Truques para acabar com as “derrapagens” nas férias

Escrito por Pedro Andersson

29.07.19

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3 min de leitura

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O seu orçamento “derrapa” nas férias?

O meu derrapa muitas vezes. Tenho quase a certeza de que já lhe aconteceu também gastar mais do que planeava numas férias. É uma altura propícia para gastos e não para poupanças. Fazemos gastos (e é normal) para compensar alguma contenção ao longo de todo o ano.

Já me aconteceu várias vezes ir gastando nas férias (almoços, jantares, compras no supermercado, cafés, pastelarias, carrosséis, parques de diversões, lanches e algodão doce, e mais isto e mais aquilo), pensando que tinha tudo controlado. Quando chego ao fim das férias e olho para o saldo da conta tenho o susto do costume.

E ainda por cima é a altura pior do ano com o regresso dos miúdos à escola, roupas de inverno, os seguros dos carros e o IMI logo a seguir. Tudo mau.

Como sei que este problema é cíclico, partilho convosco novamente o vídeo que fiz no ano passado com duas dicas que dou neste vídeo no YouTube. É só clicar aqui abaixo e, se tiverem alguma paciência para me ouvir, vão ver que vale a pena assistir até ao fim. E subscrevam o canal e ativem o sininho.

E podem aplicar estas dicas ao longo de todo o ano, em outras áreas que precisam de manter sob controlo como os gastos com hipermercados, o carro, roupas ou saúde.

Saber dizer “Não””

Na dica dos cartões pré-pagos (ver vídeo) pode avaliar também, de acordo com a idade dos seus filhos oferecer-lhes um cartão pré-pago “Multibanco” e definir o dinheiro que eles poderão gastar nas férias à sua vontade. Isso vai não só ensinar-lhes a gerir bem o seu dinheiro como pode ajudar a manter os seus gastos sob controlo, “obrigando-os” a decidirem o que querem realmente ou não. O exercício de escolher e saber dizer não é importantíssimo no desenvolvimento da inteligência financeira deles.


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5 Comentários

  1. Augusto

    Contas-poupança, com estas suas dicas.
    Ficamos de ferias infindavelmente e…
    Não voltamos para casa! 😛 😛 😛

    Comecei a fazer férias bem cedo, sozinho com os Amigos, acho que aos 16 anos.
    Uma das principais preocupações de quem tem um orçamento apertado e contado, era quantificar logo os custos de regresso.
    Ou ficariamos sem poder voltar a casa.
    E esses custos incluem.
    – Pagar hotel ou camping (é feito no ultimo dia)
    – Pagar viagem de regresso, seja carro (combustivel e portagens), ou comboio, camioneta, etc…
    – Pagar as refeições da viagem.
    .
    Isto é super importante, e fizermos como o Contas-poupança explicou, os tais 80%…..bem que não voltamos a casa, Lolll
    Ok…ok…foi um video giro de cartões de credito e cartões pré-pagos…
    Dicas para poupar nas férias, não vi… :( 🙁 🙁
    Tipo a que dei e deve ser salvaguardada, mas mais…por exemplo, no local das ferias, fugir das avenidas principais e restaurantes da moda…Procurar outras ruas menos movimentadas onde por vezes encontramos restaurantes bem mais tipicos e muito mais em conta….E muitas outras dicas, que essas sim são dicas de poupança em ferias.
    Sorry, desta vez não gostei.  

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá Augusto. Obrigado pela crítica construtiva. Esse poderia ser outro vídeo. Acho que as pessoas devem gastar o dinheiro onde quiserem de acordo com o orçamento que têm. Outra dica é cozinhar em casa em vez de ir ao restaurante, mas acho que seria tão óbvio que opto (até agora) por não dar esse tipo de dicas. Dei estás dos cartões porque nunca os tinha usado para esse efeito até ao ano passado. Não tenho nenhum interesse por trás do tema 🙂

      Responder
  2. Miguel Cruz

    Sempre bem sintonizado para a poupança e para o cuidar da carteira. Se me permite Sr. Pedro, acrescentaria outro método que utilizo.
    Por norma, levo ao tais (+/-) 80% do orçamento de férias em dinheiro vivo num envelope, deixando no cartão os restantes para salvaguarda e imprevistos inadiáveis (farmácia ou afins). Assim, levo comigo o dinheiro que pretendo gastar por dia e daí vou gerindo, porque, ver o dinheiro vivo sair e ver o envelope a ficar vazio custa mais e alerta mais para a noção de gastos. Claro que, se tiver despezas pre-definidas (alojamento, combustível para o regresso, etc) que normalmente ficam para o final das férias, cativo esse dinheiro noutro envelope para não ter surpresas.
    Depois, há que dar uso às vantagens que vamos ganhando ao longo do ano para estas alturas, como por exemplo, acumulo os pontos do cartão Deco+ que ganho quando abasteço mensalmente e quando chego à altura de férias tenho pontos suficientes para encher o depósito para o mês normal de viagens sem estragar o orçamento e compensar os gastos extra das férias. Assim como estes, tenho outros que aprendi consigo e que contrui por força da necessidade. 😉
    Abraço e continuação se boas dicas!

    Responder
  3. Fátima Marques

    Eu uso o sistema dos envelopes, todos os meses coloco uma quantia em vários envelopes (IMI, Despesas com carro, Férias, Saúde…), quando as despesas chegam tenho sempre o dinheiro necessário sem comprometer o orçamento mensal.
    No caso das férias, além do dinheiro do envelope, também vou acumulando valor dos descontos em cartão dos supermercados, que utilizo para comprar comida e combustível.
    Não dá para ir de férias para o estrangeiro, mas posso dizer que no ano passado tive uma semana no Minho e ainda sobrou dinheiro para um fim-de-semana no Alentejo, quanto ao subsídio de férias foi todo para a conta poupança.

    Responder
  4. Cátia Domingues

    Olá Pedro! Gostei do vídeo e aprendi truques que não conhecia.
    Obrigada e continue o excelente trabalho!

    Responder

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