por exemplo, num destes PPR podem começar com 20 euros. Levando isto ao extremo, posso ter 10 PPR com 100 euros cada um a começarem todos no mesmo dia ou no mesmo mês e ao fim de 6 meses ou um ano ao ver qual me parece mais “interessante”, transferir todos os outros 9 para aquele que considero ser o melhor.

Recordo que estou a fazer isto com o MEU dinheiro. Não é uma experiência virtual ou teórica. É minha intenção partilhar convosco mensalmente como está a correr este investimento em PPR, tal como tenho feito com os meus Fundos de Investimento e o meu painel solar.

Isto – como já percebeu – é muito diferente de ter um PPR que nos foi “impingido” pelo nosso banco para baixar o spread e que não está a render nada. O que deve pensar é que o seu dinheiro num mau PPR está a ganhar dinheiro mas o “lucro” está a ir para as comissões do banco e não para si. A si pagam-lhe uma miséria, quando colocado nos PPR “certos” estaria a ganhar muito mais com o seu dinheiro.

Acho importante fazer isto para a nossa literacia financeira. Como expliquei, nunca na minha vida fiz um PPR. É a primeira vez. Estou curioso para perceber se é realmente assim tão bom como nos vendem. Será o “teste do algodão”.

Falarei das dificuldades técnicas (ou não) da subscrição, das comissões escondidas ou não, se estou a ganhar ou a perder dinheiro e quais são as minhas expectativas financeiras a cada momento.

Dir-vos-ei  se estou arrependido ou não, ou se vou mudar de estratégia ao longo do tempo. Daqui a alguns meses, poderei por exemplo chegar à conclusão de que fazer 3 ou 4 PPR diferentes é um disparate. Não sei. Mas só saberei se experimentar.

A minha principal descoberta ao longo destes últimos 2 anos é que se nunca iniciarmos uma viagem, nunca sairemos do sítio onde estamos. E estou a diversificar bastante. Neste momento tenho contas à ordem, nenhum depósito a prazo, PPR, Fundos de Investimento, ações, ETF, plataformas de crowdfunding e, para já, chega.

Até agora – e pode ser sorte de principiante – ainda não perdi dinheiro em nenhuma destas ferramentas financeiras. Mas isso deve-se apenas ao facto de nunca ter vendido nada enquanto estive a perder. E já estive a perder bastante em várias situações. Isso deve-se ao “segredo” de nunca investir dinheiro de que posso vir a precisar no futuro próximo. Assim, posso dar-me ao luxo de esperar que recuperem.

Atenção que haverá casos em que essas perdas serão irrecuperáveis. No meu caso ainda não aconteceu, mas vai acontecer. É inevitável. É apenas uma questão de tempo. Aí espero que os ganhos nas outras compensem essas perdas eventuais.

Por exemplo, se comprar ações de uma empresa que está agora na “mó de cima”, pode acontecer alguma coisa que a faça descambar por aí abaixo e durante anos estar com valores negativos. Escreverei um artigo só a falar dessa situação para que não pense que são tudo rosas.

Por exemplo, o Warren Buffet (um dos maiores investidores na Bolsa) assim que percebeu o que vinha aí com a pandemia vendeu tudo o que tinha em ações das companhias aéreas PERDENDO DINHEIRO. Perdeu milhões de euros. Mas pelo menos ficou descansado durante todos estes anos que pode demorar o mercado da aviação a recuperar. Ele lá fez as contas dele e decidiu que não valia a pena esperar. Deu aquele dinheiro por perdido e resolveu tentar compensar essas perdas com o resto que investiu “em saldos” noutras áreas de negócio. Não tarda nada recuperou esse dinheiro. Às vezes temos de dar o dinheiro por perdido. É preciso ter essa noção desde o princípio para não se sentir enganado ou frustrado. Investir significa ganhar e perder. E na média, ganhar. O objetivo é esse. Se fosse só ganhar, já estávamos todos ricos.

Daí, estar agora a “apostar” nos PPR, parecem-me ser menos rentáveis mas são menos voláteis (resistem melhor às crises).

E se os bancos ou corretoras falirem?

Há outra questão importante que muitos perguntam. Então e se uma destas corretoras ou bancos falirem?

Como já sei que vão perguntar, fiz essa pergunta antecipadamente (que é o que devemos fazer sempre que investimos em qualquer produto financeiro) a cada uma das entidades onde fiz os meus PPR: “O que é que acontece ao meu dinheiro se vocês falirem?”.

Ninguém estranhou e é uma das perguntas mais vezes feitas pelos clientes. É perfeitamente normal.

Em primeiro lugar deve perceber que subscrever um Fundo PPR (não estamos a falar de Seguros PPR, OK?), mesmo que seja através de um banco, não está garantido pelo Fundo de Garantia de Depósitos (que garante depósitos a prazo até 100 mil euros por pessoa e por banco). Porquê? Porque são fundos de investimento e não depósitos a prazo ou à ordem.

PPR Alves Ribeiro

O PPR Alves Ribeiro é subscrito através do Banco Invest. O que me explicaram é que se o banco por alguma razão deixar de existir isso não vai afetar de nenhuma maneira o dinheiro que eu tiver no PPR. O banco só serve de mediador. O que acontece nestas situações é que a entidade “custodiante” passa a ser outra. Por outras palavras, o regulador nomeia uma entidade (que será decidida na altura) que vai passar a ser o seu contacto para continuar a subscrever ou resgatar o seu PPR que poderá mudar de nome ou não. Os ativos que deram origem àquele PPR continuam a existir independentemente do banco estar a funcionar ou não. Isso deixou-me descansado.

Há uma exceção: Se eu tiver feito o pedido de resgate ANTES do banco falir, as transações de liquidação são garantidas pela CMVM até 25 mil euros, pelo Sistema de Indemnização aos Investidores.

Portanto, na pior das hipóteses, o seu PPR passa a ser gerido por outra entidade.

PPR Optimize

É exatamente a mesma situação anterior, ou seja, os PPR são fundos de investimento geridos por profissionais e com as características definidas pela legislação. Já sabe que paga uma comissão de gestão às entidades (corretoras e gestores de fundos) para que eles se esforcem para ganhar o máximo possível com o dinheiro que vai colocando no seu PPR ao longo do tempo.

No caso da Optimize, que não é um banco, também me descansaram explicando que se deixarem de existir, os fundos de investimento, obrigações, ações continuam a existir como patrimónios autónomos. Esses não desaparecem. Novamente é a CMVM que vai nomear outra entidade gestora para esses produtos. Não ficam “órfãos”. São “adotados” por outra família que continua a cuidar deles.

Claro que mantém as unidades de participação, mas sempre ao valor que elas tiverem na altura (não é o valor que é garantido). Portanto, deve ficar muito claro que no caso de bancos e corretoras falirem é muito provável que o valor que lá tenha investido também desça a pique, caso as ações e obrigações desses próprios bancos façam parte dos fundos (como bem se lembram isso aconteceu em Portugal). Garanti que isso não acontece neste PPR.

PPR SGF Stoik

No caso deste PPR que também subscrevi, é diferente. Não é um fundo de investimento, mas sim um Fundo de pensões. É muito parecido, mas tem diferenças formais. São regulados não pela CMVM, mas sim pela ASF (Autoridade para as Seguradoras e Fundos de Pensões).

Por exemplo, no caso deste PPR, as ações são geridas através de um banco, tem incluído um Fundo de Investimento gerido por outro banco português e tem várias ações conhecidas como a Apple ou a Nestlé. Tem todas essas informações na documentação de cada PPR, se se der ao trabalho de ler tudo com afinco.

