PodTEXT | Quando é que vai ver-se livre do crédito à habitação?

Escrito por Inês de Almeida Fernandes

04.07.24

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16 min de leitura

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O podcast de sempre, agora mais inclusivo!

Como a literacia financeira é um aspeto fundamental para a boa gestão das finanças pessoais, os podcasts do Contas-poupança tornam-se agora mais inclusivos e passarão a ser publicados também em texto, nomeadamente para incluir a comunidade surda, pessoas que – não sendo surdas – têm dificuldades auditivas e, claro, todos os que ainda não perceberam como funcionam os podcasts ou que simplesmente preferem ler. Estamos também a trabalhar a possibilidade de traduzir o podcast para Língua Gestual Portuguesa, mas essa vai demorar mais tempo.

É o seu podcast de sempre, mas a partir de agora pode escolher lê-lo ou ouvi-lo. Aguardo as vossas criticas e sugestões.

Já planeou livrar-se do crédito à habitação? Veja este exemplo

[Introdução]

[Pedro Andersson]

Olá! Sou o Pedro Andersson, jornalista especializado em finanças pessoais e aproveito as minhas viagens de carro para falar consigo sobre dinheiro. Juntos vamos encontrando novas fórmulas de termos mais dinheiro na nossa carteira, termos menos ansiedade financeira e com as escolhas que vamos fazendo no nosso dia a dia, tornamo-nos mais ricos. Não é ficar milionários, mas, ficarmos mais seguros, menos ansiosos em relação ao nosso futuro e isso é algo que realmente vale a pena.

Hoje queria falar-vos sobre um testemunho e vou dar-vos a ouvir esse testemunho da Dina, que enviou uma Mensagem para o WhatsApp. Como sabem, podem enviar as vossas mensagens em áudio para o WhatsApp do Contas-poupança, que é o 92 775 37 37. Eu estava à espera de ouvir uma pergunta, mas ela não me fez nenhuma pergunta.

Ela simplesmente enviou o seu testemunho e aquilo que vos quero dizer é que fiquei arrepiado ao ouvir a mensagem dela. Antes de vos dar a ouvir a mensagem da Dina, queria fazer o apelo do costume, que é acionar o sininho para ser notificado sempre que houver um episódio novo e não se esqueça de subscrever este podcast e de o partilhar.

Mas então, a Dina começou a prestar atenção a estas conversas que estamos a ter, começou a ver algumas reportagens do Contas-poupança e houve duas dessas reportagens que mudaram a vida dela. Vamos ouvir a Dina.

[Dina, ouvinte do podcast]

Olá, Pedro. O meu nome é Dina Almeida, tenho 50 anos e gostava de partilhar um bocadinho algumas situações da minha vida. Comprei a minha casa para apagar em 47 anos e nos últimos seis anos, fiz um esforço enorme e posso dizer que este mês consegui pagar a minha casa na totalidade.

Com muito esforço, obviamente a trabalhar muitas, muitas horas por dia, seis dias por semana. Mas isto para dizer também que o seu trabalho foi muito importante, porque lembro-me que a primeira vez que vi um senhor a dizer que tinha comprado a casa dele para pagar em 40 e tal anos e que conseguiu pagar em dez, fiquei fixada naquela notícia e a mudança começou. Então aí é quando começo a juntar tudo o que posso para fazer amortizações.

Depois, lembro-me que foi um episódio do seguro da casa, e eu pagava bastante, mas também por aí consegui resolver. Hoje posso dizer que já negociei o contrato da eletricidade, tenho a conta de serviços mínimos e olho para as minhas despesas. Não tenho qualquer empréstimo para pagar, é só mesmo a despesa de água, da luz e da operadora do telemóvel.

Nem sequer em casa tenho uma operadora de televisão porque não aprecio e não preciso. Mas para isso foi muito importante assistir aos seus programas porque são autênticos exemplos que devemos seguir. Quero partilhar isso consigo e agora chego aos 50 anos, olho para o meu salário e tenho de parte 60% do meu salário e ainda tenho 17 anos até à reforma.

Se Deus quiser, se tiver a possibilidade de lá chegar. Agora tenho que quebrar os medos e os receios para investir, mas para isso vou continuar a fazer este trabalho, informar-me, ler e aprender consigo. É acreditar, mas é mesmo possível termos muitas dificuldades e conseguir ultrapassá-las. O que é certo é que a minha casa era para pagar em 47 anos e paguei em 17. Só isso já é uma vitória enorme. Agora é continuar a trabalhar, continuar a dar o meu melhor, continuar a ouvir o seu podcast. Muito obrigada. É muito importante a sua informação, tudo de bom para si e muito sucesso.

