PodTEXT | Poupar na eletricidade: qual é o melhor tarifário para mim?

Escrito por Inês de Almeida Fernandes

02.05.24

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19 min de leitura

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O podcast de sempre, agora mais inclusivo!

Como a literacia financeira é um aspeto fundamental para a boa gestão das finanças pessoais, os podcasts do Contas-poupança tornam-se agora mais inclusivos e passarão a ser publicados também em texto, nomeadamente para incluir a comunidade surda, pessoas que – não sendo surdas – têm dificuldades auditivas e, claro, todos os que ainda não perceberam como funcionam os podcasts ou que simplesmente preferem ler. Estamos também a trabalhar a possibilidade de traduzir o podcast para Língua Gestual Portuguesa, mas essa vai demorar mais tempo.

É o seu podcast de sempre, mas a partir de agora pode escolher lê-lo ou ouvi-lo. Aguardo as vossas criticas e sugestões.

Como é que escolho o melhor tarifário de eletricidade para mim?

[Introdução]

[Pedro Andersson]

Olá! Sou o Pedro Andersson, jornalista especializado em finanças pessoais e aproveito as minhas viagens de carro para falar consigo sobre dinheiro. Faço de conta que vai sentado ou sentada aqui ao meu lado, no lugar do pendura, e juntos vamos conversando. Basicamente é entre a viagem que faço depois de deixar o meu miúdo na escola e agora vou a caminho do trabalho.

Portanto, estou a aproveitar esta viagem, que serviria para ouvir música, notícias ou outra coisa qualquer, para lhe dar uma dica de finanças pessoais que melhore a sua vida. Não se esqueça de subscrever este podcast, de o partilhar com outros, dar as estrelinhas que entender e de acionar o sininho para ser notificado sempre que existir um episódio novo. É sempre às segundas-feiras, às 7 da manhã, e também às quartas-feiras, em que respondo a uma pergunta vossa que enviaram em áudio para o Whatsapp do Contas-poupança, que é o 92 775 37 37.

Não há perguntas demasiado simples e não há perguntas totós. A sua dúvida é muito importante porque pode ser a dúvida de milhares de outros portugueses e estamos aqui para aprender uns com os outros.

Hoje quero falar-vos sobre o mercado da eletricidade, porque apercebo-me que reina ainda uma enorme confusão sobre como funciona a eletricidade em Portugal. Para já, deve entender que mais de um milhão de portugueses está a pagar a mais pela eletricidade que consome. Pode fazê-lo conscientemente, ou seja, alguém pode dizer que sabe que está a pagar o dobro, mais 30% ou 40% do que outros portugueses pela mesma eletricidade, mas que quer fazer assim porque gosta mais daquela empresa ou porque oferece mais segurança ou credibilidade. Portanto, se o argumento for esse, maravilha, não há nada a dizer.

Agora se está a pagar a mais simplesmente porque desconhece as alternativas, porque não sabe como é que funciona, porque tem medo de mudar ou por preguiça, bom, aí tenho outra opinião, mas cada um faz o que quer. Mas, então, este episódio vai ser sobre eletricidade a propósito de uma mensagem que recebi de alguém desse lado, cujo nome não me recordo porque recebo centenas de mensagens todos os dias e não consigo ler todas.

Espero que não me levem a mal, mas a verdade é que há muitas mensagens que ficam por ler e responder, sendo completamente honesto, porque sou só um e este podcast é ouvido por 40 mil pessoas por mês. Mas a propósito desta questão da eletricidade, escrevo um artigo na página contaspoupanca.pt em que faço um ranking, um top 10 mensal com os preços mais baratos e mais caros da eletricidade para as pessoas perceberem que há diferenças.

