VÍDEO – IRS – Como recuperar os 28% dos juros dos depósitos a prazo


Pode alguém isento de entregar IRS ir buscar reembolso?

Sempre pensei que não. Mas afinal SIM!

Esta dica (que poucos conhecem e ainda menos experimentaram) é para os portugueses que recebem o salário mínimo ou uma reforma ou pensão baixa que os isenta de entregar o IRS. Como não fazem retenção na fonte para o IRS, muitos (eu também achava) acham que não vale a pena preencher o IRS.

Claro que pode entregar o IRS para usar a declaração “a zeros” para outros efeitos, mas para receber dinheiro de reembolso NÃO!

Acabo de descobrir que isso não é verdade em muitíssimos casos e que milhares podem receber reembolso (entre os 10 € e os milhares de euros) mesmo que não tenham feito retenção de IRS ao longo do ano anterior.

Isto está na lei com todas as letras, mas o Estado não divulga estas informações com o destaque que deveria. Porque será? Bom, estamos cá nós, não é?

Se tem depósitos a prazo ou Certificados de Aforro leia isto com muita atenção

(Neste artigo juntei a informação do artigo que escrevi durante a tarde e mais informações muito específicas que acrescentam muito mais)

Imagine a seguinte situação: um casal recebe o salário mínimo nacional cada um, logo não precisa entregar IRS. Provavelmente não entregam ou fazem o IRS Automático. Como não descontam para o IRS podem ter todas as despesas do mundo que o Estado  não devolve nada. MAS…

Mas esse casal recebeu uma herança e tem um depósito a prazo (quanto maior melhor) que lhes rende 200 ou 300 euros de juros por ano. Esta situação não é assim tão incomum. E pode aplicar-se a pessoas idosas com pensões miseráveis ou emigrantes que regressam e têm as poupanças de uma vida em depósitos a prazo, ou certificados de Aforro ou Certificados do Tesouro. Não é assim tão raro alguém ter 10 ou 15 mil euros em Certificados de Aforro ou do Tesouro. Isso não faz de ninguém rico.

O IRS pode devolver-lhe a totalidade dos 28% da taxa liberatória

Se essas pessoas com rendimentos baixos (inclui o salário mínimo) entregarem o IRS (mesmo sem serem obrigados a isso) e inserirem o Anexo E e englobarem os juros que receberam no ano passado vão recuperar a totalidade dos 28% dos juros que ficaram para o estado “retidos na fonte”. Não na fonte do salário, mas na fonte dos rendimentos de capitais da poupança.

E como o Estado devolve o reembolso a partir do mínimo de 10 euros, isso significa que a partir de 40 euros de juros, quem entregar o IRS desta maneira vai receber pelo menos 10 euros de reembolso. A partir daí é sempre a subir. Só para ter uma ideia, quem tem Certificados do Tesouro da primeira série tem cerca de 7% de juros. Isso pode dar algumas centenas de euros de juro com valores relativamente pequenos. Essas pessoas podem recuperar facilmente muitas dezenas de euros só por entregarem o IRS com o Anexo E.

No caso da reportagem que pode ver ou rever no link da SIC Notícias que  vou colocar no fim deste artigo falo de um caso de um contribuinte que recebe menos do que o salário mínimo nacional e que recebeu no ano passado 900 euros de reembolso. Fiquei muito surpreendido.

Isto é super importante para os seus pais e avós ou emigrantes que regressaram a Portugal.

Falaram-me também de um caso de outra pessoa que estando reformada com uma reforma mínima recebe todos os anos 3 mil euros de reembolso. Sim, tem muitos milhares de euros no banco (a poupança de uma vida no estrangeiro).

Meus amigos, esta informação é REALMENTE muito importante e merece ser partilhada o mais possível junto de todos os portugueses que ganham o salário mínimo ou menos. Nós não sabemos as finanças de cada um. 

Se podem receber nem que seja mais 100 ou 200 euros por ano, isto não é relevante?

O Estado não devia informar as pessoas destas particularidades da lei? São direitos que as pessoas têm. Têm de os usar, se quiserem.

O que colocam na Declaração de IRS é o valor dos juros que receberam e não quanto dinheiro têm no banco, OK? Mas aí já é opção de cada um englobar esses valores ou não.

Para mim, enquanto jornalista e cidadão, o importante é que saiba que tem essa opção. O que faz com a informação é consigo.

Para ter uma ideia, se receber 250 euros de juros, vai receber de reembolso 70 euros se entregar o IRS com o Anexo E. Se recebeu no ano passado 2.500 de juros recebe 700 euros e assim por diante. Faça a simulação e veja quanto consegue recuperar.

Mais informação de um espectador que faz isto há mais de 3 anos

Recebi logo a seguir esta mensagem do espectador Francisco Gouveia. Tem informações importantíssimas que partilho convosco.

“Caro Pedro e a todos aqui, obrigado por mais um excelente assunto que pode trazer mais dinheiro a muita gente que não sabe…

Por acaso já faço englobamento a 3 anos, e ainda fui buscar o 4º ano anterior que não tinha feito por total desconhecimento das vantagens do ENGLOBAMENTO RENDIMENTO CAPITAIS, então como ainda estava dentro do prazo de 2 anos no primeiro ano que fiz logo depois submeti nova declaração desse ano que não havia feito e ficou resolvido, recuperei os 28% de imposto retido pelo estado sobre os juros dos referidos capitais.

Existe algumas coisas aqui que posso acrescentar pois algumas pessoas não sabem e estão confusas.

1-Todas as pessoas ISENTAS de IRS, isto e com uma taxa ZERO CONSEGUEM REAVER A TOTALIDADE DOS 28% retidos pelo ESTADO aquando do pagamento de juros devidos pelos capitais investidos (DEPÓSITOS A PRAZO, CERTIFICADOS DE AFORRO/TESOURO, RENDIMENTOS DE AÇÕES/OBRIGACÕES…

2-Tal como falou o Sr. Oscar num comentário anterior, e que acabei de referir no ponto 1 não são só os JUROS BANCÁRIOS mas sim TODOS OS TIPOS DE RENDIMENTOS SUJEITOS A TAXA DE 28% (MADEIRA E CONTINENTE) e se não me engano de 22,4% (AÇORES) mas que deixou no final uma informação errada pois já não está em vigor a cerca de 3 anos essa legislação que dizia que para o contribuinte estar VALIDADO de modo a poder fazer ENGLOBAMENTO DE RENDIMENTO DE CAPITAIS teria que informar o banco até ao dia 20 de janeiro do ano seguinte ao pretendido para efectuar o ENGLOBAMENTO RENDIMENTO CAPITAIS NO IRS, aí os bancos emitiam uma declaração ao cliente e informavam a AT de que o cliente iria fazer o ENGLOBAMENTO.

Isto estava totalmente errado e colocava vários problemas como o de INVALIDAR MUITOS CONTRIBUINTES pois se não tivessem demonstrado ao BANCO ou IGCP (certificados aforro ou tesouro) até ao dia 20 janeiro de cada ano não poderiam pedir a partir do dia 21 janeiro inclusive, estão a ver? Mais, para o cliente ter a certeza que era benéfico fazer o ENGLOBAMENTO NO IRS teria que poder fazer a simulação até dia 20 janeiro e todos sabemos que isso não era possível pois era sempre a partir de 1 de ABRIL que a AT colocava o simulador atualizado na mesma altura em que era permitido entregar IRS e sem saber isso muitos nem pediam (era muito difícil simular por conta própria pois todos os anos mudam muitas nuances das regras IRS…) e poderia acontecer o pior que era fazer o ENGLOBAMENTO e ainda ter que pagar mais dinheiro ao ESTADO sobre o rendimento de capitais, tipo se a TAXA IRS for acima dos 28% ou 22,4% (conforme região morada fiscal). O estado cobra o excesso desde essas taxas até a taxa de IRS do contribuinte nesse ano.

