Os meus fundos de investimento – Balanço da semana de 13 de Julho




Fundos de investimento – Balanço semanal 

Há muitos meses que vos falo dos meus fundos de investimento. Como já vos expliquei muitas vezes, durante toda a minha vida financeira, sempre fui um investidor extremamente conservador. Ou seja, nunca investi um cêntimo em produtos que não tivessem capital garantido. O ponto alto dos investimentos que me deixaram orgulhoso da minha “coragem” foi ter subscrito Certificados do Tesouro. Foi durante a crise da Troika e os juros pagos pelo estado foram muito razoáveis: acima dos 5% no último ano. 

Foi nessa altura que percebi que afinal havia produtos financeiros que rendiam de facto bastante mais do que os depósitos a prazo, onde sempre coloquei durante décadas as poupanças da minha família.

Acontece que a situação do país melhorou e o Estado começou a pagar muito menos pelos Certificados do Tesouro (agora chamam-se “Poupança Crescimento”) que, como sabem, continuam a subscrever-se nos CTT ou no site do IGCP.

Mas os juros dos depósitos a prazo continuaram a descer e muitos de vocês começaram a inundar-me com perguntas sobre quais os produtos que aconselhava para pôr o nosso dinheiro a render um pouco mais.

Ora, que conselhos podia dar quando eu próprio fugia de qualquer espécie de riscos? Um bocadinho a contragosto comecei a perguntar a alguns especialistas em finanças e investimentos por onde poderia começar alguém que não sabia nada – zero mesmo – de investimentos.

A resposta foi unânime: os Fundos de investimento. Mas isso não tem a ver com a bolsa? Sim, tem. E não tem risco? Sim, tem. Mas se quer começar de facto a arriscar ganhar dinheiro e pôr as suas poupanças a trabalhar para si deverá começar por aí. Não tem outra maneira.

Avisos para quem pensa em investir

A primeira regra é que nunca invista dinheiro que não se possa dar ao luxo de perder ou que vá precisar nos próximos meses ou anos.

A segunda regra é que nunca deve investir dinheiro do seu fundo de emergência. Isso tem de ficar muito claro.

Como gosto de perceber do que falo, fiz o que sempre faço: invisto 100 euros e vejo o que acontece. Se os perder, não fico nem mais pobre nem mais rico. Mais rico fico sempre, nem que seja em conhecimento. Também aprendemos com as más decisões.

Então o que aconteceu é que há cerca de 2 anos, para a reportagem, investi algum dinheiro e subscrevi dois ou três fundos de investimento.

Quanto dinheiro é preciso para subscrever um Fundo de investimento?

Essa foi a minha primeira surpresa. Quando me disseram que bastava 20 euros ou 25, ou 50 ou 100 pensei cá para comigo: “Mas isto não era só para ricos?”.

Quer dizer que quem tem 50 ou 100 euros num porquinho mealheiro pode começar a investir na bolsa. Sim, de facto, foi isso que descobri.

– “Mas as comissões devem ser muito elevadas, só compensa investir valores muito grandes…” 

Descobri novamente que não. Mas claro que depende dos bancos/corretora onde o faz. Todos os bancos onde tenho atualmente Fundos de Investimento permitiram-me abrir as contas por internet e não tenho comissões de manutenção. Claro que precisam de anexar documentos de identificação, mas fiz tudo pela net. Depois explico tudo com mais detalhe, se quiserem.

Quanto tenho ganho?

Todo este “relambório” é para vos dizer que nos últimos 2 anos ganhei mais dinheiro com uma pequeníssima parte das minhas poupanças do que com a grande parte das minhas poupanças em depósitos a prazo onde tinha também o meu fundo de emergência.  

Quer isso dizer que é um resultado positivo absolutamente garantido? Claro que não. Neste momento podia estar a dizer-vos que tinha perdido dinheiro. Felizmente, não é o caso.

E esta crise da pandemia fez-me de facto passar por momentos preocupantes em que olhei para o meu saldo durante 2 meses e tinha lá menos dinheiro do que aquilo que investi.

Neste momento, passado estes meses já está tudo praticamente positivo e alguns até estão com ganhos superiores a 20%, como vos vou mostrar a seguir.

Aquilo que tenho aprendido sobre esta forma de ganhar dinheiro levou-me a pensar que seria importante para a nossa literacia financeira começar a tratar este tema de uma forma mais regular.

Como sabem, todos os meses faço o balanço da produção do meu painel solar para vos ajudar a decidir se deve ou não investir em painéis fotovoltaicos. Inicialmente pensei que não valeria a pena porque acabariam por achar que “painéis” era um tema chato, mas já passaram quase 3 anos e continua a ser uma informação útil para muitos.