Num dos artigos que escrevi, falei também de um novo tarifário indexado da eletricidade, que, embora não seja o mais barato, é o que está acessível numa das maiores empresas de eletricidade do país e houve alguém que me enviou uma mensagem com um printscreen da sua fatura, a dizer que já não percebia nada porque eu disse que aquela empresa tem um tarifário indexado, mas que pelo que consta na fatura, a empresa diz que não tem um tarifário regulado ou equivalente ao regulado, concluindo, portanto, que esse tarifário não existe.

Portanto, quem percebe alguma coisa disto, quem já tem alguma literacia financeira e sabe lidar com faturas de eletricidade, já percebeu aqui a falha na interpretação desta pessoa.  Milhares e milhares de portugueses confundem mercado regulado com mercado ou tarifários indexados e falarei também convosco sobre um outro tipo de tarifários, que são os dinâmicos e que também estão relacionados com os indexados, mas que são um bocadinho diferentes.

Portanto, resolvi mais uma vez fazer daqueles episódios básicos, porque há muitas pessoas novas também a ouvir o podcast e, naturalmente, como já ultrapassámos os 230 episódios, também não espero que as pessoas andem tudo para trás para ouvir os episódios todos, embora possam fazê-lo e há pessoas que fazem isso e até com um caderninho de apontamentos ao lado. Gabo-vos a paciência, mas é elogio ao vosso esforço de recuperar o tempo perdido. Portanto, quem ouvir este podcast desde o número um e até agora, vai ficar com um curso de finanças pessoais absolutamente extraordinário. Mas vamos voltar à eletricidade.

O que é o mercado regulado?

Durante décadas e décadas só havia uma empresa de eletricidade em Portugal, que era a EDP e o preço era igual para toda a gente. Todos tinham o mesmo preço, era definido pelo Estado, portanto, era um preço regulado. Quando falamos em mercado regulado ou em preços do mercado regulado, quer dizer que estamos a falar de apenas uma empresa em que o preço é definido pelo Estado.

Essa empresa, há umas décadas para os mais velhos, chamava-se a EDP. Depois passou a chamar-se EDP universal, mas as pessoas confundiam a EDP comercial com a EDP universal e então a ERSE decidiu que esta empresa que é do mercado regulado e em que são eles a dizer o preço, que não é um preço nem bom nem mau, é um preço mais ou menos a que podemos chamar um preço justo, que leva em conta os vários custos e que, pelo menos durante seis meses, não mexe. E quando mexe, mexe poucochinho, quer para cima, quer para baixo. Neste momento, está nos 16 cêntimos o quilowatt/hora.

Então, essa empresa passou a ser obrigada a retirar o nome EDP do título para as pessoas não confundirem as duas e passou a chamar-se SU Eletricidade. É este o nome da empresa do mercado regulado, esta é a empresa que tem a eletricidade do Estado.

Vamos simplificar desta maneira: O SU no nome significa Serviço Universal e as pessoas podem aderir a este tarifário de forma relativamente simples. Em algumas circunstâncias pode não ser assim tão simples, mas na maior parte dos casos é só ir ao site sueletricidade.pt e escrever lá “novo contrato”. E pronto, está feito, preenche os dados e passados uns dias ou umas semanas já é cliente da SU Eletricidade. Não tem descontos, não tem promoções, é aquilo e acabou.

É um bom tarifário para quem não quer ter chatices, não quer ter trabalho, como lhe disse, é do Estado. Se tiver algum problema elétrico, eles vão chamar quem é chamado por todas as outras empresas de eletricidade, que é a e-redes. Portanto, tem apoio ao cliente razoável, simples, não tentam convencê-lo nem a ficar nem a sair, não há publicidade para não fazer concorrência às empresas do mercado liberalizado e, portanto, isto é o mercado regulado.

A SU Eletricidade é o mercado regulado e esta é a única empresa com preço de mercado regulado, embora haja empresas que têm tarifários equivalentes, ou seja, iguais ao do mercado regulado, mas não vou complicar nesta fase. Portanto, quando ouvir falar em mercado regulado é o preço da eletricidade do Estado, que é um valor fixo, simples, claro, definido pela ERSE e está feito, ok?