Pois bem, a nova legislação deixou de exigir isso aos contribuintes com RENDIMENTOS DE CAPITAIS, os BANCOS e o IGCP FICARAM OBRIGADOS (não só como antes a informar SOMENTE os CLIENTES QUE PEDIRAM DECLARAÇÃO RENDIMENTO CAPITAIS a AT…) a INFORMAR a AT TODOS OS RENDIMENTOS DE CAPITAIS de TODOS OS CLIENTES, deixando o cliente de ser obrigado a pedir ou informar aos BANCOS e ao IGCP de tal vontade podendo assim em qualquer altura do ano pedir essa declaração (pois está sempre validado para o IRS) meramente informativa para o cliente poder preencher o IRS corretamente, atenção que tem que informar de TODOS OS BANCOS e ou IGCP e não só alguns, aqui e todos ou nenhum…

3-O Pedro falou que só interessa fazer o ENGLOBAMENTO RENDIMENTO CAPITAIS em sede de IRS se a TAXA for ZERO (isentos de IRS) e muito certo, mas quero acrescentar que quem paga uma TAXA IRS abaixo dos 22,4% ou 28% (Conforme a região como falei acima…) tipo 12,41% na MADEIRA ou cerca 14% no CONTINENTE (não sei precisar no momento com exatidão essa %) nos AÇORES não tenho noção da percentagem da taxa mais baixa pode REAVER A DIFERENÇA ENTRE a taxa RETIDA NOS JUROS e a sua TAXA DE IRS, tipo a exemplo se no CONTINENTE FOR 14% recebe METADE DO QUE O ESTADO LHE RETEVE E DESCONTOU NOS JUROS.

4-Também na nova legislação ficou possível para quem tem casas arrendadas poder fazer ou não em separado o ENGLOBAMENTO DAS RENDAS de modo a baixar o imposto retido, antes ou fazia ENGLOBAMENTO DE RENDIMENTO CAPITAIS e de RENDIMENTOS PREDIAIS ou não fazia NENHUM, agora é possível fazer um sem o outro pois às vezes não convém devido aos valores juntar os 2 tipos de ENGLOBAMENTO.

Espero ter ajudado a todos, muito obrigado.”

Nós é que agradecemos. Fica provado que é não só possível fazer isto, como recuperar dinheiro dos anos anteriores. Dá trabalho? Claro que sim, mas estou a antever que alguns vão ter as férias deste ano pagas à conta do “Contas-poupança” :).

Não aceite o IRS Automático sem fazer esta simulação de acrescentar o Anexo E. E os outros todos se tiver mais rendimentos.

Já sabem que mesmo que já tenham entregue o IRS, podem sempre entregar as Declarações de substituição que quiserem até ao último dia de Junho. Vão ficar a perder se podem ganhar, porquê?

Pode ver ou rever a reportagem desta semana do Contas-poupança neste link da SIC Notícias:

https://sicnoticias.pt/programas/contaspoupanca/2019-04-03-Dicas-para-aumentar-o-reembolso-de-IRS-ou-baixar-o-valor-a-pagar

Bom IRS!

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92 comentários em “VÍDEO – IRS – Como recuperar os 28% dos juros dos depósitos a prazo

  1. Avatar
    domingos Reply

    ola pedro anderson graças ao seu progama na sic que nao falho um sao todos importantes foi la que vi que podia buscar o irs das nossas poupanças como sou umex emigrante no qual apliquei nas poupanças dos ctt e tambem algumas açoes de ja a muitos anos numca englobei no irs pois tenho lhe a dizre que fiz este ano as finanças devolveram me 2500 e tal euros depois como voce dizia podia nos pedir a reteficaçao 2017 e la fiz tambem recebi mais 2245 euros muito bom para mim que ja alguns anos estao desempregado e tudo isto foi graças em ver o seu progama so tenho que lhe dizer um muito obrigado e que nunca acabe esse programa um abraço e bem haja pessoas como vosse

  2. Avatar
    Narotam R M. Reply

    Caro Amigo e Senhor Pedro Anderson, não encontro uma resposta adequada as mihas perguntas.

    Agradeço informar me

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. As suas perguntas são tão específicas que aconselho que contacte um contabilista. Sou apenas Jornalista e não quero induzir em erro sem querer.

  3. Avatar
    Narotam R M. Reply

    Caro amigo Pedro Andersson quero lhe agradecer pelas suas dicas Pedro Andersson . Tenho acompanhado e acho que é uma grande ajuda.
    Quero perguntar o seguinte:
    Se tenho um apartamento aqui ,em Portugal, arrendado estando a trabalhar na Inglaterra, como declaro o rendimento, NO IRS?
    Se eu comprar uma garagem, que está arrendada a uma empresa, até 2020, isto é o contrato termina daqui um ano; eu posso informar a essa empresa que comprei a garagem e preciso para meu uso pessoal, por isso o contrato que fez com a outra empresa caduca.
    Mais uma pergunta: sou reformado e a minha reforma não atinge os 500 Euros mensais, (através da CGA) , mas tenho apartamentos que comprei há anos, quando era emigrante. A minha esposa também é reformada, mas a Segurança social diz que ela não tem direito `pensão de velhice :”O montante da pensão social do regime não contributivo, a que tem direito quem não descontou para a Segurança Social, atingiu a idade da reforma (66 anos e 3 meses, em 2017) e faz parte de um agregado familiar com baixos rendimentos, passou a ser € 203,35,”.
    Peço desculpas pelo o incomodo possa causar.
    Mais uma vez MUITO OBRIGADO

    Ambos temos temos direito a 50% do valor das rendas, será, enviando o IRS não pague o IRS?, é que neste momento estamos a pagar cerca de 800 Euros de IRS, já com englobamento. Se entregasse o IRS em separado pagaria esse imposto?. Pode me dizer se alguma maneira +ara não pagaramos O IRS

  4. Avatar
    Márcio Reply

    Penso que é assim, mas sem certezas absolutas : Recebem porque ao englobarem pelas taxas do artigo 68 cirs, estão a apresentar retenções na fonte (os tais 28% de juros que já nos foram tirados quando recebemos) que são automaticamente reembolsáveis por não termos nenhuma coleta apurada (isto para quem não tem nenhum rendimento de outra qualquer categoria de rendimentos).

  5. Avatar
    Márcio Reply

    Não li os comentários acima. Dependendo dos montantes de rendimentos da Categoria E (Juros, Dividendos, Lucros, certificados etc, etc,) tudo o que está mencionado no artigo 5 do código de IRS e que são tributados na fonte à taxa liberatória de 28 % de acordo com o artigo 71 do código de IRS (quem nos paga, retira-nos 28% para entregar ao estado, ou seja em 100€ de por exemplo juros, só recebemos 72€) vale ou não a pena fazer o englobamento.

    Diria que quem tem rendimentos brutos de juros e salários e outros até cerca de 35000 40000 (necessário fazer melhor as contas), vale a pena englobar pois é sempre preferível pagar uma taxa de cerca de 25% para estes montantes globais de acordo com o artigo 68 do código de irs, ou seja com a opção do englobamento só pagamos 25% de juros ao invés de 28%, a partir de montantes maiores é preferível submeter separados.