Se houver um problema com esta gestora de fundos (a SGF), a ASF nomeia uma outra entidade para continuar a gerir o PPR até outra solução definitiva.

Em resumo, o meu receio era que, caso a entidade onde subscrevi o PPR desaparecesse, eu perdesse todo o meu dinheiro. Pelo que entendi, não é o caso. Tire todas as suas dúvidas antes de subscrever um PPR, seja onde for.

Os meus PPR

Em resumo, se quiser ter a amabilidade de ler os futuros artigos sobre os meus PPR espero que use esta informação de duas maneiras:

  1. para perceber – se ainda não tem um PPR – o que pode ganhar (ou perder) se investir em Fundos PPR
  2. para comparar – se já tem um PPR – os meus rendimentos com os rendimentos do seu PPR. Se me disser que o seu PPR rende mais do que os meus eu quererei transferir os meus para o seu; se você perceber que há PPR que rendem mais do que o seu, pode transferir o que tem para um que aparentemente rende mais, sendo que tem de perceber que o passado não garante o futuro.

Se continuar a fazer questão de ter um PPR com capital garantido é só fazer um seguro PPR numa seguradora. Já sabe que não perde dinheiro, mas não ganhará tanto como pode ganhar num fundo PPR.

Com esta minha “experiência”, poderá saber em tempo real quanto é que está a perder ou a ganhar em comparação com as minhas escolhas.

Mais uma vez devo sublinhar que são as minhas escolhas. Não são as escolhas do mercado, nem dos especialistas, e como não recebo comissões de ninguém estou a fazer isto com TODA a liberdade e isenção. Se estiver a fazer opções erradas, são as minhas opções. E até agradeço que me corrijam e me dêem melhores opções.

À medida que o tempo passa, fico cada vez mais convencido de que juntos fazemos muito melhores decisões. Partilhar conhecimento é extremamente importante. Ninguém nasceu ensinado, certo?

Vamos aprender juntos.

Acompanham-me nesta aventura? Que dúvidas têm sobre PPR? O que gostariam de saber para eu perguntar a quem sabe?

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123 Comentários

  1. Alex

    Boas opcoes!! Curiosamente tb tenho esses 3 PPR com objectivos diferentes! Sugiro tb o fundo ppr vintage que apos 3 anos da subscricao o capital investido é garantido na data de aniversario!! Boa rentabilidade vs risco!!

    Responder
    • Marco Lopes

      Não é uma boa altura para entrar… boa altura seria no auge da queda devido ao pânico dos mercados no inicio da pandemia…

      Responder
      • jota

        Marco, se vai esperar pelas quedas pode ficar uns valentes anos a olhar para o teto. Não concordo com essa estratégia.

        Responder
      • Alexandra

        Sugiro analisar o PPR Save & Grow da Casa dos Investimentos.

        Responder
    • Joaquim de Almeida

      Olá Sr. Pedro Andersson,

      Quando fez o PPR Alves Ribeiro, eles exigiram-lhe o “Questionário de Risco, Conhecimentos e Experiência”, é que agora em 2024 eles estão e exigir!

      Obrigado
      Cumprimentos.

      Responder
  2. Miguel gonçalves

    Olá,

    Gostaria de perceber “E sei que não serei penalizado em nada pelo fisco se nunca colocar estes PPR no IRS”
    É possível não declarar, não existe benefício fiscal em declarar?

    Obrigado

    Responder
    • Pedro Andersson

      Sim, mas se levantar o dinheiro tem de devolver com multa.

      Responder
      • Susana

        Mas a declaração é opcional? Pelo que percebi os reforços sim mas o valor inicial somos obrigados a declarar ou também é opcional? Obrigada

        Responder
        • Tiago A. Silva

          Olá, a dedução aparece automáticamente oreenchida na declaração de IRS. Por defeito o contribuinte aceita a sua dedução, se não quiser a dedução tem que remover o PPR do anexo H. Como dito acima pelo pedro, se deduzir depois tem que devolver os benefícios fiscais + 10% desse benefício, se não deduzir poderá levantá-lo a qualquer momento sem penalização e com fiscalidade melhor do que os 28% dos depósitos a prazo. Pessoalmente faço as contas, se no IRS tiver o reembolso máximo sem PPR não declarado e deduzo, se precisar dele para maximizar o reembolso, delcaro e deduzo.

          Responder
          • Carla Ramos

            Olá! Esse valor declarado pode ser parcial? Obrigada.

          • Pedro Andersson

            Olá. Talvez, mas eu não arriscaria. Preferiria fazer outro PPR para isso. Assim não há confusões com as Finanças.

    • Armando Simões

      Sr Pedro Andersson
      Obrigado pela explicação sobre os PPR, pois pensei no objetivo da reforma. Não é esse fim, mas uma alternativa aos DP.
      Cumprimentos.

      Responder
      • Pedro Andersson

        Obrigado. As duas opções são boas. Devemos escolher a melhor a cada momento.

        Responder
    • Soraia Silva

      Para abrir um ppr no banco invest e necessário abrir conta certo?
      E que vi num grupo que eles pedem para abrir conta 5000€.
      Sabem confirmar? Obrigada

      Responder
      • Pedro Andersson

        Olá Soraia. Deve ligar para eles para tirar essas dúvidas. De um mês para o outro eles podem mudar as condições. Mas na altura sim. 5 mil para abrir conta. Depois pode levanta-los outra vez se quiser…

        Responder
  3. Tiago Silva

    Eu próprio tenho o da optimize agressivo. Temos que ter em atenção um promenor que faz muita diferença ao longo de 30 anos na subscrição deste tipo de produtos e que é a taxa de gestão…. (pode implicar melhores euros de diferença apesar de um ppr se comportar melhor que outro em termos %%)

    Responder
    • Marco Lopes

      Verdade. 2% de taxa de gestão é bastante agressivo…

      Responder
  4. Marco Lopes

    Há alguma possibilidade de subescrever o ALVES RIBEIRO sem abrir uma conta à ordem? Não quero abrir contas bancárias…

    Responder
      • Marco Lopes

        Caro pedro, vai ser um PPR da OPTIMIZE (https://www.optimize.pt)

        Não obriga a valor mínimo, não obriga a abertura de conta à ordem (pode manter, por exemplo, uma conta SMB!) e pode abrir online, em poucos minutos, com assinatura DIGITAL de um único PDF através do Cartão do Cidadão (Chave Móvel Digital). Que mais se pode pedir? 😀

        Responder
        • Pedro Andersson

          Olá. Fiz o Optimize Agressivo. Em 15 dias está a crescer 5%, tal como o Alves Ribeiro.

          Responder
    • José Cartas

      Boas,
      Gostava de esclarecer algumas dúvidas, será que alguém me pode ajudar? O fundo ppr vintage pertence GNB, mas não pode ser subscrito no NB, mas sim no Best?
      Obrigado!

      Responder
  5. Marco Lopes

    Estive a analisar os PPR da Optimize, e o que vejo é que basicamente a performance está indexada aos INDICES bolsistas… nada novo aqui.

    Uma boa gestão teria saltado fora antes das quedas e entrado na recuperação. Assim se faz uma boa gestão da carteira.

    O que me parece é que se limitam a indexar os índices e está feito…

    Responder
  6. Ana Vieira

    Os PPR q fez para os seu filhos, foi em nome deles? Pq no banco invest, disseram-me q não era possível colocar os filhos na conta através da abertura de conta online, teria de me deslocar ao balcão. Obrivada

    Responder
    • Pedro Andersson

      Sim, desloquei-me ao balcão. Estão feitos em nome deles.