Assim, decidi fazer o mesmo em relação aos meus investimentos financeiros. Semanalmente, vou dizer-vos como está a evoluir a minha carteira de fundos de investimento para que perceba que todos os dias praticamente o seu dinheiro sobe e desce e quando deve subscrever e quando deve resgatar, para atingir os seus objetivos.

Quando ganhar dinheiro digo, quando perder também digo. Acho que nisto o mais importante é a verdade e a isenção. Quero que compreenda desde o princípio que não lhe estou a vender nada, nem produtos nem serviços, apenas quero partilhar informação. Nenhum artigo neste blogue é pago por ninguém. O meu objetivo é unicamente contribuir para a nossa literacia financeira.

Onde posso subscrever Fundos de Investimento

Eu diria que o seu banco – seja ele qual for – deve ter alguns fundos de investimento. Basta contactar o seu gestor de conta e perguntar como pode investir. A primeira coisa que lhe vão pedir é que preencha um longo questionário online para definir o seu perfil financeiro e o seu grau de conhecimentos para criar uma conta de investimento para gerir pelo homebanking ou app. Só depois disso é que pode subscrever e resgatar este tipo de produtos. Não tem outra forma.

Para ser totalmente claro desde o princípio, tenho fundos de investimento no ActivoBank e no banco Best. O ActivoBank é um banco completamente grátis nas anuidades e cartões onde tenho conta há muitos anos; o Best também não cobra comissões de manutenção mas cobra anuidades pelos cartões (por isso não o uso para o dia-a-dia). Ambos os bancos têm muitas muitas dezenas de Fundos para escolher.  

Nem perdi muito tempo a procurar fundos de investimento nos bancos clássicos porque todos eles cobram muitas comissões e anuidades  e caso quisesse sair deles e fechar as contas, poderia ter de ficar lá preso caso os fundos de investimento estivessem negativos na altura em que quisesse sair. Podia ficar acorrentado a 2 ou 3 anos de comissões só para não perder dinheiro. Não me interessa. Mas é uma avaliação que deve fazer por si. 

Para escolher o seu primeiro fundo de investimento deve pedir ajuda a um gestor de conta do banco que escolher. Foi o que eu fiz. Lá mais para a frente começa a conseguir escolher sozinho. O ideal é depois ter 5 ou 6 preferidos, cujo desempenho já conhece, e depois conforme o desempenho deles vai resgatando quando atingem o objetivo que definiu ou subscrevendo mais nas alturas em que estão em queda.

O que vos posso dizer é que foi graças aos fundos de investimento que consegui comprar o meu carro atual (usado) um pouco mais cedo e com um orçamento um pouco maior. Porquê? Porque fiz dinheiro com o meu dinheiro. Neste momento já estou a “reencher” o meu depósito de Fundos.

Para que não pense que sou rico e que faço parte de uma elite endinheirada devo referir-lhe que estou a falar de cerca de 60 euros por mês. Como já atingi o meu objetivo de ter um Fundo de emergência que me pode sustentar durante 1 ano, agora sempre que tenho algum dinheiro de parte subscrevo mensalmente mais uma ou duas unidades de fundos de investimento. Quando recebo os subsídios de férias ou de Natal reforço um pouco mais. Foi a forma de poupança/investimento que encontrei. Há quem faça isso também com um ou mais PPR. E faz bem.

Para mim esta é mais adequada porque assim tenho o dinheiro sempre mais disponível, consigo fazer uma gestão mais pessoal e imediata e o rendimento até ao momento parece ser maior. Há a questão dos impostos na altura do resgate que depois faz alguma diferença em relação aos PPR. Já falei disso várias vezes no blogue.

Bom, acho que já vos macei que chegue. Querem saber em que pé estão os meus investimentos, certo?

Os meus fundos de investimento (Semana 13 a 19 de Julho de 2020)

Como podem ver neste print screen, no principal fundo que mantenho e que tento reforçar mensalmente, cada unidade do fundo tem um comportamento diferente conforme o valor que o fundo tinha no dia em que o subscrevi. Varia entre os 3% e os quase 30% (o mesmo fundo). O outro está a render cerca de 14% neste momento. Recordo que todos eles estiveram bastante negativos em Março e Abril durante a queda das bolsas. Bastou não fazer nada e esperar.

Nestes outros fundos, noutro banco, já todos estão novamente positivos, excepto um. Mas mesmo esse já está a aproximar-se do zero (da “não perda”, caso o pretendesse resgatar). Em todo o caso, deve sempre levar em conta que estas percentagens de crescimento são brutas. Tem sempre de descontar 28% para o Estado quando entrega o IRS, tal como acontece com os depósitos a prazo e outros produtos financeiros com capital garantido. Será sempre esse o dinheiro que de facto vai receber no final.