E o mercado liberalizado?

Depois, temos o mercado liberalizado, que basicamente são todas as outras empresas, como a EDP comercial, a Endesa, a Iberdrola, a Alfa Energia, a Luzboa, Goldenergy, Repsol, Copérnico, Plenitude, etc. É um leque completamente arbitrário e aleatório os nomes que estou aqui a mencionar e posso nem ter mencionado algumas. Mas pronto, estas estão todas no mercado liberalizado. O que é que isto quer dizer? Quer dizer que podem fazer o preço que quiserem. É como nos combustíveis, cada marca põe o preço que quer, só tem de avisar. No caso da eletricidade, tem de avisar um mês antes que vai alterar os preços e aí o cliente ou continua ou sai.

O problema é que as pessoas ainda não meteram na cabeça que é fácil mudar de empresa de eletricidade. Aliás, há até pessoas que na altura ainda da EDP universal, portanto, quando era esse o mercado regulado, alguém as venceu e por ignorância as pessoas na altura, a comunicação social e o governo disseram que toda a gente tinha de sair do mercado regulado porque havia um prazo que, entretanto, já evaporou, e que as pessoas tinham de ir para o mercado liberalizado.

E, portanto, saindo da EDP antiga, as pessoas passaram simplesmente para a EDP Comercial e estão lá desde então, há décadas, pensando que ainda é a EDP antiga, mas não. Agora está no mercado liberalizado e faz, como as outras empresas, o preço que muito bem entender. Ou seja, faz preços de mercado e o objetivo da EDP comercial, tal como todas as outras, é ter lucro e, portanto, se as pessoas pagam o preço que ela diz, está ótimo. As pessoas só mudam se quiserem, mas lá está, as pessoas têm muito medo de mudar, mesmo quando mudam para outra empresa, depois para voltar a sair já é mais fácil, mas continua a ser um problema.

Mas continuemos a conversar sobre o mercado liberalizado. Dentro do mercado liberalizado, agora podemos escolher entre dois tipos de tarifários e praticamente todas as empresas têm e são para aí umas 20. Para saber quais são basta usar o simulador de eletricidade da ERSE, que pode encontrar através do Google, e só tem de preencher s seus dados e o simulador encontra a empresa mais barata para si.

Que género de tarifários existem?

Dentro dessas empresas vai encontrar uma expressão nova – nova para algumas pessoas e já conhecida para outras –, que é a expressão “tarifário fixo”, que basicamente significa que, por exemplo, durante um ano, uma determinada empresa faz-lhe um preço de 14 cêntimos o quilowatt/hora e o preço da potência contratada é X. A pessoa assina o contrato e é aquilo todos os meses, são aqueles valores vezes o número de quilowatts consumidos durante aquele mês. Fazem a conta, emitem a fatura, você paga e é assim enquanto lá estiver. Passado um ano, eles mudam os preços ou mantêm e você continua lá ou vai-se embora.

Atenção que nunca está fidelizado, pode sair todos os meses se quiser a menos que tenha assinado um contrato de fidelização, mas aí tinham de lhe fazer um preço muito bom e acho que isso, normalmente, não acontece. Portanto, em todas as empresas vai encontrar tarifários fixos, é aquele preço e se concorda, aceita, assina contrato e está feito.

Agora, praticamente todas as empresas, grandes e pequenas, têm também um tipo de tarifário que se chama indexado. Vou repetir: há tarifários fixos e tarifários indexados. Portanto, se um é fixo o outro já é mais fácil de entender. Os indexados variam. Estão agregados, estão colados, variam conforme o preço da eletricidade lá fora, onde as empresas compram eletricidade para lhe venderem a si.