[Pedro Andersson]

Dina, muito obrigado pela sua mensagem. Fiquei arrepiado a ouvi-la, literalmente, fiquei mesmo porque são estas mensagens que me trazem motivação para continuar. É tão bom quando temos um trabalho que tem uma reação positiva, em que conseguimos melhorar a vida das pessoas de alguma maneira. É a maior recompensa que consigo imaginar e fico mesmo de coração cheio quando recebo mensagens como esta da Dina.

Quero aproveitar a mensagem da Dina para que sirva de motivação a todos. Sei o que muitos de vocês já estão a dizer ou pensar, até porque foi o que disseram quando fiz essa reportagem com um senhor em Setúbal que conseguiu pagar a casa ao banco em dez anos. Obviamente houve logo críticas, que é sempre o habitual em Portugal.

É assim, não sei como é noutros países, mas há sempre uma percentagem de pessoas para quem é tudo impossível. Isso não dá. Isso é só para quem é rico. Ele de certeza que ganha bem, porque se ganhasse o que eu ganho não dava para fazer isso ou então a casa era baratíssima ou então essa pessoa não vive. Portanto, há sempre alguém que vai estar contra, que vai dizer que não dá, que não é possível, que isso é só para uma minoria.

E é, pagar a casa mais cedo ao banco é para uma minoria, mas seria para uma minoria um bocadinho maior se as pessoas se decidissem a fazer isso. Acho que há imensas famílias em Portugal, não sei quantas, mas acredito que há várias que já podiam ter a casa paga e que nunca fizeram o mínimo esforço nesse sentido, porque não perceberam a necessidade de fazer isso ou porque não sabiam que era possível.

Nunca lhes passou pela cabeça que houvesse vantagens em pagar a casa mais cedo porque ainda não perceberam que quando estamos a pagar uma casa durante 30, 35 ou 40 anos, não estamos a pagar uma casa, estamos a pagar duas. Ou seja, com o mesmo dinheiro, só que com o esforço de pagar mais cedo. Repare nesta comparação: com o mesmo dinheiro que vai sair do seu bolso durante 40 anos, conseguia pagar a sua casa em 20. E com o mesmo dinheiro pagava uma segunda casa que depois podia pôr a arrendar ou como casa de férias ou como outra coisa qualquer.

Ou até comprar para depois vender. Ou seja, no final das contas, com o mesmo dinheiro, podia ter duas casas, mas não. O que fez foi que pagou uma casa e o dinheiro da segunda casa ofereceu ao banco. Quando pedimos 40 anos, estamos a pagar uma casa para nós e para agradecer ao banco o facto de nos ter emprestado o dinheiro, ainda oferecemos em dobro. Reparem, é isto que acontece. Se vocês forem ver a ficha de informação normalizada europeia que os bancos são obrigados a dar ao cliente quando fazem a simulação, está lá o montante total imputado ao consumidor.

E tem lá o valor que vocês vão pagar no último dia, quanto pagaram na totalidade no último dia do prazo. Há imensas situações em que pediram 200 mil euros e o preço montante total imputado foi de 400 mil euros. Há sempre esta possibilidade de cada um de nós decidir se aceita isso ou não, mas é possível travar essa situação em qualquer momento do prazo do contrato do crédito à habitação.

E foi isso que a Dina fez. Reparem, ela conseguiu, naquela altura, ir quase aos 50 anos de crédito. O meu, por exemplo, é de 42 anos, mas vou pagar a minha casa muito mais cedo. Tomei a mesma decisão que a Dina, só que a Dina chegou lá mais cedo do que eu. O prazo do meu crédito à habitação é 42 anos, mas vou pagar no máximo em 25 e estou a fazer muitos sacrifícios.

Não estou a gastar dinheiro em coisas que poderia gastar e estou a trabalhar muito para ganhar mais dinheiro. Portanto, a Dina não aceitará, tal como eu também não, que digam que a casa ficou paga mais cedo por sorte. Não é sorte, é fruto do trabalho, das escolhas, dos esforços feitos nesse sentido, do planeamento e depois da execução de um plano. Eu sei, tenho uma folha de Excel com as minhas continhas, sei quanto é que tenho de amortizar a mais por mês para atingir este meu objetivo dentro de cinco, dez ou 15 anos.

E sei na minha cabeça onde é que vou buscar esse dinheiro e onde é que não vou gastar para ter esse dinheiro e para conseguir amortizar antecipadamente X euros por mês, por semestre ou por ano. Aquilo que vos queria dizer, ou chamar à atenção, em relação à mensagem da Dina, é que é extraordinário o impacto de conseguirmos atingir este objetivo de pagar a casa mais cedo. Para já, ela fez imensas coisas no sentido de aumentar os rendimentos e reduzir as despesas.