Na próxima semana continuarei a fazer este balanço com a comparação face à semana anterior para começarem a perceber como funciona esta ferramenta financeira. Às vezes é uma verdadeira “montanha russa”. É preciso sobretudo ter nervos de aço quer para não vender, quer para não comprar ou vice-versa. Há alguma regra para decidir? Eu diria que é a experiência e o bom senso.

Nunca deve ver a minha carteira de investimentos ou o que eu digo como um conselho sobre como e onde deve investir ou que fundos deve escolher. Há milhares de fundos. Em alguns casos até posso estar a fazer “asneira” sem saber. 

Não tenho qualquer formação financeira e sou um simples cliente bancário com muita curiosidade e que até agora tem tido alguma sorte, também porque tento decidir de forma consciente e tento não entrar em pânico quando estou a perder dinheiro. Até hoje, nunca perdi um cêntimo, simplesmente porque nunca vendi quando estava com valores negativos. Bastou-me esperar que voltassem ao “normal”. Atenção que esta estratégia nem sempre resulta. Espero que não, mas posso vir a dar-lhe exemplos disso. Será mau sinal para mim e para o meu dinheiro.

Mas a principal mensagem que que quero deixar no fim disto tudo é que nós somos o nosso melhor “gestor de conta”. Ninguém se preocupa mais com o nosso dinheiro do que nós próprios. Os gestores de conta nos bancos e corretoras são profissionais simpáticos, mas no fundo trabalham para quem lhes paga, que é o patrão deles. E o patrão deles ganha dinheiro consigo. Se perceber isto, é mais fácil tomar as rédeas do seu dinheiro. 

Vou também passar a publicar semanalmente o TOP 10 dos Fundos de investimento nacionais, com base nos dados da APFIPP (Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios). Para saber que há pessoas que estão a ganhar (e a perder) dinheiro, e quanto. E depois, também comecei a investir em algumas ações, com valores muito baixos e agora já tenha lá algum dinheiro. Pago cerca de 50 cêntimos cada vez que compro ou vendo ações numa plataforma “low cost”. Mas isso fica para outro artigo.


 

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26 comentários em “Os meus fundos de investimento – Balanço da semana de 13 de Julho

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    Stephane Reply

    Boa tarde Sr. Pedro Anderson, neste artigo que lhe agradeço a partilha fala dos bancos em que tem conta ( ACTIVEBANK & BEST) e que não paga comissão a investir nos fundos, por acaso pensei em abrir conta no ActiveBank com o propósito de investir em alguns fundos, por acaso tem uma lista de fundos que recomenda ?

  2. Avatar
    Gilberto Polónio Reply

    Olá Pedro,

    Abri recentemente conta no Banco BIG e eles têm imensos fundos também, e tal como o Best não cobram comissões de manutenção.
    Para já o que mais gosto é que está tudo muito bem explicadinho no site deles e têm um blog (não querendo fazer concorrência) com alguns destes temas mais complexos muito bem explicados. Já conhece?
    https://blog.big.pt/artigos/fundos-e-etf-o-que-os-distingue/

    Abraço e bom trabalho,

    GA

    Vou continuar a acompanhar este artigo 🙂 é espectacular.

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    SamuelG Reply

    Olá Pedro!

    Gostaria de colocar algumas questões que não encontrei no seu texto.
    1º) Em que momento é que deixou o gestor de conta, para passar a ser você mesmo a gerir o fundo ?
    2º) Fundo de Investimentos ou PPR ? Ou até os 2 ? Qual escolheria ?

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. Eu mantenho os gestores de conta. Mas sou eu que os contacto quando tenho dúvidas. E ligo para os 2 gestores de conta dos 2 bancos onde tenho fundos para ouvir várias opiniões e decidir por mim. Em caso de dúvida ainda ligo a amigos que percebem. A ideia que quero passar é que somos nós que devemos ter a iniciativa e não ir atrás do que lhes interessa a eles. Muitas vezes eles têm de atingir objetivas que não são o melhor para nós…

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      O ideal é ter os 2. Como não tenho muito dinheiro disponível e quero resultados mais rápidos e facilidade de movimentação opto pelos fundos. Estou a pensar fazer um por para os meus filhos. Eu já vou um pouco tarde. Descobri este mundo “tarde”. Quem me dera saber isto aos 25 🙂

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    Rui Reply

    Bom artigo.
    Tem algum fundo que siga o SP500?

    Tenho conta no Best, mas às vezes fico baralhado com as comissões associados aos fundos de investimento, que vem plucicados na ficha do fundo.