  6. Avatar
    Joana CC Reply

    Pedro, rejeitaram o meu reembolso de 2016 porque em 2016 eu entreguei o IRS em Abril, Maio como era suposto na altura. E este ano só pedi o reembolso dos 28% dos juros dos depósitos a prazo em Junho de 2019 porque foi só nessa altura que descobri a existência dessa possibilidade. Dizem que por passar alguns dias dos anos estipulados, não posso alterar o IRS DE 2016. Isto é verdade? Não há nada que possa fazer???
    No site foi tudo aceite, até deram simulação, mas como nunca mais recebia, fui às finanças pessoalmente e deram-me ontem esta resposta.
    Pode ajudar-me pff? Ainda eram 300 euros que iria receber 🙁
    Obrigada

    • Avatar
      Luis Reply

      Bom dia Joana,

      Reproduzo parte de um comentário meu que pode ser encontrado mais em baixo e que esclarece este tema das datas:
      “Note que o prazo para fazer uma declaração de substituição de 2016 está quase a acabar: é 31 de Maio de 2019 que é quando perfaz “2 anos sobre a data limite original para entrega da declaração de 2016 que foi 31 de Maio de 2017”. Sei disto porque ainda há pouco tempo entreguei uma declaração sobre 2016 e tem estado a correr bem o processo…”

      Se já foi em Junho já foi depois do prazo…

      Cumprimentos

      • Avatar
        Joana CC Reply

        Bom Dia,
        Reparei agora que enviei tudo a 31 de Maio de 2019.
        Depois fiz uma nova alteração em Junho por casa do valor tributário que não estava correto.
        Não tenho nenhuma alternativa? Não posso alegar nada?

  7. Avatar
    Joana CC Reply

    Pedro, rejeitaram o meu reembolso de 2016 porque em 2016 eu entreguei o IRS em Abril, Maio como era suposto na altura. E este ano só pedi o reembolso dos 28% dos juros dos depósitos a prazo em Junho de 2019 porque foi só nessa altura que descobri a existência dessa possibilidade. Dizem que por passar alguns dias dos anos estipulados, não posso alterar o IRS DE 2016. Isto é verdade? Não há nada que possa fazer???
    No site foi tudo aceite, até deram simulação, mas como nunca mais recebia, fui às finanças pessoalmente e deram-me ontem esta resposta.
    Pode ajudar-me pff? Ainda eram 300 euros que iria receber 🙁
    Obrigada 🙁

      • Avatar
        Joana CC Reply

        Bom Dia,
        Reparei agora que enviei tudo a 31 de Maio de 2019.
        Depois fiz uma nova alteração em Junho por casa do valor tributário que não estava correto.
        Não tenho nenhuma alternativa? Não posso alegar nada?

  8. Avatar
    Paula Reply

    Olá boa noite Sr. Pedro.

    Sim, é verdade… Lapso meu, que não me apercebi no momento da simulação!…
    Farei como sugere….

    Muito obrigada.
    Cumptos
    Paula

  9. Avatar
    Paula Reply

    Olá boa noite.

    Não sei que se passou no meu caso. Fiz tal como indicam para a minha mãe, pois ela recebe uma pensão de sobrevivência no valor mensal de 596€ (inferior ao ordenado minimo), nunca pagou IRS e agora, este ano, que preenchi o anexo E, com os valores dos juros das contas poupança e certificados de aforro poupança mais, recebeu a carta para pagar um valor de 260€ (algo que não me apercebi na simulação, pois como era dentro do valor retido pelo Estado, o meu subconsciente associou que era a pagar pelo Estado). Mas não, é a pagar pela minha mãe.
    Alguém se deparou com uma situação semelhante?
    Estou muito triste, sobretudo, porque lhe disse que vi a reportagem e este ano ia receber dinheiro e agora recebe a carta para pagar… E depois de termos de nos deslocar aos bancos a pedir as declarações fiscais em todos!…

    Muito obrigada.

    Paula

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. Mas Paula, a simulação dizia que ia pagar certo? A Paula é que viu mal. Foi o que percebi. Há muitos fatores envolvidos, dão ter de simular sempre para que situações como a sua não aconteçam. Mas ligue para o 217 206 707. Confirme que ainda pode entregar uma Declaração de substituição sem o anexo E e talvez devolvam essa valor. Talvez até nem tenha de pagar. Acho que ainda há esperança… 🙂

  10. Avatar
    Sérgio Costa Reply

    Só para deixar mais um exemplo após simulações: casal um desempregado outro empregado irs em conjunto recebem 2037€, fazendo irs em separado e metendo o desempregado no irs os certificados de tesouro e depósitos a prazo receberia 1550€ enquanto o empregado pagaria 1200€. Conclusão no nosso caso não compensa! Cumprimentos e novamente obrigado

    • Avatar
      Luis Reply

      E simulou fazer conjunta+englobamento. Entendo que os +2037 é conjunta sem englobamento. E colocar o englobamento na simulação conjunta? como compara?

  11. Avatar
    Sérgio Costa Reply

    Boa tarde, antes de tudo obrigado por todos os artigos publicados!
    Gostaria de saber se é possível a recuperação destes 28% no meu caso que sou casado e desempregado, tenho certificados de tesouro e depósitos a prazo que se foram vencendo nos últimos anos, será possível fazer a declaração de IRS sem tributação conjunta pois a minha esposa está empregada (com um vencimento significativamente acima do mínimo nacional)?
    Muito obrigado

    • Avatar
      Luis Reply

      Boa tarde Sérgio, há 2 questões diferentes: uma tem que ver com o IRS conjunto vs separado e outra questão tem que ver com o englobamento propriamente dito.
      Relativamente à primeira questão sugiro que simule conjunta vs separada. Com base na minha experiência, nestes tipos de situações costuma ser preferível a tributação conjunta. Caso faça separada as suas despesas (e-fatura, saúde,…) são ignoradas porque o Sérgio não está a submeter declaração de IRS. Por outro lado, quando faz conjunta não acresce rendimento (porque está desempregado) mas acresce mais despesas que são consideradas nas deduções à coleta pelo que em princípio seria mais vantajoso a conjunta – mas só há uma maneira de saber: simular as 2 situações e ver qual é a mais benéfica.
      Relativamente à questão do englobamento: sim, pode englobar os rendimentos dos certificados de tesouro tanto na conjunta como na separada. Simule as diversas variantes: conjunta com e sem englobamento; separada com e sem englobamento.

      Se tiver mais dúvidas, disponha.

  12. Avatar
    Adriana Reply

    Boa tarde,

    preciso de uma ajuda:
    um casal que tenha entregue o IRS de 2017 (em 2018), apesar de ser isento, e que agora queira preencher o anexo E, é possível? Faz a substituição da declaração que foi entregue?

    Obrigada!

  13. Avatar
    carlos Reply

    Olá! Pedro gostaria de saber se no caso dos fundos de investimentos mobiliários(resgate) também é no anexo E. obrigado e parabéns pelo excelente trabalho.