      Responder
  7. Carlos

    Caro Marco, o senhor parece entendido no assunto. Conseguiu evitar as quedas? Quando entrava? quando o mercado já tinha baixado 10/20 ou 40%? é que depois de acontecer eu tb quero 🙂 “

    Responder
  8. Carlos

    Caro Marco
    Já comparou os PPR no mercado? principalmente os comercializados pelos bancos? já agora, viu que alguns PPR da Optimize estão à frente do Alves Ribeiro nos ultimos 1,2 e 3 anos?

    Responder
  9. Sara

    Eu tenho o meu PPR no Fundo PPR 5 Estrelas da Futuro (Montepio).

    Espero que seja uma boa aposta 🙂

    Quando o adquiri não tinha grande conhecimento, não é que agora tenha, mas já sei que devemos ter em atenção a comissão de subscrição, comissão de gestão e comissão de resgate, mas pareceu-me um bom produto.

    Agora tenho de voltar a analisar se vale a pena a transferência.

    Responder
  10. Maria Irene de Oliveira Santos Magalhães

    Boa noite,
    Parabéns, Dr. Pedro Andersson, e obrigada por tantos ensinamentos que me tem trazido, quer no plano financeiro, quer na perspetiva de consumidora. Desejo-lhe saúde e muito sucesso profissional e pessoal!
    Peço-lhe o favor de esclarecer 2 questões relativamente ao PPR Alves Ribeiro, pois os seus artigos e podcast sobre este tema deixaram-me a pensar oferecer este PPR como presente de Natal a cada um dos meus 2 filhos (ambos com mais de 26 anos de idade e já com autonomia financeira):
    1 – Relativamente ao PPR Alves Ribeiro, ao que percebi tem que se abrir conta à ordem no Banco Invest. Esta conta tem comissões, despesas de manutenção? Se sim, estas despesas compensam o rendimento que o PPR possa dar?
    2 – Fiquei um pouco confusa: O PPR Alves Ribeiro é gerido pelo Banco Invest ou tenho que contratar uma corretora?
    3 – Tenho 1 PPR/Seguro (“Leve PPR 2ªsérie”) que fiz em 2016, quando tinha 55 anos de idade. Há cerca de 1 ano quis fazer um reforço e fui informada de que já não era mais possível (foi suspenso) e o PPR não dá qualquer rendimento. Tenho várias dúvidas (desde logo se é legal esta situação, se posso levantar ou transferir o valor, que penalizações, comissões a pagar, etc.), mas não sei quem me possa ajudar, pois não percebo nada deste assunto. Já perguntei na CGD e na Fidelidade e nenhum funcionário me informa devidamente. A quem/aonde me devo dirigir, em sua opinião?
    Muito obrigada.
    Os meus melhores cumprimentos,
    Maria Magalhães

    Responder
    • Mário

      1- Sim tem despesas de manutenção. No entanto com um capital igual ou superior a 5000€, a conta fica isenta. (Mais detalhes no preçário da banco)
      2- É gerido pelo banco.
      3- Eu também estive nessa situação. Relativamente à legalidade nem me preocupei uma vez que os bancos apenas são solícitos com as questões legais quando estas se aplicam aos clientes. Um PPR pode sempre ser transferido, ficando sujeito a uma comissão (neste caso 0,5% do montante a transferir, tal como descrito nas condições gerais). Dado que não rende nada facilmente o valor da comissão é recuperado nos primeiros anos do novo PPR.
      É consultar as condições do novo PPR e seguir os passos descritos nas respectivas homepages.

      Responder
      • Marco Lopes

        A transferência dos PPR tem custos dependendo das instituições envolvidas!

        Estou a pensar subscrever um PPR (irei provavelmente para a OPTIMIZE) e não existem custos de transferência!!!

        E se o PPR vier de outra entidade, eles suportam o encargo: https://www.optimize.pt/faq-sobre-ppr

        9- Posso transferir o meu PPR?
        Sim, pode transferir em qualquer altura para outra entidade (Sociedades Gestoras de Fundos, Seguradoras, Bancos). A transferência pode ter um custo máximo de 0,5%, que é suportado pela Optimize, caso pretenda efetuar a sua transferência de PPR para a nossa entidade.

        28- Quais são os custos associados ao meu investimento em PPR Optimize Capital Reforma?
        • Comissão de subscrição 0%
        • Comissão de resgate 0%
        • Comissão de transferência 0%

        Responder
      • Vítor Gomes

        Boa tarde Sr. Pedro Andersson.
        Estou como uma dúvida sobre os PPR que fez para os seus filhos no banco Invest….
        Desde já agradeço a partilha da sua experiência, para tem sido muito agradável ler e ouvir vídeos no YouTube, e como disse vou passar a prática.
        Voltando a minha dúvida, como dez os PPR, ligue ao banco e pelo que percebi terei de abrir 5 contas para poder fazer os PPR para as minha 3 filhas e minha mulher… Será que em vez que abrir 3 contas distintas posso fazer os 5 ppr em meu nome?
        Sem serem colocados no IRS, após os cinco anos ou não quais são as taxas a pagar.
        Obrigado
        Vítor

        Responder
        • Pedro Andersson

          Olá. Eu abri UMA conta com os 4 lá dentro como titulares. Peça essa possibilidade. Tem de ser presencial neste caso. Marquei e fui. Não pondo no IRS, pode levantar no dia a seguir. No Invest cobram 1% se for antes de 1 ano. Fora isso nada. Confirme com eles.

          Responder
          • Vítor Gomes

            Obrigado pelo seu feedback. Vou voltar a ligar e colocar essa possibilidade, assim numa unica deslocação fazia os pelo menos os 4 ou 5 ppr.
            Se me puder responder, compensa ser sócio deco, sem ser por causa da abertura de conta (5000 euros), que no meu caso seriam para os Ppr.
            Obrigado
            Vítor

      • Peter

        Boa tarde,

        1. Verifiquei a FIN do banco para o fundo Alves Ribeiro PPR e não tem informação que a partir de um montante de 5000€ exista 0€ comissão de gestão.
        https://www.bancoinvest.pt/docs/default-source/ppr/ptarmame0004_mensal.pdf

        Comissões atuais:
        Comissão de Gestão / Depositário: 1,5%
        Comissão de Subscrição: 0,0%
        Comissão de Resgate: 1% 1 ano

        Embora a comissão de inscrição é 0€ uma comissão de gestão de 1.5%, exemplo 10000€ daria um total de 750€ por ano 🙁

        Responder
        • Pedro Andersson

          Olá. Sim. Todos os ppr têm comissão de gestão. É assim que ganham dinheiro. Mas está incluído na rentabilidade. Não paga à parte. Se tiver uma rentabilidade de 5%, é porque cresceu na realidade 6,5%. Se tiver uma rentabilidade negativa de 1,5% é porque cresceu 0. A rentabilidade dos ppr é líquida de comissões.

          Responder
  11. jota

    Tenho o NB PPR e AR PPR e fiquei um pouco surpreendido por não ver mencionado um dos melhores, senão o melhor PPR, o NB PPR.

    O da Optimize não gosto, muito agressivo (investe quase tudo em acções) e rende basicamente o mesmo que um AR PPR ou NB PPR. Preferia investir num Fundo de Investimento ou Etf de Acções e pagar os 28% aquando do resgate e ainda assim ficava a ganhar… e não era pouco.