Esse mercado, onde Portugal está, chama-se OMIE e há uma página na internet que se chama omie.es e se lá for, consegue ver o preço todos os dias da eletricidade. O preço que lá está é o preço de amanhã. Pode escolher em português, portanto, a página é espanhola, mas depois lá em cima escolhe português ou espanhol. Mas isto quer dizer que se mudar para um tarifário indexado não muda às escuras, porque pode acompanhar todos os dias o preço a que a eletricidade está.

Isto é uma enorme vantagem, porque se for uma pessoa que está disposta a estar atento ou atenta aos preços desse mercado OMIE, ao escolher o tarifário indexado e esses tarifários são constituídos da seguinte maneira, é o preço que está no OMIE, mais as taxas que são iguais para todos, para todas as empresas, mais os impostos e depois uma pequena ou grande margem de lucro que põem por cima desse valor.

Portanto, dentro do indexado, o princípio é este: o preço varia todos os meses, até pode variar todos os dias e até pode variar todas as horas e é aí que entram os tarifários dinâmicos. E depois mais aquela margem de lucro vezes o número de quilowatts que consumiu durante o período de faturação. Fazendo aqui uma analogia, a eletricidade é mais barata nos dias de sol e é mais cara nos dias de chuva e nublados. Portanto, sabe qual é o preço que vai pagar no mês que vem? Não. Depende das variações durante o período de faturação que contratou. O tarifário indexado é esse.

Aquilo que quero dizer é que nos últimos dois anos ando a dizer-lhe que os preços do tarifário indexado estão muito, mas muito baratos. Há dias em que, de facto, a eletricidade está mais cara, mas na média dos meses ou na média dos períodos de faturação, os preços estão ridiculamente baixos desde o início de 2024. Estão próximos de zero ou então estão às vezes a um cêntimo, dois cêntimos, três cêntimos.

E a EDP, quando estou a gravar, está a cobrar 19 cêntimos o quilowatt/hora. Está a ver a diferença? Portanto, tem de estar atento para quê? Para sair do tarifário indexado quando deixar de compensar e tiver alternativas mais baratas no tarifário fixo nas empresas do mercado liberalizado ou no preço do mercado regulado. É como se tivesse, por exemplo, dois mercados à sua porta. Imagine que no seu bairro tem dois mercados e num deles os preços são fixos todo o ano, mas no outro mercado, os mesmos produtos vão variando de preço. Portanto, se os preços estiverem muito baratos num deles, então compensa ir aquele mercado, assim como se ficarem muito caros, vai ao outro mercado. É tão simples quanto isto.

Portanto, se estiver na disposição de começar a perceber como é que isto funciona, pode poupar muito dinheiro. Estamos a falar de centenas de euros por ano. Há pessoas que me estão a mandar mensagens a dizer que só este ano já pouparam 500 euros só por estar no indexado. E lá está, é muito simples, basta ir a este site uma vez por semana, de 15 em 15 dias, às vezes até uma vez por mês, só para ver como é que estão os preços lá fora. E se, entretanto, ultrapassarem em média, todos os dias, os 100 euros, então aí se calhar já é altura de sair.

Mas é a média do mês todo, porque há dias em que, por exemplo, está a três ou quatro cêntimos ou até a zero, mas depois há cinco ou seis dias ao longo do mês em que está a 150 ou 200, porque lá está, depende se há sol, se não há sol, se as barragens estão cheias, se não estão cheias, se é preciso acionar uma central a gás, pronto, varia todos os dias, mas na média de um mês, enquanto estiver, diria eu, abaixo de 100 ou até um bocadinho menos, porque os preços estão mais baixos, vale a pena claramente. A menos que tenha descontos adicionais que lhe permitam ter preços à volta dos 10, 11, 12 cêntimos o quilowatt/hora nos tarifários fixos, para não ter de andar preocupado com esta chatice de ir ver todos os dias como é que está o preço lá fora.