    • Avatar
      Luis Reply

      Boa Tarde Carlos, relativamente a resgate de fundos não tenho experiência em primeira mão (a minha experiência é em Juros de Certificados e de Depósitos). No entanto, da informação que consultei parece-me que o resgate de fundos mobiliários, “é como se fosse uma venda”, e como tal há lugar ao cálculo de mais/menos valias. Caso sejam fundos nacionais então essa mais valia terá sido objeto de retenção (convém confirmar com o Banco que assim foi e quais os valores em questão). Tendo havido retenção de parte da mais valia então também pode ser vantajoso (apesar de não ser obrigatório) englobar esses rendimentos e respetiva retenção à semelhança dos outros rendimentos de que se fala neste artigo.
      No entanto, do que consegui apurar, neste caso é o anexo G que deve ser preenchido e não o anexo E.
      Veja, por favor, se esta informação que encontrei, e que em baixo reproduzo, lhe é útil:

      Ações e Unidades de Participação (“UP”)
      13. As mais e as menos-valias decorrentes do resgate de UP em fundos de
      investimento mobiliário (FIM) ou imobiliário (FII) devem ser reportadas na
      declaração de IRS em que anexo?
      Com a entrada em vigor, a 1 de julho de 2015, do Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de janeiro, os rendimentos decorrentes do resgate de UP em fundos nacionais auferidos por sujeitos passivos de IRS residentes em território nacional (fora do âmbito de uma atividade comercial, industrial ou agrícola) deixaram de estar isentos, passando a ser tributados por retenção na fonte a título liberatório (atualmente à taxa de 28%), sem prejuízo da opção pelo seu englobamento.
      Os contribuintes continuam, porém, dispensados de reportar os rendimentos auferidos em UP em fundos nacionais na declaração de IRS, pelo que só o devem fazer caso optem pelo seu englobamento.
      Assim, caso o contribuinte queira optar pelo englobamento e o rendimento (positivo ou negativo) decorrente do resgate seja considerado obtido em Portugal (i.e. rendimentos de resgates de UP de fundos domiciliados em território nacional), a operação deverá ser reportada no Anexo G da declaração de IRS.
      – Rendimentos positivos ou negativos obtidos em Portugal – Anexo G:
      Resgate de UP em FIM, em caso de opção pelo englobamento:
      -Quadro 10 – Código G30 – Rendimentos gerados antes de 30 de
      junho de 2015;
      -Quadro 10 – Código G31 – Rendimentos gerados a partir de 1 de
      julho de 2015

      Note que o prazo para mexer em 2016 está a acabar a 31 Maio.

  14. Avatar
    Margarida Reply

    Sr. Pedro Andersson

    Coloquei-lhe aqui uma questão no dia 07.04.2019 acerca do anexo E, bem como do preenchimento da declaração de IRS dos dois anos anteriores.
    Respondeu-me que seria uma alegria para si se essa devolução acontecesse 🙂

    Começo por dizer que não entreguei declarações de IRS nos anos de 2016 e 2017 e nem pretendia fazê-lo este ano por estar isenta dessa entrega, face aos rendimentos auferidos serem baixos.
    Vi a sua reportagem bem como todos os posts relativos ao anexo E e, como tenho certificados de aforro, resolvi entregar a declaração este ano e ainda elaborar as declarações relativas aos anos de 2016 e 2017 (sim elaborar e não substituir porque não as tinha entregue).
    Ao longo deste mês começaram por me reembolsar todos os juros retidos de 2018, depois os juros relativos ao ano de 2016 e hoje recebi o último reembolso relativo ao ano de 2017, sem qualquer aplicação de coimas.
    No total, foram cerca de 3000 euros…e palavras, não tenho para lhe agradecer!!
    Apenas digo OBRIGADA…em meu nome e em nome de todos os portugueses que graças à Sua reportagem puderam receber aquilo que têm direito e que, por desconhecimento, falta de informação e de alertas não tinham recebido até então.
    Bem Haja!!!

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Cara Margarida. Até me deixou arrepiado quando li a sua mensagem. Gostava muito de falar consigo pessoalmente. Pode enviar-me o seu contacto por mensagem privada? Muito obrigado. Pedro Andersson

    • Avatar
      Marta Rodrigues Reply

      Margarida,

      Parabéns por ter conseguido reaver todo esses juros retidos a que tinha direito.

      No meu caso, que também tenho baixos rendimentos, não entreguei declarações de IRS relativas aos anos de 2016 e 2017, e não pretendia fazê-lo relativamente ao ano de 2018. Mas tendo em conta que existe esta possibilidade, também pretendo englobar os meus rendimentos dos certificados de aforro e tesouro.

      Tenho receio de aparecer alguma coima avultada por fazer uma primeira declaração relativa aos anos de 2016 e 2017 com todo este atraso.

      Acontece que quando faço a simulação com o englobamento dos juros brutos e respetivas retenções dos meus certificados de aforro e tesouro, acabo sempre por pagar 14.5% de imposto sobre esses juros brutos. Como é que conseguiu reaver a totalidade da taxa liberatória de 28% sobre os seus juros brutos retidos automaticamente na fonte ?

      Obrigada por partilhar o seu caso connosco !

      • Avatar
        Luis Reply

        Bom dia Marta, vou dar o meu input à sua questão na medida do possível.
        Não creio que existam coimas porque a Marta está dispensada de entregar o IRS devido ao nível dos rendimentos, simplesmente não exerceu antes o seu direito de englobamento, algo que está a fazer agora.
        Chamo a atenção para, daquilo que sei, o prazo para mexer em 2016 acaba HOJE, dia 31/Maio (como o prazo para entrega dos rendimentos de 2016 foi 31/Maio/2017 e existe o prazo de 2 anos para mexer nessa declaração, acho que termina hoje). Para 2018 e 2017 tem mais tempo mas para 2016 está mais apertada.
        Relativamente à sua outra questão, é possível que não esteja de facto a receber a totalidade dos 28% de volta. A forma de ver se assim é é ver (na simulação) se está a receber a totalidade das retenções feitas. Caso não esteja a receber tudo de volta convém perceber porquê, olhando para o resto dos valores da simulação.
        As rubricas mais importantes na simulação (simplificando um pouco) são:
        – Rendimento Coletável
        – Taxa
        – Coleta Total
        – Deduções à Coleta
        – Coleta Líquida
        – Retenções na Fonte
        – Valor a receber (pagar)
        A Coleta Total é aquilo que a AT acha que você, numa primeira abordagem, deveria suportar de IRS (atendendo ao escalão de rendimentos em que se situa). Depois, a AT dá-lhe um “desconto” que corresponde às Deduções à Coleta (diria que esta rúbrica, para estes efeitos, é a mais importante). As Deduções à Coleta são compostas por aqueles benefícios que vêm do E-fatura (Despesas Gerais, Despesas Educação, Despesas Saúde,…) mas também existe um valor de 600 eur por cada dependente – que não sei se no seu caso é aplicável mas que é um valor bastante considerável. As Deduções à Coleta subtraem à Coleta Total e obtém-se a Coleta Líquida que é mesmo o IRS que terá de suportar. O Valor que recebe/paga resulta apenas da comparação entre a Coleta Líquida e a Retenção na Fonte.
        Eu diria que se não está a receber toda a Retenção é porque terá um valor nas Deduções à Coleta que não é suficiente para fazer com que a Coleta Líquida seja zero. No meu caso concreto, até com uma taxa de imposto maior do que a sua (23% vs 14.5%) consegui ir buscar todo o valor da Retenção, essencialmente porque tenho um valor significativo nas Deduções à Coleta que faz com que a Coleta Líquida (o IRS que tenho de suportar) seja zero. Sugiro que analise a sua simulação para perceber se assim é.
        Espero que ajude, cumprimentos.