    Não conhecia o SGF Stoik, não me parece mau mas assustou-me isto:

    Comissão de Gestão Variável 10% Percentagem anual sobre a valorização positiva do fundo no ano (ganhos), após dedução dos outros custos. Se os retornos forem negativos no ano, esta comissão é 0%.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Obrigado. Pensei erradamente que o NB PPR só era subscrito no novo banco. Vou reavaliar e provavelmente vou subscrever para comparar com os outros 3 :).

      Responder
    • Paula

      Tenho o NB PPR há algum tempo e subscrevi recentemente o AR PPR. O NB PPR subscrevi no banco BEST. São ambos fundos de investimento do tipo misto defensivo, mas as carteiras são diferentes. Face a fundos de investimento do mesmo tipo são mais interessantes pela fiscalidade para investimentos de mais longo prazo.

      Responder
      • David

        Olá, desculpem a pergunta pois não sei ainda muito sobre o assunto, mas onde é que é possível subscrever ao NB PPR? Só no Banco BEST?

        Responder
  12. Tiago

    Sou muito verdinho nisto de Investimento, pelo que andei a pesquisar o AR PPR parece me realmente uma boa aposta mas tenho algumas dúvidas:
    -É sempre obrigatorio abrir conta com 5000€ mesmo pretendar apenas fazer um PPR de 2000€?
    – Qual a vantagem/desvantagem de declarar o PPR no IRS? Vejo imensa gente comentar que não o declarar apesar de existirem boas vantagens para se fazer, dai a minha confusão neste ponto
    – Num caso pratico como poderia usar o dinheiro do PPR (caso necessario) para pagar alguma prestação do crédito habitação?

    Obrigado desde já.

    Responder
    • Marco Lopes

      1) TIPO de CONTA: depende da instituição. 99% obrigam à abertura de uma CONTA À ORDEM (assim é classificada como um conta bancária, e aqui, quem tem uma conta SMB fica imediatamente prejudicado!)

      2) VALOR MÍNIMO: também depende da instituição, algumas obrigam a um valor mínimo porque assim estipulam para o cliente ter uma conta.

      3) A DEDUÇÃO no IRS depende da idade, e só vai DEDUZIR o IRS que tiver RETIDO! Se não tiver IRS retido ou a pagar, não irá com certeza ter qualquer interesse em fiscal num PPR, excepto uma eventual aplicação de IMPOSTO sobre o RENDIMENTO do próprio PPR, que é mais vantajoso dependendo de uma série de condições: https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/poupanca-investimento/noticias/como-aproveitar-o-beneficio-fiscal-maximo-do-ppr

      Se quiser uma instituição sem valores mínimos, que NÃO OBRIGA a abertura de conta à ordem, e onde pode subscrever diversos PPR em poucos minutos, com ASSINATURA DIGITAL dos documentos através do Cartão do Cidadão (chave móvel), veja a OPTIMIZE! https://www.optimize.pt

      Responder
  13. Tiago

    Olá Pedro,

    Excelente post com a partilha de experiência. Obrigado.

    Eu este ano também entrei nos PPRs e fi-lo em força no que toca a diversidade. PPR Fundo de Pensões comparticipado pela empresa onde trabalhado e que é gerido pelo NB. Também meti uns cobres no AR só para ver como o dinheiro “mexia”, e dado que a minha aposta no longo prazo se virou para os ETFs, abri um outro PPR numa vertente de “depósito a prazo” com duração indefinida e para o qual não tenho uma estratégia definida: PSN. Taxa de prémio mínima fixa, custos fixos, com melhores condições que o normal dos depósitos a prazo. Além das vantagens fiscais face aos depósitos a prazo. Gostaria de sabera sua opinião sobre este PPR em forma de seguro.

    Responder
  14. Tiago A. Silva

    No caso do Banco investe poderá: a) fazer PPR de 2000€ assumindo que <35 anos, terá uma dedução de 400€, que corresponde a 20% e vai redunzindo consoante os níveis das idades) e colocar os restantes 3000€ (ou o mix que entender) no depósito a prazo promocial. A razão porque uns delcaram e outros não declaram tem que ver com as penalizações no caso de levantar o PPR (e que deduziu no IRS ao longo dos anos) fora das alíneas legalmente previstas (doença prolongada, desemprego de longa duração, etc), fora desse casos terá que devolver o beneífico fiscal acrescido de 10%. Se nunca tiver deduzido (por exemplo,não precisa da dedução), poderá levantar a qualquer momento, sem restituição do benefício fiscal (porque não o teve) e que taxas mais atractivas com os depósitos bancários (28% de retenção da fonte). Creio que será este o principal motivo para não declarar (declarado é, mas para retirar da decalração de IRS no anexo H).

    Responder
    • Marco Lopes

      O Banco Invest peca pela BUROCRACIA e pela necessidade de abertura de conta à ordem…

      Deviam seguir o exemplo da OPTIMIZE (https://www.optimize.pt) que não obriga a abertura de conta à ordem (pode manter, por exemplo, uma conta SMB!) e pode abrir online, em poucos minutos, com assinatura DIGITAL de um único PDF através do Cartão do Cidadão (Chave Móvel Digital).

      Responder
  15. Henrique Rodrigues

    Boa noite sr. Pedro Andersson.
    Este é mais um dos artigos que ajudam bastante numa matéria que considero fundamental para a educação cívica da população, educação financeira (à qual é dada pouca importância no curriculum escolar actual, mas isso seria outro tema, quem sabe se o poderá vir a abordar num programa das contas poupança).
    A minha questão é referente à conta à ordem e subscrição do fundo ppr AR no banco invest para a sua família.
    Sendo, pelo que sei, a subscrição de um PPR, neste caso um fundo, associado a um NIF, abriu tantas contas quantas as subscrições, ou tem apenas uma conta à ordem e vários titulares (ou outra forma de associação na conta à ordem) e as subscrições do fundo ppr AR foram feitas para cada NIF a partir da mesma e única conta à ordem?
    Obrigado desde já.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Abri uma conta com 4 titulares. Após abrir a conta, pelo homebanking, subscrevi o PPR para cada um pelos valores que entendi. Super simples. Eles só podem mexer depois dos 18 anos. Até lá tenho de ser eu a mexer.

      Responder
  16. Oscar Gouveia

    Estive a consultar o PPR AR do Banco Invest e realmente tem uma boa performance. Pena é pedirem 5000€ de mínimo para abrir uma conta à ordem. E tanto quanto percebi é impossível de subscrever fora do Banco Invest.
    “O montante mínimo é de 5.000 Euros, por via de depósito de cheque, transferência bancária (de conta titulada pelo próprio) ou transferência de títulos.”
    Pessoalmente tenhos os meus PPR no Santander. Tenho o PPR principal subscrito à vários anos que vai para o IRS e iniciei à alguns meses um PPR secundário como opção às contas a prazo e que não vai ser inserido no IRS. Até agora ambos têm tido um bom desempenho, por exemplo o PPR secundário em 15 dias “ganhou” 2,54€. Ambos estão com reforços mensais obrigatórios pois para mim é a melhor forma de poupar. Literalmente obrigo-me a poupar esse dinheiro todos os meses.
    O PPR do NOVO Banco sinceramente não me inspira muita confiança, apesar de ter boa performance tudo o que vem com “herança” do falecido banco Espírito Santo deixa-me de pé atrás.

    Responder
    • jota

      Como o Pedro Andersson já explicou, nos PPRs não há esse risco. Estou perfeitamente tranquilo com o NB PPR, é o PPR onde tenho mais valor investido.