Deixem-me só assim de cabeça, dizer-vos que ela trabalhou seis dias por semana, mais horas por dia do que aquilo que era suposto, e isto exige espírito de sacrifício. Mas reparem, não ouvi no tom da mensagem dela um tom de tristeza e de frustração por ter atingido o objetivo ou por ter feito este sacrifício, pelo contrário. O que senti na voz dela foi um alívio que eu também vou sentir dentro de alguns anos.

Esse é o meu objetivo. Não vai ser já no próximo ano, mas tenho um plano a cinco anos, dez anos e vou atingi-lo. E espero atingi-lo mais cedo do que aquilo que estou a planear, mas depende depois também da forma como a vida correr e de coisas que não controlamos.

Mas ela mexeu-se para baixar o seguro de vida, renegociou todos os contratos que tinha para gastar o menos possível por mês e decidiu que todo o valor a mais que ela conseguiria no seu dia a dia normal era para amortizar a casa. Para fazer isto em tão pouco tempo, em 17 anos, imagino que ela levou isto mesmo a sério. Fez muito bem.

Não sei nada sobre a vida da Dina, nem sei quanto é que ela ganha, não sei qual era o valor do crédito, mas isso é completamente irrelevante para a nossa conversa, porque aquilo que interessa, de facto, é você saber qual é a sua situação, quanto é que deve ao banco, que juros é que está a pagar, quanto é que está a pagar de seguro de vida, quanto é que está a pagar de eletricidade, gás, água, telecomunicações, seguros dos carros, em hipermercados, em jantar fora, em férias, em fins de semana, em tudo.

Tudo o que está relacionado com a sua vida tem de saber quanto é que está a gastar e do que é que estaria disposto a abdicar para esse objetivo de pagar a casa mais cedo. Ela fez esses sacrifícios e aumentou os rendimentos, isto é sempre nestas duas perspectivas, uma não pode andar sem a outra. Se quisermos liquidar o nosso crédito à habitação, amortizá-lo o mais depressa possível, tem de ser sempre nestas duas vertentes: reduzir despesas e aumentar rendimentos. Porque senão vai ser muito frustrante.

Não estou a comparar com a Dina, mas eu tenho dois filhos e é por querer dar o melhor aos meus filhos, em sentido material e também em termos de experiências, que também não estou a pôr tudo de parte para amortizar o crédito. Tento fazer isto mais ou menos a meio, com a percentagem que eu entender. Se calhar poderia amortizar a minha casa, liquidar o meu crédito à habitação, em seis anos, mas se calhar vou demorar dez, mas isso para mim é confortável.

Você tem é de escolher o que é confortável para si se quiser sentir o mesmo descanso que a Dina estava a sentir agora. Reparem noutra coisa extraordinária que ela diz na mensagem: neste momento, 60% do salário dela está disponível para o que ela quiser. Isto é o que chamo independência financeira, não é quando alguém vive de salário em salário, sem sair do sítio, trabalhar para ganhar dinheiro, para pagar as contas.

Não é essa vida que quero para mim, não é essa a vida que quero para vocês. Se algum de vocês está nessa situação, estes podcasts, todos eles, são neste contexto e têm esse objetivo, que é tirá-lo daí e passar para a corrida que realmente vale a pena, que é andar em frente e sair dessa roda. Para quê? Para podermos ter capacidade de escolha. Agora, o que a Dina vai fazer com esses 60% de rendimento disponível é com ela, mas isso é que é bom, é poder ter dinheiro para escolher o que fazer.

E o que é que ela disse imediatamente a seguir? Que agora só lhe falta a coragem de investir e tem 17 anos para investir. Agora, quando ela fala em 17 anos para investir, sei que ela está a falar da idade da reforma, mas este é outro mito. Mas, porque é que eu tenho de investir até à idade da reforma? Todos nós, estatisticamente, vamos viver até aos 80 ou 90 anos, por aí, portanto, espero investir enquanto estiver vivo.

Haverá sempre uma parte do meu património, esteja reformado ou não, que vais estar a ter a probabilidade, ou a criar a possibilidade, de gerar dinheiro enquanto durmo. Este é o grande segredo, é encontrarmos ferramentas que permitam ganhar dinheiro enquanto estamos a dormir.

O que é que posso dizer à Dina em relação a isto? É que tem agora várias ferramentas ao seu dispor. Uma vez que tem 60% do seu rendimento disponível, já pensou, por exemplo, em comprar uma outra casa? Ou seja, um bom negócio e que possa imediatamente arrendá-la. E com o valor da renda, essa casa paga-se a ela própria.