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    Ana Martins Reply

    Luis, muito obrigada pelo seu esclarecimento.
    Penso que agora vou conseguir resolver a situação de forma adequada.

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    Ana Martins Reply

    Muito grata pelos vossos esclarecimentos.
    Na repartição de finanças não me apresentaram essa opção. Simplesmente disseram que não era possível ir buscar já o reembolso dos rendimentos passados.
    Efectivamente pensei que poderia ser tudo incluído na mesma declaração. Era mais prático.

    Sabem por favor dizer-me se ao submeter uma declaração de substituição dos anos de 2016 e 2017 não vou pagar coima por estar a entregar fora do prazo legalmente estipulado? E já agora existe algum sítio onde se possa ter acesso a explicações de preenchimento dos anexos deste tipo que me acabam de dar? É que eu li as instruções de preenchimento do anexo E que a AT disponibiliza antes de preencher a declaração e esse aspecto lá não está nada explícito.

    Mais uma vez, muito agradecia pela ajuda.

    Bem hajam!

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      Luis Reply

      Com base na minha experiência (e no que procurei na internet) temos 2 anos após a data limite para entrega do IRS do ano a que os rendimentos dizem respeito – Ex.: 2016: 31 Maio 2017 –> 31 Maio 2019. Não está a entregar nada fora do prazo. Dentro desse prazo podemos entregar declarações de substituição desde que delas resulte mais reembolso para nós e nesse caso não há lugar a qualquer coima. Caso resultasse mais IRS para o estado então sim haveria lugar a coima (admito que seja a forma que a AT tem de evitar que as pessoas manipulem o IRS de forma a adiar, por 2 anos por exemplo, o pagamento de valores mais avultados de IRS).
      Quanto a instruções de preenchimento veja se estas lhe servem:
      – O quadro que tem de preencher é o quadro 4B (que é o quadro para incluir os rendimentos que tenham sido objeto de retenção a taxas liberatórias – como diz o cabeçalho do quadro) do anexo E. Admitindo que só tem juros de depósitos a prazo a englobar então o preenchimento é feito do seguinte modo: Na primeira linha colocar:
      -1a coluna: escrever “451” (é apenas um código de linha, se preenchesse uma segunda linha seria a “452” e assim sucessivamente). É uma exigência de preenchimento que o código de linha do quadro 4B seja 45X e qualquer coisa.
      -2a coluna: escrever o número de contribuinte da entidade que pagou os juros, nesse caso é o NIF do Banco
      -3a coluna: escrever “E20” (é o código que significa – Juros)
      -4a coluna: escrever a letra correspondente ao titular que recebeu os rendimentos, “A” ou “B”
      -5a coluna: escrever o valor dos juros Brutos. Ex.: 1000 (nota: é o valor BRUTO)
      -6a coluna: escrever o valor retido pelo estado. Ex.: 280 (expectavelmente 28% dos juros brutos)
      – E é isto. Note que não inscreve o valor dos juros líquidos (o que efectivamente recebeu na conta) em lado nenhum. O que tem de inscrever são os Juros Brutos e o valor Retido.
      – Se tiver dificuldade em calcular os juros brutos e a retenção a partir do valor do juro líquido, diga.

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        carlos Reply

        Olá Luis! Tenho fundos de investimentos mobiliários para declarar relativos ao ano de 2016 (Resgate) sabe me dizer qual o anexo a preencher eos códigos a utilizar? Obrigado

        • Avatar
          Luis Reply

          Boa Tarde Carlos, relativamente a resgate de fundos não tenho experiência em primeira mão (a minha experiência é em Juros de Certificados e de Depósitos). No entanto, da informação que consultei parece-me que o resgate de fundos mobiliários, “é como se fosse uma venda”, e como tal há lugar ao cálculo de mais/menos valias. Caso sejam fundos nacionais então essa mais valia terá sido objeto de retenção (convém confirmar com o Banco que assim foi e quais os valores em questão). Tendo havido retenção de parte da mais valia então também pode ser vantajoso (apesar de não ser obrigatório) englobar esses rendimentos e respetiva retenção à semelhança dos outros rendimentos de que se fala neste artigo.
          No entanto, do que consegui apurar, neste caso é o anexo G que deve ser preenchido e não o anexo E.
          Veja, por favor, se esta informação que encontrei, e que em baixo reproduzo, lhe é útil:

          Ações e Unidades de Participação (“UP”)
          13. As mais e as menos-valias decorrentes do resgate de UP em fundos de
          investimento mobiliário (FIM) ou imobiliário (FII) devem ser reportadas na
          declaração de IRS em que anexo?
          Com a entrada em vigor, a 1 de julho de 2015, do Decreto-Lei n.º 7/2015, de 13 de janeiro, os rendimentos decorrentes do resgate de UP em fundos nacionais auferidos por sujeitos passivos de IRS residentes em território nacional (fora do âmbito de uma atividade comercial, industrial ou agrícola) deixaram de estar isentos, passando a ser tributados por retenção na fonte a título liberatório (atualmente à taxa de 28%), sem prejuízo da opção pelo seu englobamento.
          Os contribuintes continuam, porém, dispensados de reportar os rendimentos auferidos em UP em fundos nacionais na declaração de IRS, pelo que só o devem fazer caso optem pelo seu englobamento.
          Assim, caso o contribuinte queira optar pelo englobamento e o rendimento (positivo ou negativo) decorrente do resgate seja considerado obtido em Portugal (i.e. rendimentos de resgates de UP de fundos domiciliados em território nacional), a operação deverá ser reportada no Anexo G da declaração de IRS.
          – Rendimentos positivos ou negativos obtidos em Portugal – Anexo G:
          Resgate de UP em FIM, em caso de opção pelo englobamento:
          -Quadro 10 – Código G30 – Rendimentos gerados antes de 30 de
          junho de 2015;
          -Quadro 10 – Código G31 – Rendimentos gerados a partir de 1 de
          julho de 2015

          Note que o prazo para mexer em 2016 está a acabar a 31 Maio.

  17. Avatar
    Ana Martins Reply

    Boa tarde,
    Tenho uma dúvida sobre este tema e gostaria que me pudessem ajudar a esclarecê-la.
    Depois de ter conhecimento desta informação sobre o modelo E, que desde já agradeço, pois considero de extrema utilidade, reuni as declarações anuais de rendimentos de 2018, 2017 e 2016 do meu depósito a prazo e submeti uma declaração de substituição do IRS muito mais vantajosa do que a primeira.
    No quadro 4B declarei a totalidade de rendimentos e impostos retido nos 3 anos referidos anteriormente e no quadro 5 declarei a parcela do rendimento que era referente aos anos de 2017 e 2016. A minha ideia era conseguir recuperar também os valores dos anos anteriores, uma vez que anteriormente não os mencionava por desconhecimento e o valor ainda é significativo.
    Acontece que a declaração acusou divergência com os dados da AT e fui chamada às Finanças. Indicaram-me que apenas posso declarar os valores referentes ao ano de 2018, a que a declaração diz respeito. Pediram-me para submeter nova declaração em que corrijo o quadro 4 e apago totalmente o quadro 5. A justificação que me deram foi um pouco confusa e atabalhoada. Eles dizem que não posso incluir valores de anos anteriores porque os documentos do banco que apresentei não foram passados no ano de 2018, ou seja, deviam ter sido declarados nos anos a que dizem respeito e agora já não há nada a fazer para os recuperar (as declarações que possuo foram obtidas na app CaixaDirecta e têm a data do início do ano seguinte àquele a que os rendimentos dizem respeito, como é habitual ex: declaração dos rendimentos de 2017 tem data de 01-02-18). Ao que percebi deveria ter um documento referente aos valores dos anos anteriores com a data de 2018, ou seja, que indicasse que os valores tinham sido colocados à disposição do cliente no ano de 2018 e só assim os poderia incluir no quadro 5 da declaração de 2018.
    Gostaria de saber se esta situação já aconteceu com algum de vós e se esta justificação é válida e tem base legal. Gostaria também de saber, se possível, como é que o senhor que dá o testemunho no post conseguiu receber os rendimentos dos anos anteriores em não tinha declarado por desconhecimento e saber quantos anos anteriores conseguiu recuperar. Pediu algum documento “especial” ao banco para comprovar esses rendimentos anteriores, tipo um resumo?