      Responder
    • Marco Lopes

      Tem os fundos da OPTIMIZE: https://www.optimize.pt/valorizacao-fundos-optimize

      Não obriga a valor mínimo, não obriga a abertura de conta à ordem (pode manter, por exemplo, uma conta SMB!) e pode abrir online, em poucos minutos, com assinatura DIGITAL de um único PDF através do Cartão do Cidadão (Chave Móvel Digital). Que mais se pode pedir? 😀

      Responder
      • Amanda

        Olá Pedro, estive a consultar os serviços da Golden Wealth Management, (têm mais de 56% da SHF) e estou a pensar criar um PPR lá. Conhece? Tem alguma opinião? Obrigada

        Responder
  17. Sandra Luis

    Olá Pedro,
    Desde há muito que sigo os seus conselhos pois acho-os muito uteis e como sou mãe solteira e com 3 crianças a cargo, tudo o que seja para poupar cá estou eu.
    Há uns anos atrás tinha subscrito os certificados de reforma da SS mas depois tive que suspender devido a dificuldades financeiras. Neste momento estou com 40 anos e tenho que pensar seriamente na minha reforma. Como deve de calcular não consigo ter muitas poupanças e daí não conseguir fazer um PPR pois pedem logo muito €€. Se eu aderir de novo aos certificados de reforma, acha que será boa ideia?!
    Obrigado

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. É uma hipótese. Mas por exemplo um dos que tenho pode abrir com 20 euros. Só tem de procurar o melhor para si. Os meus são arriscados para tentar uma rentabilidade maior. Não é adequado a quem tem perfil mais conservador.

      Responder
  18. Luís

    Olá Pedro.

    Uma vez que não vai declarar os PPR no IRS, venho deixar-lhe um desafio para reflexão.
    O desafio passa por comparar os PPR com o ETF Ishares Core MSCI World.

    a) Quando tiver algum tempo disponível, abra um ficheiro excel e registe os custos de cada fundo, o denominado TER (Total Expense Ratio).
    Depois assuma por exemplo um investimento de 10.000€ em cada fundo e assuma a mesma rentabilidade para todos os fundos (ex: 10%) durante um período de 20, 30 ou até 40 anos e veja quais serão as rentabilidades liquidas de cada fundo, isto é, o retorno que cada fundo irá ter depois de deduzidos os custos.
    Alguns fundos poderão estar detidos em entidades que cobram outro tipo de comissões que poderá se quiser incluir na simulação.

    b) Após concluir a simulação anterior, simule o resgate de cada fundo de acordo com as condições fiscais em vigor (poderão ser diferentes no futuro).

    c) Compare os retornos de cada fundo e veja se é mais vantajoso deter um dos PPR ou um ETF para o longo prazo.

    d) Para terminar, apesar de resultados passados não serem garantia de retornos no futuro, registe as rentabilidades anuais de todos os fundos até onde for possível, e depois anualize essas rentabilidades para comparar o desempenho de cada um.

    Estou convencido que este exercício lhe irá trazer mais clareza.

    Depois há toda uma diligência a fazer em cada fundo, que passa por analisar que tipo de activos estes têm em carteira. Por exemplo o AR PPR tem uma grande percentagem de obrigações mas grande parte destas obrigações são corporativas, ou seja, é dívida de empresas e não de Estados.
    Depois também a alocação das acções pode pender mais para uma região do globo ou para um determinado sector ao invés de ter uma maior diversificação.

    Quero também chamar-lhe a atenção de que pode investir em obrigações através de ETF’s ou fundos de investimento. Tal como nas acções, existe uma grande variedade destes activos, desde obrigações globais, zona euro, USA, emergentes, etc.

    Ainda sobre PPR, à partida em 2021 será lançado o PPR Europeu. Será mais um produto para analisar.

    Cumprimentos

    Responder
    • Pedro Andersson

      Caro Luís, por sua sugestão já subscrevi esse ETF. É um desafio interessante fazer essa comparação. Irei fazê-lo. Até agora está a crescer 0,70% porque o subscrevi em “alta”. Vou precisar da sua ajuda uma vez que percebe mais do que eu deste tema como é fácil de ver :). O meu entusiasmo com este blogue vem de colaborações como a sua. Aprendo sempre mais do que “ensino”. É fantástico quando nos ajudamos uns aos outros a entender e compreender o que quer que seja.

      Responder
    • Pedro Andersson

      Queria acrescentar um ponto, Luís. Para mim parece-me óbvio que um ETF bem escolhido será mais rentável que um bom PPR. Estou a fazer esta “experiência” sabendo que estou a perder dinheiro ( ganhar menos) para ganhar literacia financeira e partilhá-la aqui. Se fosse só para rentabilizar ao máximo as minhas Poupanças teria outra estratégia. Mas estou a diversificar de propósito porque quero saber do que falo. Por outro lado, ao diversificar ainda mais estou a proteger-me. Estou a dar esta explicação porque fiquei com a ideia de que me pretende mostrar que os ETF são mais rentáveis que um PPR. Não tenho dúvidas disso. Só quero provar isso na prática. E tenho de ter em conta que a maior parte dos portugueses confia mais num PPR do que num ETF (Sigla que nunca ouviram na vida). Estou a pensar nessas pessoas, que nunca saíram de um depósito a prazo :). A.minha corrida é uma maratona. Vou devagarinho. A sua ajuda vai ser preciosa.

      Responder
      • Jota

        Comparar um PPR que normalmente tem uma pequena percentagem em acções com um ETF só de acções não me parece razoável.

        Ainda assim se analisarmos a rentabilidade a 10 anos do AR PPR vs esse ETF (que eu não acho grande piada, apesar de estar na moda) e considerando a manutenção do PPR durante 8 anos beneficiando da vantagem na fiscalidade o AR PPR não lhe fica nada atrás o que é um grande feito.

        Responder
        • Jota

          Sem falar nos possíveis custos do ETF (dependendo onde se subscreve o mesmo).

          Responder
        • Luís

          Concordo com o que diz sobre a comparação. O mais adequado seria comparar com uma carteira de ETF’s com acções e obrigações. Acredito que os resultados fossem mais semelhantes, mas certamente que a carteira de ETF’s teria menor risco. Mas isto já nos leva para temas mais complexos como gestão de carteiras e gestão activa vs gestão passiva que a maioria das pessoas não irá compreender.

          De facto constatei no site da Morningstar que existe uma diferença de cerca de 2% a 10 anos. Mas a 1, a 3 e a 5 anos a diferença já começa a ser muito considerável. Será que se inverteu a tendência em função do ciclo económico? Quanto tempo durará?

          Em relação ao período de 8 anos, se este tivesse terminado entre 2010 e 2011, que benefícios retiraria?

          Em relação aos custos do ETF, os de transacção podem tornar-se residuais se utilizar montantes elevados, nem que faça apenas uma transacção anual. Contudo, existem actualmente entidades com transacções grátis e sem cobrar custódia dos titulos.

          Responder
    • Marco Lopes

      O que eu posso dizer sobre os fundos, e tive vários ao longo dos anos, e fiz análises em EXCEL, e analisei devidamente as empresas gestoras, é que, no final de uns 5 anos, fazendo as contas, tive grande prejuízo!

      Escolhi mal. Deveria ter escolhido fundos específicos sobre um tipo de mercado, e fazer rotatividade (porque os vários sectores de mercado são cíclicos). Mas não quis ter esse trabalho, como tal, subscrevi os fundos de empresas reputadas e com bons rendimentos (ainda assim correu mal!)