Mesmo que não ganhe dinheiro com essa renda, se fizer, por exemplo, a taxa fixa durante 20 anos para não ter os sobressaltos da Euribor, faz uma renda que lhe permita pagar os impostos, pagar o IMI, pagar o condomínio, ter dinheiro disponível para fazer remodelações, avarias, etc. Esses 60% de rendimento disponível podem ser utilizados, se assim entender, mas também percebi que estas coisas do investimento sem capital garantido é uma coisa que ainda lhe faz algum receio, embora ache que nestes 17 anos ainda tem tempo disponível, por exemplo, para fazer um bom fundo PPR, que não precisa de levantar na idade da reforma.

Se tiver o seu fundo de emergência, se tiver algum dinheiro disponível, porque agora começa a ter dinheiro disponível, vai fazer o quê? Por favor, não deixe esse dinheiro parado, isso é criminoso. Isso é quase estar a desbaratar todo o esforço que fez. Portanto, já que tem esse dinheiro disponível, vamos pô-lo a crescer. E então tem esta alternativa do imobiliário ou então faça um bom fundo PPR, ou coloque dinheiro em certificados de aforro, em depósitos à ordem que rendam mais de 3%. Esteja sempre à procura desses depósitos, porque uns vão acabando, mas surgem outros igualmente rentáveis.

Atenção a isto: dinheiro parado, nunca! Quer seja investimentos com capital garantido ou sem capital garantido, nunca pôr os ovos todos no mesmo cesto. Vai pôr parte desse dinheiro disponível com capital garantido e vai arriscar um bocadinho no resto. No futuro, o bolo que sair desses investimentos é o que lhe vai permitir ter uma velhice mais descansada, porque desse bolo vai poder retirar mensalmente, trimestralmente, semestralmente, todos os anos ou simplesmente para aquilo que lhe apetecer. Mas para isso vai ter de aproveitar agora estes 17 anos para fazer crescer esse bolo, se quiser, porque se não quiser, neste momento já tem dinheiro disponível para todas as experiências.

É esta a vantagem de fazermos sacrifícios durante algum tempo para depois recolhermos os benefícios. Quando oiço pessoas a dizer que preferem viver a vida, porque sabem lá se amanhã ainda estão cá, a minha visão é que é um risco imenso viver a vida sem prepararmos o futuro.

O mais provável é termos futuro pela frente, portanto, é um erro clamoroso, quase criminoso, não cuidarmos de nós no futuro. É uma questão de planeamento para ter uma rede financeira que lhe permita viver bem ao longo da vida, não é viver mal agora para viver bem no futuro. É viver de forma equilibrada para ter uma vida equilibrada no futuro.

Muito obrigado por estar desse lado! Não se esqueça de subscrever a newsletter para receber semanalmente todas as dicas que vou encontrando e não se esqueça também de seguir as redes do Contas-poupança. Se todos vivermos melhor, todos vamos andar mais contentes, mais felizes. Não precisamos de ser um povo triste. Se cada um de nós, um a um, começar a sentir mais satisfação na sua vida – e o dinheiro é um dos pilares importantes para isso –, tudo o resto é multiplicado no bom sentido.

Dina, mais uma vez, muito obrigado pela sua mensagem. Tocou-me profundamente. Por si e por todos os outros que ainda estão por aqui, vou continuar. Gosto muito disto e gosto de sentir que vale a pena aproveitar as minhas viagens de carro para ter estas conversas com vocês.

Boas poupanças!

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1 Comentário

  1. Maria Rosa Martins de Faria

    Boa tarde, não posso dizer o mesmo. Fiquei sem trabalhar e estou de atestado, há dois anos. Tem vários problemas de saúde. Tinha atestado multiusos co 70 por cento. Fui a uma reavaliação e o médico deu -me 49por cento.Meti recurso os documentos não. chegaram ao Porto, á junta médica. Mandaram-me meter os documentos em Braga novamente. Antes fui a um junta médica externa
    Já levava os relatórios médicos, exames que tinha feito e o relatório do médico de medicina legal que me avaliou em 89 por cento
    Voltei a ir a junta médica com os mesmos documentos e avaliou -me co m 56 por cento. Meti recurso esperei 6 meses e depois pelo telefone mandaram -me ir de um dia para o outro ( foi para o medico e me fez o relatório anterior não me acompanhar). Deram-me 56 por cento. Os meus médicos dizem que devo ter lá uma bola vermelha
    O que faço? A junta médica está a prejudicar -me! O que mais posso fazer? Os médicos da junta não me conhecem, nem sabem quais são os meus problemas de saúde!..
    As juntas deveriam acabar e que ponham esses senhores a trabalhar!
    ….. Só eu sei o que sofro ? O que posso fazer?

    Responder

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