    Fico muito grata pela ajuda que me possam dispensar.

    Com os melhores cumprimentos,

    Ana Martins

    • Avatar
      Luis Reply

      Olá, tem de preencher 3 declarações de substituição diferentes: uma para 2018, outra para 2017 e outra para 2016. Em cada uma delas, não preencha o quadro 5, preencha apenas o 4B do anexo E para cada ano com os rendimentos relativos a cada ano. Não misture rendimentos de anos diferentes que é isso que está a causar a divergência (percebo a sua intenção mas não é assim que a AT espera receber a informação).
      Note que o prazo para fazer uma declaração de substituição de 2016 está quase a acabar: é 31 de Maio de 2019 que é quando perfaz “2 anos sobre a data limite original para entrega da declaração de 2016 que foi 31 de Maio de 2017”. Sei disto porque ainda há pouco tempo entreguei uma declaração sobre 2016 e tem estado a correr bem o processo – ainda não recebi o reembolso corrigido mas já foi emitido.

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    Ceu Cunha Reply

    Boa noite será possivel dar uma pequena ajuda quanto ao meu irs? Acontece o seguinte: o meu irs automatico tenho para validar 1174,00 euros o que me parece exagerado dado que o meu rendimento anual e de 12 342,00 ou seja 6030,00 referente á pensão e outro tanto do meu emprego sou viuva tenho emprestimo para habitacao que na declaração consta 21,00 euros de juros o que me foi dito por a CGD é que só entram 30% dos juros existe na Mutualista a quatia de 2800 euros numa aplicaçao que os juros quando vencem ficam acumulam á conta ainda nao validei o irs porque estou sempre atenta as suas noticias e o que foi dito por o Pedro Anderson,foi para meter o irs o mais tarde possivel será que pode dar uma dica como minimizar tudo isto? Parabéns pelo seu programa é de Excelencia Hum bem Haja..

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    Joana C. Reply

    Li o seu artigo e resolvi pedir a declaração junto do banco e dos correios mas trataram-me como se fosse doida e como se o meu o meu pedido fosse descabido. Chegaram mesmo a dizer que esta notícia do englobamento é apenas uma tentativa do estado de tentar saber que tipo de poupanças temos de forma a reduzir as ajudas que o estado da, (sub desemprego, consultas no hospital) a quem tem na realidade dinheiro no banco. O que acha desta reações? Fiquei na dúvida se devo ou não avançar. Pelo que escreveu no artigo penso que pode ser vantajoso. Também me disseram que é impossível obter declarações dos anos anteriores…. aguardo uma resposta. Obrigada

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. Livro de reclamações. A Joana ou quer ou não quer. O banco ou dá ou não dá. Se não dá tem de explicar porquê ecom base em que lei. Quem sabe o que quer é a Joana não é o banco, certo? Ou são eles que sabem o que a Joana deve querer ou não? Desculpe, mas estas respostas dos bancos tiram-me do sério.

    • Avatar
      Luis Reply

      Com base na minha experiência não tive esse tipo de problemas. Tanto BancoBest, como NovoBanco como IGCP (Certificados aforro/tesouro) me passaram há menos de 1 mês declarações de 2016 (que eu devia ter pedido há 2 anos atrás e que só pedi agora). Nenhum deles me levantou problemas nem se atreveram a tratar-me como doido – nem eu lhes admitia.
      É um pedido que a Joana tem direito de fazer e eles têm a obrigação de dar resposta positiva. A única coisa que no caso dos correios se lembraram de fazer foi de querer cobrar-me 10eur porque se tratava de uma declaração de 2016. Virei-lhes as costas e pedi gratuitamente no IGCP (para os certificados de aforro/tesouro tanto pode pedir nos correios como no IGCP).
      Quanto ao resto dos comentários não fazem sentido nenhum. As Finanças já sabem o que temos ou deixamos de ter e as Instituições (bancos, …) já lhes reportam esses valores mesmo que nós não o façamos.

  20. Avatar
    Miguel Reply

    Bom dia Pedro,
    Muito obrigado pela dica.
    Já entreguei a declaração deste ano e recebi o reembolso, mas já vi que só da CGD estão cerca de 280€ que ficaram retidos! Lá terei que entregar uma declaração de substituição
    Alguém sabe o valor da coima se apresentar-mos agora uma declaração para substituir a do ano passado?

    Cumprimentos

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    Casimiro José Lopes Gonçalves Reply

    Boa tarde, este ano queria simular no IRS o englobamento dos rendimentos dos juros dos dep. a prazo/certif. do tesouro, com os respectivos impostos já liquidados. No entanto, no programa quando pede o NIF da entidade devedora, no quadro 4a e 4b do anexo E, aparece-me uma mensagem a dizer que este NIF, quando colocado no anexo B, não pode constar no outro. Quando o retiro de um dos lados aparece uma mensagem a dizer que falta colocar o NIF. Ora, como não posso inventar um, e a entidade é sempre a mesma (banco ou IGCP), não consigo prosseguir. Alguém me consegue ajudar no que estou a fazer mal? Obrigado.

    • Avatar
      Luis Reply

      Para juros dep a prazo/certificados tesouro só tem que preencher o quadro 4B do anexo E. Ao preencher o 4B com os NIF devidos já não deve obter erros.

  22. Avatar
    Maria Carvalho Reply

    Boa tarde
    E se uma pessoa tiver que entregar a declaração de IRS porque tem uma reforma acima do ordenado mínimo nacional mas estiver isenta de IRS por incapacidade e não estiver abrangido pelo IRS automático também tem direito a reaver os 28% de imposto retido?
    Obrigada

  23. Avatar
    Paulo Alexandre Reply

    Antes de mais quero felicitá-lo pelo excelente serviço público que presta à comunidade com os seus alertas e “dicas” no programa Contas-Poupança e respectivo site e que tenho o privilégio de acompanhar desde há muito tempo. Bem haja por isso.
    Sendo eu um desempregado de longa duração, portanto sem rendimentos do trabalho em 2018, mas com rendimentos provenientes da venda de algumas acções cotadas em bolsa e por isso obrigado a entregar o “anexo G” do IRS referente a “mais-menos valias”, mas tendo também recebido dividendos de acções e juros de obrigações com 28% de IRS retido na fonte, a minha questão prende-se com a obrigatoriedade ou não de os declarar no “anexo E” e a possibilidade de fazer o englobamento destes rendimentos para o reembolso do IRS retido. É também necessário pedir uma declaração desses rendimentos e imposto retido à entidade bancária que os disponibilizou e reteve?
    Previamente grato pela sua disponibilidade, atenção e esclarecimento.