    Já ouvi dizer que o Best tem fundos onde não se paga comissões, só que não encontro esses fundos

    • Avatar
      Paula Reply

      Boa tarde.
      A minha experiência com os fundos no Banco Best é a seguinte: em alguns casos, existe uma comissão de subscrição que é paga na altura em que subscreve o fundo. Por exemplo, se a comissão for de 1% e der uma ordem para subscrever 1000€ do fundo X, o banco vai debitar-lhe 1010€. O mesmo acontece com uma comissão de resgate: resgata 1000€ e só recebe 990€, por exemplo. A maioria dos fundos não tem este tipo de comissões. Contudo, todos os fundos têm comissões de gestão, e estão indicadas nas respetivas fichas, mas estas já estão excluídas do valor da cotação do fundo, i.e. são “abatidas” à rendibilidade que vê anunciada na ficha de cada fundo. Também paga este montante mas é de forma implícita. Espero ter ajudado.

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    Andre bessa Reply

    Ola sr pedro Anderson
    Podia me respondeu ao meu comentario
    Feito ha uns dias sff
    Sobre os ppr e certificados?
    Muito obrigado
    Pelo seu bom servico de informacao
    Bem haja

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    Paulo Simão Reply

    Bom dia Sr. Pedro Andersson,
    Gostaria muito que um dia publicasse um artigo sobre ETF’s e Ações, pois estes investimentos também são desconhecidos para a grande maioria dos portugueses. Um artigo onde clarificasse onde é mais barato a aquisição desses títulos, os riscos e que garantias nos dá por exemplo a aquisição através de plataformas em vez da banca tradicional.
    Fica lançado o desafio.
    Uma vez mais agradeço o seu excelente trabalho.

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    César Reply

    Bom dia Sr Pedro Andersson.

    Gostei muito deste artigo, e mais uma vez obrigado pelo excelente serviço público que o sr faz.
    Ontem estava a ler um pequeno e-book de apenas 26 páginas sobre acções, e queria enviar-lhe este e-book, para um email, para que o Sr possa disponibilizá-lo para todos se assim o entender e for possível.

    Obrigado.

  8. Avatar
    Mica Medeiros Reply

    Adorei o artigo. Só tenho uns pequenos fundos no Montepio. Pequeníssima quantias que no espaço de um mês já oscilavam um pouco. Mas tenho comissões de resgate e confesso que as oscilações para saldo positivo não sei se compensa o investimento e risco. Vou explorar as suas dicas dos bancos. Excelente trabalho o seu. Obrigada pelo serviço público e gratuito que presta.

  9. Avatar
    PAULO SIMÃO Reply

    Bom dia Sr. Pedro Andersson,
    Muito obrigado pela resposta e continuação de excelente trabalho.

    • Avatar
      Jose Carlos Fonseca Reply

      Bom investimento foram os certificados a 10 anos antes da troika entrar.7.1 %. Ao fim de 5 anos fez a correção de 2 para 6,8% dando quase 20% líquidos

  10. Avatar
    Andre bessa Reply

    Ola boa noite entao os ppr nao sao um bom investimento?
    E os certificados de tesouro nao sao um bom investimento?
    E os Antigos certificados de aforro nao sao bons investimento?
    AGRADEÇIA que me desse informacao sff

  11. Avatar
    Patricia Reply

    Boa sr Pedro sem ser indiscreta gostava de saber que bancos investiu não pagou comissões meu banco caixa geral depositos ,poderia ajuda SrPedro obrigada

  12. Avatar
    Paulo Simão Reply

    Boa noite Sr. Pedro Anderson,
    Agradeço-lhe por mais este artigo bastante interessante.
    Uma vez que publicou o nome dos bancos onde fez este investimento, e refere que não paga comissões, se não for indiscrição, para o caso do Best gostaria de saber se fez a aplicação dos fundos através de uma conta on-line normal ou através da plataforma Best Trading Pro.
    A minha pergunta tem a ver com o facto de eu também ter conta no Best e por cada transação que faço para reforçar um ETF ou adquirir algumas ações na bolsa americana pago sempre comissão por cada transação.
    Ficava muito grato se me pudesse responder.
    Obrigado,
    Paulo Simão

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. Best “normal”, mas não pago comissões de manutenção de conta. As ligadas aos fundos pago o que estiver na ficha do fundo correspondente. Pelo que me apercebi não pago comissões ao banco, mas sim as do fundo. Depois as contas que o banco faz com o fundo é lá com eles 🙂

    • Avatar
      Mica Medeiros Reply

      Adorei o artigo. Só tenho uns pequenos fundos no Montepio. Pequeníssima quantias que no espaço de um mês já oscilavam um pouco. Mas tenho comissões de resgate e confesso que as oscilações para saldo positivo não sei se compensa o investimento e risco. Vou explorar as suas dicas dos bancos. Excelente trabalho o seu. Obrigada pelo serviço público e gratuito que presta.

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