      Neste momento estou a pensar seriamente num PPR para deduzir IRS, mas olho para o mercado, a SUBIR desde 2008, e penso que vou entrar em máximos históricos, num fundo que, basicamente acompanha os índices bolsistas!!! Esperava um recuo dos mercados há mais de 2 anos, o que aconteceu apenas na pandemia (com uma recuperação estrondosa).

      É certo que um BOM fundo terá de fazer uma gestão de carteira bem feita, e antecipar possíveis quedas, até mesmo proteger essas mesmas quedas com produtos derivados, mas isso quase nunca acontece. O que eu vejo é que 99% dos fundos segue a linha de “investir e deixar andar”… basicamente seguem o mercado porque não existe uma “gestão activa”

      Responder
  19. José R.

    Olá caro Pedro Andersson.
    Antes de mais, agradeço os seus ótimos conselhos em geral, e que já me fizeram poupar muito, nomeadamente em relação à transferência do crédito à habitação.
    Em relação a PPR´s, tinha um no BPI que pouco rendia pelo que segui a recomendação da DECO e transferi-o para o “Lusitania Poupança Reforma-PPR”, eleito “Escolha Acertada” pela DECO PROTESTE, que é um seguro de reforma PPR, com capital e um certo rendimento garantidos, gerido pela Lusitânia Vida – Companhia de Seguros, SA, pertencente ao Grupo Montepio Seguros, por sua vez pertencente à Associação Mutualista Montepio Geral.
    Sei que é um Seguro PPR e não um Fundo PPR, como aqueles de que trata este seu artigo.
    Todavia, há pouco tempo, com as notícias das dificuldades financeiras do Grupo Montepio e das disputas internas na referida Associação Mutualista, fiquei alarmado com a eventual repercussão disso na referida Seguradora e, consequentemente, no Seguro PPR que subscrevi.
    No pior dos cenários, ou seja, em caso de falência da referida Seguradora, o que é que acontece ao Seguro PPR?
    Mantém-se o seu valor, como acontece com um Fundo PPR, só se alterando a entidade gestora? Ou o valor do PPR “desaparece”?
    Muito obrigado pela sua atenção.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá
      Os seguros PPR são garantidos pelo património da seguradora. Se a seguradora falir corre riscos sérios. Historicamente raramente aconteceu. Informe-se junto da ASF.

      Responder
  20. Cláudio

    Eu vou fazer o NB PPR e o PPR Agressivo da Optimize, não vou querer os benefícios fiscais À entrada, porque quero poder retirar quando quiser. Tendo que retirar a declaração dos pprs no irs, é possível fazer irs automático na mesma? Alguém me pode ajudar?

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Não pode aceitar o IRS automático. Inclui os PPR.

      Responder
  21. Cláudio

    Pois, era o que pensava. No entanto, depois de retirar os pprs na declaração, dá para fazer na mesma pela via informática? Ou tem de ser em papel?

    Responder
  22. Cláudio

    Ok, desculpe a minha ignorância. Eu sei o que quero investir e onde, mas as questões fiscais, fazem sempre com que não avance, com medo .

    Responder
    • Pedro Andersson

      Não se preocupem. É fácil. Só custa fazer a primeira vez… 🙂 Vou fazer um vídeo a explicar, mas basta ligar para o apoio das Finanças que eles explicam. O ponto principal é que paga o mesmo em impostos que num depósito a prazo.

      Responder
  23. Ana Rocha

    Boa noite,
    Desde já muito obrigada pelo seu trabalho no aumento da literacia financeira em Portugal. Tem-me ajudado muito!
    Estou a pensar aderir a um PPR e tenho considerado o PPR da Lusitânia pois ter capital garantido dá-me mais segurança.
    Tenho algumas perguntas que não se me pode esclarecer:
    1. Se aderir a um PPR sob a forma de seguro, é possível mais tarde e mediante o pagamento da comissão de transferência, transferir para um PPR sob a forma de fundo?
    2. Deram-me informações diferentes em bancos diferentes acerca do resgate do PPR para pagar prestações do crédito habitação. Disseram-me que só é possível para pagar prestações em atraso? Isto é verdade ou posso programar o pagamento das prestações que ainda vão vencer? Consultei o artigo 4º do Decreto-Lei n.º 158/2002 (g) Utilização para pagamento de prestações de contratos de crédito garantidos por hipoteca sobre imóvel destinado a habitação própria e permanente do participante.), e não especifica que se tratem apenas das prestações já vencidas.
    3. Quando são anunciados os valores da rendibilidade dos PPR, a este valor já foram deduzidos os encargos de gestão anual?
    Obrigada pela ajuda,
    Ana Rocha

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá.
      1) sim.
      2) Não é verdade
      3) Sim.
      Confirme sempre junto da entidade respectiva e da legislação, como fez.

      Responder
      • Ana Rocha

        Ainda acerca da 3a pergunta, contactei a Lusitânia:
        Compreendi que este PPR tem encargos associados, nomeadamente 0,1% aplicados mensalmente sobre o saldo, o que no fim do ano totaliza 1,2%. Isto significa que à rendibilidade anual de 1,5%, tenho que retirar os 1,2% dos encargos anuais, o que daria um rendimento anual de apenas 0,3%? Ou ao valor de rendibilidade de 1,5%, já foram deduzidos os encargos e esta é a rendibilidade anual efetiva?
        Resposta: A sua interpretação está correta. Fica com 0,3% acrescendo ainda a esta taxa a que for obtida a título de Participação nos Resultados que em 2019 foi de 1,5%, ao qual adiciona os 0,3% resultando daí uma rentabilidade de 1,8%.
        De acordo com o decreto lei os valores de rendibilidade apresentados já deveriam estar líquidos (deduzidas as comissões) . Fiquei confusa, sem saber quem está certo.

        Responder
  24. Luís

    Caro Pedro, permita-me dizer-lhe que não sou especialista no assunto, nem tão pouco trabalho na área.
    Apenas já venho a estudar e a acompanhar este tema há algum tempo. E como lhe indiquei anteriormente, o fórum do Dr Finanças tem sido muito rico. Existe uma autêntica comunidade de investidores com partilhas espectaculares e debates enriquecedores.
    É certo que não existem fórmulas mágicas, até porque cada um tem o seu perfil. Mas ganhando algum entendimento sobre o assunto já se pode perceber aquilo que poderá ser melhor para nós.

    Hoje em dia investir nos mercados financeiros é fácil e está ao alcance de qualquer pessoa. Claro que o tema não é de compreensão fácil para todos e quando se trata de dinheiro, compreensivelmente as pessoas tendem a ser conservadoras.
    Um Bem Haja para si que aproveita a sua exposição pública para divulgar todas estas informações sobre poupanças, finanças pessoais e investimentos que ajudam a melhorar as vidas das pessoas.

    E por favor, continue o excelente trabalho Pedro!

    Responder
  25. Carlos

    Apenas para simplificar, se num investimento de 100 euros:
    1- tiver tido um aumento de 5% e no dia seguinte uma descida de 5%, os cálculos seriam:
    105 euros (na véspera com o aumento de 5%)
    100 euros (?) ou 99,75 euros (?) no dia seguinte com a descida de 5% sobre os 105 euros?

    2- numa situação em que a comissão é anual:
    2 a) esta comissão é deduzida diariamente ao valor total (o valor investido e ao valor que teve de aumento)? Ou a comissão é deduzida apenas à diferença face ao valor que se investiu (ou seja, é deduzida apenas ao valor que aumentou e não inclui o capital investido) ?
    2 b) se a aplicação estiver num momento de “queda”, ou seja em que já se está a ficar com menos que o capital investido inicialmente, a comissão continua a ser cobrada e é cobrada sobre que valor?