Espero ter explicado de forma simples a diferença entre o mercado regulado, que é a SU Eletricidade e todas as outras empresas, que têm preços fixos também, mas variados e dentro dessas empresas também tem os tarifários indexados. O mercado regulado não tem o preço indexado, só existe no mercado livre.

Os novos tarifários dinâmicos

Agora, para terminar esta nossa conversa que já vai longa, estão a surgir os tarifários dinâmicos, que é para complicar ainda mais um bocadinho a coisa. Dentro dos tarifários. indexados, o preço pode variar hora a hora. O preço que vai pagar não é a média do mês no final, porque alguns fazem a média ao mês, outros fazem a média do dia e, portanto, pagam o valor do dia de consumo. Vamos imaginar que a dia 17 paga a oito cêntimos, mas depois dia 19 ou 20 já tem outro valor. Então aí já paga outro valor.

Cada empresa faz a sua fórmula, mas agora com os tarifários dinâmicos que também vão ser, creio eu, obrigatórios nas maiores empresas pelo menos, vai ser hora a hora. Então, haverá empresas, se é que não há já, que vão avisar os clientes a dizer que se tiver este tarifário dinâmico amanhã entre o meio-dia e as três da tarde vai ter o preço mais baixo, mas depois à noite vai estar muito caro, portanto, entre as 22 horas e a meia-noite o preço vai ser o triplo, portanto, evite consumir eletricidade entre essas horas. Atenção que amanhã o preço da eletricidade vai estar quase de graça entre as 11h30 e as 14h30… Portanto, quem estiver disposto a entrar neste jogo e a consumir de facto nas horas muito mais baratas, a poupança pode ser brutal.

Portanto, leia sobre isto, pergunte à sua empresa se vai ter ou se já tem tarifários dinâmicos, como é que funciona e, entretanto, numa fase intermédia, ainda pode escolher os tarifários indexados só para experimentar. Se achar que não é para si, rapidamente volta para a empresa e para o tarifário onde estava ou para outra empresa com tarifário fixo, mas que faça mais barato do que a empresa onde está atualmente. Recordo-lhe que há empresas a cobrar 19 cêntimos por quilowatt/hora. O mercado regulado está a 16 cêntimos o quilowatt/hora. Não estou aqui a fazer contas às potências contratadas, porque depois varia conforme a potência contratada que tem e os preços também variam muito de empresa para empresa.

Portanto, a referência ao quilowatt/hora, na minha opinião, para consumos muito baixos deve levar em conta também o preço da potência contratada. É porque já sei que depois vão sempre dizer-me isso, isso é óbvio, mas estou aqui a simplificar a informação para que saiba qual é o principal critério para tomar decisões. O mercado regulado está a 16 cêntimos, mas depois tem várias empresas a 14 cêntimos e, portanto, compensam em relação ao mercado regulado, que é a SU Eletricidade.

Depois, se estiver na disposição de ir para empresas mais pequeninas e menos conhecidas, consegue a 13 a 12, eventualmente a 11. Se quiser arriscar o mercado indexado, aí podemos estar a falar de quilowatt/hora no valor de sete, oito, nove cêntimos. Desde o princípio de 2024 já houve meses em que foi metade, por exemplo, da EDP. É fazer as contas à sua fatura de eletricidade, consumindo o mesmo que consome agora, sem nenhuma alteração nos seus comportamentos, e pode passar a pagar metade do que está a pagar agora.

Tudo isto depende de se mexer. O apoio ao cliente é, de facto, o que às vezes faz mais diferença entre empresas, mas se não houver qualquer problema, é rigorosamente igual. Caso haja algum problema, volta para a empresa onde estava.

Muito obrigado pela sua companhia! Não se esqueça de subscrever este podcast, de partilhar com outros, dar as estrelinhas que entender e enviar as suas perguntas em áudio para o Whatsapp do Contas-poupança 92 775 37 37. É um prazer saber que está aí desse lado.

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