    • Avatar
      Luis Reply

      Não é obrigado a declarar dividendos e juros (porque já foram retidos a 28%) mas pode ser do seu interesse fazê-lo dependendo da sua demais situação. Convém simular e ver se fica melhor ou pior se os incluir.
      Sim, tanto quanto sei (pelo menos é assim que eu faço) caso decida incluir esses rendimentos convém pedir declarações aos bancos para ficar com esse suporte.

  24. Avatar
    Miguel Gonçalves Reply

    Boa tarde,
    antes de mais, parabéns pelo artigo. Saber é poder.
    Deixo uma questão, poderão ser incluídos aqui os juros obtidos no RAIZE?
    Obrigado desde já.
    Miguel Gonçalves

  25. Avatar
    Rui Cruz Reply

    Muito obrigado Sr. Jorge. Realmente preencher apenas o quadro 4B era o que tinha lógica.
    Não querendo ser abusador, para tentar recuperar algum valor do ano passado, como deveria proceder?
    Mais uma vez muito obrigado.

    • Avatar
      Luis Reply

      Preencher uma declaração de substituição incluindo esses rendimentos.

  26. Avatar
    Jorge Reply

    Pedro, esta reportagem foi muito útil, mas induziu em erro quanto ao local exato onde preencher os juros e respetivas retenções dos produtos mencionados.
    O vídeo e alguns dos ecrãs desta página apresentam o quadro 4A do anexo E, referente a rendimentos sujeitos a taxas especiais, sobre os quais não foi efetuada retenção. No entanto, os juros de depósitos a prazo e certificados do aforro/tesouro declaram-se no quadro 4B, referente a rendimentos sujeitos a taxas liberatórias.

  27. Avatar
    Rui Cruz Reply

    Bom dia.
    Antes de mais, deixe-me felicitá-lo pelas ajudas que tem dado, das descobertas de “ratices” que existem na lei e que a maior parte das pessoas desconhece, que é o meu caso 🙂 .
    Neste caso dos 28% que se podem recuperar ou pelo menos alguma parte, tive juros e retenção na fonte de certificados de aforro, que não sei bem como os colocar. Preencho apenas o quadro 4B? Se colocar sim ou não na opção pelo englobamento, obriga-me também a preencher o quadro 4A, mas depois informa que o NIF não pode ser igual no 4A e 4B (!!!).
    E já agora, como posso fazer para tentar recuperar o do ano passado?
    Fico então a aguardar a sua resposta.
    Obrigado e mais uma vez parabéns pelo trabalho que desenvolve.

    • Avatar
      Jorge Reply

      Preencha apenas o quadro 4B e não indique nem “Sim” nem “Não” na anterior pergunta sobre se quer englobar (pois ela refere-se ao quadro 4A).

  28. Avatar
    Valerie Moreira Reply

    Preciso de ajuda para o anexo E
    Tenho uma conta de aforro (certificado de tesouro) e recebi juros
    onde devo colocar os valores etc… e conseguir reduzir o irs
    pk ao simular pago muito irs

    • Avatar
      Jorge Reply

      Deve indicar os juros e respetiva retenção, com o NIF do IGCP (503756237), no quadro 4B do anexo E.
      Simule primeiro sem o anexo E e depois com ele preenchido, para perceber qual o cenário em que terá maior reembolso.

  29. Avatar
    ANTÓNIO FERNANDO ROQUE FERREIRA Reply

    Olá boa noite.
    Eu recebi juros de títulos de tesouro, certificados de aforro e dividendos de acções.
    Tento meter no anexo E mas não consigo saber os códigos das entidades depositarias…ou seja refere ao NIF do meu banco ou das dos CTT e titulos de tesouro e das acções?

    • Avatar
      Luis Reply

      Peça as declarações para efeitos de englobamento (aos bancos e CTT) e lá vêm os NIF que deve usar.

  30. Avatar
    Raquel Reply

    Olá Pedro,

    Obrigada por este longo apoio que já dá a todos os portugueses!
    A minha dúvida é se os PPRs também “entram” neste rol? Ou seja, no meu caso é uma percentagem do meu vencimento que é retido no recibo e vai para uma seguradora, funcionando como um PPR, ou seja uma renda paga todos os meses aquando a minha reforma. Neste tipo de produto também pode ser declarado no anexo E para englobamento? Recebi precisamente as declarações fiscais deste produto.
    Muito obrigada

  31. Avatar
    mariana coelho Reply

    Bom Dia. Tenho um crédito pessoal na CGD e conta à ordem. Devo inserir no anexo E os juros do crédito pessoal?

  32. Avatar
    ALFREDO ALMEIDA Reply

    Olá.Como posso saber qual o valor exato da coima se fizer novo IRS em relação aos rendimentos de 2015 ,2014 ou 2013 por exemplo,e fazendo-as todas este ano? Alguém sabe? Já agora, hoje liguei 2 vezes para o 217206707, para esclarecer outras dúvidas, fui atendido por funcionários diferentes que me disseram …coisas diferentes!!

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    Maria José Albano Reply

    A minha mãe paga todos os anos IRS apesar da pensão dela ser à volta de 510€ mensais e receber a pensão de sobrevivência do meu pai que anda à volta de 187€ mensais. Ela tem algum dinheiro a prazo mas que nós nunca declarámos. Será por isso que ela paga IRS? Ou ela beneficiaria de declarar os juros que recebe e o imposto que é retido?

  34. Avatar
    domingos Reply

    ola pedro andersson numca falho um programa seu ao domingos sou um ex emigrante e ontem 7 de abril vi no seu proma que se podia ir buscar os 28 por cento que o estado retem estao desempregado mas fasso sempre irs mas a minha comtabelista numca me informou desse promenor tenho as minhas poupanças em certeficados de aforro poupança mais desde 20013 acha que posso ir buscar o s 28 por cento o meu irs e 0 tenho mais ao menos5 a6 mil euros de rendimentos. acha que me pode informar sobre essa situaçao muito obrigado e parabens pelo seu programa.

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. Penso que no seu caso recupera os 28% na totalidade. Este ano e no anterior. Pergunte ao seu contabilista porque nunca fez isso. Diga-me a resposta dele :). Abraço

      • Avatar
        Luis Reply

        Até 31 de Maio deste ano (caso seja rápido – prazo está quase a acabar) ainda consegue entregar uma declaração de substituição de 2016. Ou seja, conseguiria ir buscar os 28% de 2018, 2017 e 2016. Mais para trás acho que não dá.

  35. Avatar
    Lino Meneses Reply

    Fiquei com uma dúvida residual.
    Pode reaver os 28% de retenção únicamente quem está isento da entrega de IRS, ou quem está abrangido pelo IRS automático e não paga nem recebe qualquer valor?
    Obrigado.

    • Avatar
      Luis Reply

      Todos os que tenham uma taxa de IRS inferior a 28% (quer seja 0%, 14.5% ,…), em principio, beneficiam de englobar e podem reaver parte ou a totalidade dos 28% retidos.
      Não tem tanto a ver com se paga/recebe, pois o pagar/receber é apenas um acerto final que compara as retenções (de salários, por exemplo) feitas ao longo do ano com o IRS apurado no final. Pode-se dar o caso de não pagar nem receber nada porque as retenções feitas no salário são da mesma magnitude do imposto apurado no final. Isso por si só nada diz acerca da possibilidade de reaver os 28%. Tem de se olhar para a taxa de imposto e compará-la com os 28%, ou melhor ainda, simular os 2 cenários (englobamento e não englobamento).

