PODCAST | #119 – Como funcionam as comissões dos PPR e como evitá-las

Escrito por Pedro Andersson

18.07.22

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2 min de leitura

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COMO FUNCIONAM AS COMISSÕES DOS PPR?

Um ouvinte ficou admirado com as comissões que supostamente teria de pagar por subscrever um PPR. Em primeiro lugar, todos os PPR são diferentes e têm comissões diferentes. Neste episódio, explico-lhe que cuidados deve ter para que a rentabilidade do PPR que escolher não seja “comida” pelas comissões do PPR.

Subscrever um PPR e reforçá-lo com regularidade é das decisões mais inteligentes que pode fazer, mas convém que escolha o que for melhor para si.

Isso implica conhecer as comissões que lhe podem tentar cobrar. E fazer boas escolhas ANTES de o subscrever. Depois, já pode ser tarde. Ouça com atenção e tome notas. Pode ganhar mais umas centenas ou até milhares de euros se prestar atenção às dicas deste episódio.

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10 Comentários

  1. Sara Oliveira

    Boa tarde,

    Chamo-me Sara Oliveira, tenho 28 anos e o ano passado decidi fazer um PPR no meu banco CGD para usufruir dos benefícios fiscais. O meu objetivo era posteriormente usar esse dinheiro para pagar a prestação de um imóvel de habitação própria permanente.
    Dirigiu-me até ao meu banco (CGD) para subscrever um PPR, mas em vez de um PPR a colaboradora subscreveu-me um fundo de pensões. Assinei de cruz pensado que realmente estava a subscrever um PPR. Apenas descobri essa situação porque passados cerca de 8 meses pretendia altera o meu PPR para um de capital garantido noutra seguradora, momento em que fui informada que tinha um Fundo de Pensões e não um PPR. Fui também informada que, uma vez que se tratava de um Fundo de Pensões não poderia fazer a alteração desejada.
    Pedi de imediato para fala com a colaborada que me fez a subscrição, tendo a mesma referido que um PPR e um Fundo de Pensões era a mesma coisa, o que não corresponde à verdade.
    Procedi posteriormente à reclamação junto da entidade bancária, tendo os mesmo referido que ao subscrever (assinar) o Fundo de Pensões estaria a concordar com as condições nele elencadas.
    Gostava de saber se existe alguma forma de contornar esta situações e alterar o Fundo de Pensões para um PPR ou resgatar o dinheiro, mesmo tendo de devolver os benefícios fiscais que usufrui.
    Aproveito para saudar e agradecer todo o seu trabalho que tanto me tem ajudado a poupar em pequenas coisas, e que no final do ano se revelam uma verdadeira poupança.
    Atentamente,
    Sara Oliveira

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá Sara. Isso é um caso grave de incompetência. Faça uma reclamação formal junto do banco. De facto ao assinar concordou. Mas com base em informações erradas. Não sei como poderá resolver. Pedir uma indemnização no valor correspondente? Nem sei se pode resgatar o fundo de pensões fora das condições legais…

      Responder
    • Pedro Andersson

      Faça queixa no livro de reclamações. Vai para o banco de Portugal.

      Responder
      • Manuel

        Deveria reclamar diretamente no Banco de Portugal

        Responder
      • Rui

        Sra. D. Sandra,
        Fuja de produtos financeiros subscritos no banco…

        Responder
    • Miguel Gonçalves

      Cara Sofia,
      use todas as plataformas ao seu dispor: ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, Livro de Reclamações, Banco de Portugal, Portal da Queixa, DECO, Direção-Geral Consumidor e as redes sociais da CGD.
      Boa sorte

      Responder
  2. Carlos Duarte

    Isso é um erro gravíssimo da funcionária que fez a venda, já que um fundo de pensões só poderá ser resgatado quando da reforma aos sessentas anos…
    Penso que deveria fazer uma reclamação formal junto da CGD e da autoridade de supervisão dos fundos de pensões mas mesmo assim é capaz de ter dificuldade em reaver o seu dinheiro, mas deve pelo menos tentar.

    Responder
  3. Sara Oliveira

    Obrigada pela ajuda. Irei fazer a reclamação junto do entidade bancária, contudo se mais alguém souber de alguma forma de contornar esta situação, será sempre bem vinda. Pois iria fazer o possível para contornar esta situação.

    Responder
  4. Miguel Gonçalves

    Caro Pedro,
    não querendo pedir demais, será que existe a possibilidade de publicar a transcrição do seu podcast?
    Seria muito prático para quem prefere ler ou por qualquer motivo não consegue ouvir.
    Existem algumas ferramentas que convertem o áudio para texto.
    Bem-haja!

    Responder
  5. Nuno Costa

    A CGD é horrível, os meus pais tinham conta conjunto e o balcão era na central Campo Pequeno, após o falecimento do meu pai a minha mãe ficou sem poder mexer na conta, recebia a pensão e não a podia utilizar. Devido a um PPR o processo foi moroso, nunca entravam em acordo para o poder resgatar, mas o pagamento das comissões estavam sempre a cair. Após 9 meses e depois de ameaçar reclamar junto do Banco de Portugal lá foi resolvido o problema, é claro que em seguida foi fechada essa conta. No seu caso o fecho da conta levará ao resgate do fundo, poderá ser a sua resolução.

    Responder

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