    Responder
  26. Cláudia Martins

    Caro Pedro Andersson,muito obrigado pelos seus sempre completos artigos.Ao ler o seu texto fiquei com dúvida de como o Pedro com contas em 10 Bancos diferentes,só está a pagar custos de manutenção de apenas uma conta.Pode por favor explicar como isso é possível?Agradeço imenso seu esclarecimento.Obrigado Pedro e continuação do bom trabalho.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Vou escrever um artigo com todos os detalhes.

      Responder
  27. Bruno S.

    Olá

    Queria saber se posso investir no PPR Alves Ribeiro sem ter conta no banco Invest?
    Onde posso subscrever este PPR sem pagar comissões ao Banco.

    Melhores cumprimentos

    Bruno S.

    Responder
    • Marco Lopes

      Tem de ter conta bancária no Banco Invest. Foi a razão pela qual não optei pelo Alves Ribeiro. Ao invés disso fiz o PPR na OPTIMIZE (que não requer conta bancária e dispensa toda a burocracia do Banco Invest que hoje em dia não se justifica – fiz a adesão à Optimize em 15 minutos com o cartão do cidadão).

      Responder
      • Paulo P.

        Confirmo que no Banco Invest a burocracia é assustadora, incluindo a obrigatoriedade de abrir conta com 5000€! Pode-se retirar o dinheiro não investido logo de seguida, mas pronto…

        Responder
  28. Bruno S.

    Olá Pedro,

    Obrigado pelos seus artigos, costumo seguir e gosto muito.

    Queria saber se é possível investir no PPR Alves Ribeiro sem ter conta no banco Invest?
    Não tenho interesse em abrir conta num banco onde pago comissões.

    Cumprimentos
    Bruno

    Responder
    • Pedro Andersson

      Se fizer um PPR numa corretora não paga essas comissões. Tenho na Optimize e na SGF, por exemplo. Não tenho de abrir conta à ordem. O PPR do novo banco, subscrevi no ActivoBank, que não cobra comissões. Há mais bancos grátis como o Best e o big. Faça perguntas a cada um deles.

      Responder
    • Pedro Andersson

      No meu caso com o protocolo da Deco não pago comissões no banco Invest. Avalie.

      Responder
  29. Marina Silva

    O AR tem mínimo de depósito de 5000€ certo? Mas e aquela situação da deco proteste? Se formos sócios temos algum benefício? Não sou mas gostaria de saber para ver se compensa

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Tem várias vantagens. Consulte o site do banco 🙂

      Responder
    • Marcio

      Compensa muito associar à Deco. Fi-lo recentemente para subscrever o AR PPR e em vez dos 5k só tem de avançar 1k. Apanhei uma promoção de 3,6 eur/mensais na Deco que me pareceu muito razoável para as vantagens que apresenta. E se nao tiver satisfeito posso cancelar quando quiser pois não ha qq tipo de fidelização.

      Responder
      • Pedro Andersson

        Inteligente. Às vezes um custo pode ser uma forma de poupança 🙂

        Responder
  30. José Cartas

    Boas,
    Gostava de esclarecer algumas dúvidas, será que alguém me pode ajudar? O fundo ppr vintage pertence GNB, mas não pode ser subscrito no NB, mas sim no Best?
    Obrigado!

    Responder
  31. André Figueiredo

    Olá! Tenho uma questão:
    “E sei que não serei penalizado em nada pelo fisco se nunca colocar estes PPR no IRS”.
    Em que se baseia esta afirmação?
    Ou seja, neste caso, se resgatar depois dos 5 anos mas antes de chegar à reforma, não tenho qualquer penalização/taxa sobre todo o dinheiro que o PPR juntou?
    E se o declarar, mas só o levantar depois da reforma?
    Obrigado.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá, refiro-me a resgatar o dinheiro FORA das exceções legais. Penso usar (por exemplo) este dinheiro para amortizar a casa antes da minha reforma. Ou para ajudar os meus filhos. Estou a usar os PPR como ferramenta de investimento e não para a reforma. Poderia perfeitamente ter esse objetivo. Posso ainda mudar de ideias, obviamente.

      Responder
  32. Luis Martins

    Olá boa noite caro Pedro,

    Desde já obrigado pela partilha de informação sempre importante. Partilhar é algo muito raro nos dias de hoje e mais ainda de forma gratuita… é de louvar.

    Em relação ao SGF PPR Stoik, pedi informações e intrigou-me os custos/comissões inerentes a subscrição e resgate, que creio que no caso dos PPRs do BancoInvest e da Optimize não existem custos de subscrição (pelo menos!).

    O da SGF tem comissões de gestão e depósito:
    – Comissão de gestão fixa de 1%
    – Comissão de gestão variável de 10%
    – Comissão de subscrição de 2% (para valores inferiores a 25.000€)
    – Comissão de reembolso de 1%

    Ainda assim pareceu-lhe interessante face aos outros dois PPRs do BancoInvest e da Optimize?
    Se tivesse de escolher entre o da SGF e o da Optimize, qual optaria?

    Grato pela sua atenção.
    Cumprimentos.

    Luis M.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. O que lhe posso dizer é que não paguei comissão de subscrição e no meu documento de contrato o que diz é que tem 1% de resgate mas SÓ se levantar antes de 1 ano. A comissão de gestão sim é 1% e 10% dos lucros. Aceitei porque os “obriga” a quererem fazer sempre o melhor possível e não apenas deixar andar.

      Responder
  33. Luis Martins

    Olá caro Pedro, muito obrigado pela sua atenção. Falei agora com a SGF que foram extremamente prestáveis nos esclarecimentos. O produto SGF Stoik parece-me muito interessante para o que procuro… nada como uma boa conversa e informação como a que tem partilhado. Irei continuar a acompanhar a evolução dos PPRs que subscreveu.

    Responder
  34. MIRIAM RAQUEL VELOSA SANTOS

    Olá Pedro!
    Sou super fã desde sempre mas nem sempre assídua…tenho o seguido mais facilmente pelo podcast mas ainda sou muito ileterada….pergunta mais premente do momento….como assim, tem 10 contas e só paga comissão numa delas…? Sou viciada em finanças e sigo muitos youtubers que falam sobre isso mas nunca percebi como fazer cá. Aventurei-me pelos bancos digitais para ver se essa era a solução, mas por enquanto ainda não consegui perceber se compensa ou não…
    Obrigada por tudo.
    Bj

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    • Pedro Andersson

      Ainda não li, mas por via das dúvidas tenho os dois 🙂

      Responder
    • Patrícia Pimenta

      Esta questão do que e melhor, se um PPR, se um ETF dá pano para mangas. São investimentos diferentes, logo não faz sentido fazer estas comparações.
      E porque não ter as duas opções como forma de diversificar e tirar benefícios de ambos? Eu tenho um ETF global, que é uma forma de me expôr ao mercado acionista de forma passiva e com baixas comissões; e tenho um PPR, que uso para obter os benefícios fiscais e que me permite estar exposta a obrigações e a mercados europeus. Para além de que o PPR permite automatizar e não estar preocupada a tentar bater o mercado; é uma boa opção para quando recebo o ordenado, uma % ser imediatamente canalizada para a poupança e fazer em simultaneo o DCA.
      Para mim, ter ambas as opções é a melhor solução.

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      • Pedro Andersson

        É o que eu faço. A cada momento escolho o melhor produto para reforçar conforme as situações dos mercados.

        Responder
  35. Estela Pereira

    Boa tarde,

    Se subscrever 2 ou mais PPR posso declarar apenas um no IRS para deduções fiscais? É legal?