      • Avatar
        Luisa Ricardo Reply

        Caro Pedro,

        Fiquei com a mesma duvida do Sr. Lino Meneses.
        Esta sua resposta “Já não é pouco” é uma confirmação à pergunta do Sr. Lino Meneses? “Pode reaver os 28% de retenção únicamente quem está isento da entrega de IRS, ou quem está abrangido pelo IRS automático e não paga nem recebe qualquer valor?”

        Os OUtros que fazem retenção na fonte não podem recuperar os Juros dos Depositos a prazo?

        Muito obrigada pelo esclarecimento.

        • Pedro Andersson
          Pedro Andersson Post authorReply

          Olá. Todos podem recuperar alguma coisa. Depende das suas deduções e rendimentos. Só saberá simulando com dados reais. Não dá para “adivinhar”… 🙂

  36. Avatar
    Margarida Reply

    Boa tarde,
    Com toda esta novidade, surgiram-me duas questões:
    1) Está isento de entrega de IRS quem tem uma pensão cujo valor anual ronda os 5000 euros. No entanto, se tiver juros de certificados de aforro no valor de 4300 euros, e queira englobá-los, ultrapassa o valor máximo definido para isenção. Assim sendo, considera-se isento na mesma porque se tratam de duas parcelas distintas, ou não? Isto porque queria fazer entrega do IRS do ano anterior mas tenho receio de ser aplicada alguma coima (que pode ir de 150 até 3.750 euros), que, caso fosse considerados isento, já não seria aplicada.

    2) Pode preencher-se apenas o quadro 4B do anexo E? Isto porque se colocar a opção de englobamento, pede para preencher o quadro 4A.

    Obrigada pelas dicas, sempre tão importantes para todos nós

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá margarida. Isso já é muita areia para a minha camioneta. Não sou contabilista e não quero induzir em erro sem querer. Sugiro que fale com um contabilista. Gasta 20 ou 30 euros e pode assim do nada recuperar 2400 euros neste ano e no anterior… Veja isso bem, ok? Era para mim uma alegria se isso lhe acontecesse 🙂

  37. Avatar
    valerie Dos Santos Moreira Reply

    Bom dia

    Desculpa a minha ignorância neste assunto
    O anexo E é para q situação ?
    Mais informação obrigado

  38. Avatar
    Maria do Carmo Reply

    Por desconhecimento não faço englobamento de rendimentos de capitais de certificados do tesouro desde o inicio. Posso recuperar os 28% de imposto retido pelo estado sobre os juros dos referidos capitais relativos aos anos anteriores? Isso é possível na declaração de IRS deste ano? Ou tenho de fazer alteração das declarações de IRS relativa aos anos anteriores? A forma como se deve realizar essa recuperação não está clara. Apenas diz que dá trabalho.

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Tem de simular os anos anteriores, ver se compensa pagar multa por entregar fora de prazo, entregar nova declaração e aguardar.

  39. Avatar
    IDALECIA VIEIRA Reply

    IRS DE CONTRIBUINTE QUE FALECEU EM OUTUBRO DO PASSADO ANO E QUE NORMALMENTE ERA FEITO EM CONJUNTO NÃO CONSTA DO “IRS AUTOMÁTICO” DESTE ANO..???!!!
    SEMPRE FIZERAM ASSIM E AGORA . E NÃO SENDO POSSÍVEL JÁ ACEDER AO SITE DO FALECIDO COM A SENHA DAS FINANÇAS COMO PROCEDER PARA ENTREGAR O REFERIDO IRS?
    AGRADEÇO O ESCLARECIMENTO POSSÍVEL

    IDALECIA VIEIRA

  40. Avatar
    IDALECIA PIEDADE MARTINS Reply

    OLÁ GENTE BOA
    CREIO NUNCA TER VISTO AQUI NEM EM LADO NENHUM COMO É QUE UMA VIÚVA ENTREGA O IRS EM CONJUNTO – OU SEM ELE – NEM TÃO POUCO EXPLICAÇÃO PARA COMO PREENCHER “A PAPELADA”…!
    PASSO A EXPLICAR:O MEU SOGRO FALECEU HÁ 6 MESES ATRÁS LOGO O IRS QUE SE TEM DE ENTREGAR CONTEMPLARÁ DECERTO OS RENDIMENTOS DO SR ATÉ AO MÊS EM QUE FALECEU.PORÉM JÁ NÃO É POSSÍVEL ACEDER AO SITE DAS FINANÇAS COMO É ÓBVIO COM AS CREDENCIAIS DO MEU SOGRO.PRETENDE A Sra MINHA SOGRA ENTREGAR IRS EM CONJUNTO COMO SEMPRE FEZ MAS O “AUTOMÁTICO” NEM SEQUER É APRESENTADO COMO SEMPRE ACONTECEU.
    PERGUNTA;COMO TERÁ A SRª QUE FAZER PARA RESOLVER O PROBLEMA E ENTREGAR O IRS SENDO QUE DECERTO AS FINANÇAS DEVERÃO TER OS ELEMENTOS DOS DOIS PORQUE AMBOS SÃO PENSIONISTAS.
    OBRIGADA DESDE JÁ

    IDALECIA VIEIRA MARTINS

  41. Avatar
    Zé Manel Reply

    Mesmo com uma taxa de IRS de 14,50%, consigo recuperar todos os impostos retidos nos juros de contas a prazo e certificados de aforro.
    Fiz a simulação, e ao analisar verifiquei que isto acontece porque as deduções à colecta que consigo obter, por ter validado todas as facturas durante o ano, são largamente superiores à colecta total (o que teria de pagar se não existissem deduções nem retenção na fonte ao longo do ano). Logo, ao aumentar o rendimento com o englobamento dos juros, o consequente aumento de imposto vai ainda ser absorvido pelas deduções à colecta disponíveis, e no final consigo o reembolso da parte que tinha sido retida.
    Na dúvida, vale mesmo a pena simular antes de enviar a declaração!

    Pedro, muito obrigado pelas excelentes informações que disponibiliza!
    Parabéns pelo seu trabalho!

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    Francisco Baptista de Gouveia Reply

    Olá Maria Perez e Pedro,

    E realmente fazer como o Pedro falou mas em todo o caso julgo que já não será possível reaver esses valores de 2015 pois só se consegue ir aos 2 anos anteriores (sem coima caso seja a nosso favor a nova declaração IRS, se for contra nós o ESTADO aplica uma coima para além de termos que entregar o valor apurado na nova declaração apresentada…pois e verdade, se notarmos que defraudados o estado mesmo que por desconhecimento ou lapso, ao sermos honestos ao ponto de lhes entregar os valores voluntariamente sem serem eles a notarem a situação ainda pagamos uma coima…) na mesma e uma questão de ver que valores teria a receber após essa nova declaração com englobamento e qual o valor da coima por ser 4 anos depois, se ainda receber dinheiro e fazer, caso contrário e melhor não pois ainda paga ao estado do bolso…

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    Maria Perez Reply

    Se um mutualista “Montepio “levantar algum valor dessa conta e os juros não aparecerem na caderneta nem, o que temos de pagar desse levantamento ao Estado (seja lá que departamento fôr),foi em 2015 até hoje nada foi claro o que me explcaram desse juro foi de alguns anos ( + ou menos 1065 euros penso eu,) o que ainda posso fazer? 2 funcionários deram explicações diferentes. obrigada pela sua disponibilidade.

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. Peça as declarações fiscais do banco de todos esses anos depois contacta as Finanças para saber o que fazer.

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