    Obrigada.

    Responder
  36. Maria Eduardo Nunes

    Sugiro uma avaliação do Fundo Casa Global PPR.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Vou subscreve-lo na semana que vem para comparar 🙂

      Responder
  37. Pedro Soares

    Bom dia Pedro!
    Quero começar por lhe dar os parabéns pelos excelentes artigos e assuntos que partilha. Sou um leitor e ouvinte assíduo de todo o seu conteúdo, seja qual for.
    Sou também investidor e já fiz análises a PPR, ETF e fundos de investimento e reparei que tem no seu portfólio um PPR que, eu pelo menos, não “recomendo” por ter algumas falhas no documento IFI face ao que opera e pela forma como este é gerido. O PPR a que me refiro é o PPR SGF Stoik.
    Pode encontrar esta e outra informação num vídeo que eu já assisti na altura em que analisei este e outros PPR.
    O vídeo é o seguinte: https://www.youtube.com/watch?v=esPnZ47TXFs
    Peço que veja e tire as suas conclusões e que no final, pondere continuar com o mesmo ou não. O meu objetivo é apenas partilhar esta informação consigo e não de o influenciar a continuar ou desistir do mesmo, assim como você faz com todos nós.
    Muito obrigado e continuação de um excelente trabalho!
    Cumprimentos,
    Pedro Soares

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá Pedro. Obrigado pelo comentário. Muito interessante. Vi o vídeo e compreendo-o. Faltou dizer no final que o PPR tem benefícios fiscais à entrada e à saída. Isso faz muito diferença. Como estou a fazer um comparativo em tempo real entre todos eles, vou manter. Até pela curiosidade que me suscita. Neste momento tenho 6 PPR diferentes e 3 ETF para comparar com dinheiro “real”. Os estudos e previsões são importantes para escolher, mas depois a realidade pode ser diferente (ou não). É o que vou testar por minha conta e risco :).

      Responder
  38. Ana Lourenço Lourenço

    Olá Dr. Pedro. Também eu sou verdinha nestas coisas mas não na idade por isso a minha questão é: Tenho 57 anos, a sensivelmente 10 anos da reforma, qual o ppr mais aconselhável?

    Responder
  39. manuel correia

    Olá Dr.Pedro
    Em relação a nossa conversa ,que agradeço ,liguei para a Lusitânia Vida ,sobre o plano poupança render mais ,e disseram-me que podia ficar tranquilo ,garantia capital etc,não iria perder dinheiro em caso de insolvência, coisa remota, disseram eles. Mas uma coisa que eu não compreendo é como que ,por ex, eu depositando 10.000 € A Lusitânia Vida paga 1% ou um pouco mais ,de juros por ano que será um valor de 100 € anual e por ex o ActivoBanK só paga por essa quantia uns 4 € a prazo. Por isto ,muitas dúvidas. Não se percebe muito bem isto. Obrigado

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. É isso mesmo. É a concorrência a funcionar. E até há quem de mais… O Manuel é que escolhe. É como nós cafés, um cobra 60 cêntimos e outro 70. Os dois estão a fazer bem, mas o Manuel é que decide a qual vai :). Abraço

      Responder
  40. manuel correia

    Obrigado,Dr.Pedro Andersson. Abraço

    Responder
  41. António Costa

    Parabéns pelo artigo; interessante e é sempre bom perceber diferentes pontos de vista. Não tinha pensado por exemplo na possibilidade de ter mais que um PPR, mas pode ser uma opção interessante numa ótica de diversificação.

    No meu caso, sou residente no Reino Unido, tenho o Alves Ribeiro PPR, e tenho ainda uma ISA (Individual Savings Account) que é onde invisto em fundos e tem a vantagem de não ter que pagar impostos sobre potenciais mais-valias que obtenha quando venda a minha participação nos fundos.

    O AR PPR é algo de longo prazo onde não pretendo mexer. Não sendo residente em PT, não declaro rendimentos em PT e consequentemente não posso obter os benefícios fiscais. No entanto, se pretender liquidar o PPR também não estou sujeito à multa.

    A ISA (investimentos em fundos) é o meu mecanismo de investimento a médio/longo prazo e, apesar de não pretender vender as minhas participações, sei que o posso fazer sem prejuízo (assumindo que não vendo os meus fundos quando estão a dar prejuízo).

    Em relação à prática do Pedro, talvez discorde de um ponto. Assumindo que não tem a intenção de se desfazer dos PPR’s (o próprio Pedro disse que estava a usar montantes que não precisaria), não percebo a razão pela qual não os inclui na declaração de IRS de forma a obter os benefícios. A não ser que queira deixar em cima da mesa a opção de se desfazer deles, e nesse caso eu perceberia a estratégia.

    Li também nos comentários questões relacionadas com o timing de investir. É certo que é impossível prever o momento ótimo para investir. No entanto, se formos esperar pelo momento certo, podemos estar à espera eternidades, ou esse momento até pode passar sem nos apercebermos. Nesse sentido, a minha estratégia é fazer reforços mensais tanto no PPR como nos fundos de investimento. Assim terei a certeza que um eventual investimento num mau momento será compensado por um investimento num bom momento.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá António. Obrigado por essa perspectiva do estrangeiro. De facto a minha intenção com todos os meus investimentos é pagar a minha casa 15 anos mais cedo. Quero ter a casa paga por volta dos 60 anos em vez de aos 82 :). Daí não querer ter dinheiro preso por nenhum motivo.

      Responder
  42. Pedro

    Eu fiz o mesmo mas comprei PPRs nas seguradoras atraves deste site que explica tudo http://www.mudey.pt.

    Responder
  43. Ligia Silva

    Olá, boa tarde Pedro!
    Muito obrigada pelo seu serviço público de partilha e entreajuda. Tem feito um trabalho fantástico.

    Procuro a sua ajuda em saber se, perante a conjuntura atual, compensa transferir capital de um fundo de pensões aberto para um fundo PPR, e até da possibilidade de fazer essa transferência. Tenho lido muitos artigos na internet, mas não consigo chegar a uma resposta esclarecedora.

    Gostaria, se possível, de saber a sua opinião, a qual agradeço desde já.

    Muito obrigada e continuação de bom trabalho!

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Deve perguntar na instituição para onde quer mudar 🙂

      Responder
  44. ricardo

    Uma pequena grande correção:
    Escreve-se “À medida que o tempo passa” – sem H.
    Cumprimentos,

    Responder
  45. Filipa

    Olá Pedro, obrigada por todas as dicas, têm mudado muito a minha perspectiva sobre o dia.
    Queria pedir uma ajuda… Estou há dias a tentar contactar a PSN para subscrever o por deles e não consigo. Pode dizer-me como fez?
    Obrigada

    Responder
  46. Joaquim de Almeida

    Olá Sr. Pedro Andersson,

    Quando fez o PPR Alves Ribeiro, eles exigiram-lhe o “Questionário de Risco, Conhecimentos e Experiência”, é que agora em 2024 eles estão e exigir!

    Obrigado
    Cumprimentos.

    Responder
  47. Ana Sebastião

    Bom dia, quando pesquiso pelo PPR Stoik encontro dois sítios para o subscrever, o próprio site da correctora ou o site da stoik. São a mesma coisa?
    Muito obrigada por todos os esclarecimentos.

    Responder

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  1. PPR | #1 – Estou a ganhar ou a perder com os meus PPR (1 mês depois) | avengers - […] expliquei neste artigo descobri este PPR quase por acaso, porque falei durante uma reportagem com um gestor de fundos…

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