PodTEXT | O que é o movimento FIRE – É possível refomar-se mais cedo?

Escrito por Inês de Almeida Fernandes

21.06.24

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16 min de leitura

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O podcast de sempre, agora mais inclusivo!

Como a literacia financeira é um aspeto fundamental para a boa gestão das finanças pessoais, os podcasts do Contas-poupança tornam-se agora mais inclusivos e passarão a ser publicados também em texto, nomeadamente para incluir a comunidade surda, pessoas que – não sendo surdas – têm dificuldades auditivas e, claro, todos os que ainda não perceberam como funcionam os podcasts ou que simplesmente preferem ler. Estamos também a trabalhar a possibilidade de traduzir o podcast para Língua Gestual Portuguesa, mas essa vai demorar mais tempo.

É o seu podcast de sempre, mas a partir de agora pode escolher lê-lo ou ouvi-lo. Aguardo as vossas criticas e sugestões.

O FIRE é possível em Portugal?

[Introdução]

[Pedro Andersson]

Olá! Sou o Pedro Andersson, jornalista especializado em finanças pessoais e aproveito as minhas viagens de carro para falar consigo sobre dinheiro. Faço de conta que você vai sentado ou sentada aqui ao meu lado, no lugar do pendura, e juntos vamos partindo pedra sobre como podemos melhorar as nossas finanças pessoais, porque a literacia financeira em Portugal está nas ruas da amargura. Estamos na cauda do campeonato da literacia financeira na Europa e queremos mudar isso.

Uma pessoa de cada vez, se necessário, que é aquilo que está a acontecer enquanto não houver literacia financeira ou finanças pessoais de uma forma obrigatória e universal nas escolas portuguesas. Não se esqueça de subscrever este podcast, de o partilhar com outros, de dar as estrelinhas que entender e envie também as suas perguntas em áudio para o Whatsapp do Contas-poupança, que é o 92 775 37 37.

E às quartas-feiras há um episódio especial deste podcast, o Vamos a Contas, em que respondo às vossas perguntas. Não há perguntas demasiado simples, nem demasiado totós. A sua pergunta pode ser a dúvida de milhares e milhares de outros portugueses, por isso, força nisso!

Hoje queria falar-vos sobre o movimento Fire e isto precisamente a propósito de uma pergunta que me enviaram. Um de vocês pediu-me que falasse sobre este movimento que, para quem nunca ouviu falar, tem este nome por causa da sigla em inglês que corresponde a Financial Independence Retire Early. Ou seja, traduzindo para português, seria Independência Financeira e Reforma mais cedo. Mas pronto, não tem tanta piada como o nome Fire, não é? O marketing é mais apetitoso assim, mas o importante é falarmos sobre o movimento, até porque ainda é pouco conhecido.

É um movimento nascido nos Estados Unidos, julgo que a propósito de um livro, que penso que se chama o dinheiro ou a vida, qualquer coisa assim, que está traduzido em português. Foi publicado pelos anos 90, se não me falha a memória, e foi popularizado por alguns bloggers e algumas pessoas que fizeram esse movimento, transformaram-no numa filosofia de vida e alguns conseguiram.

Em que consiste, então, o movimento Fire? Significa que alguém desde muito cedo na vida, em alguns casos até antes de começar a trabalhar, decidem e tornam isso o principal objetivo da sua vida, reformar-se mais cedo. Mas reformar-se não é no sentido da segurança social, é atingir um determinado patamar de património em que aos 30, 35, 40, 45 anos, conseguem largar o seu emprego se quiserem e passam a viver apenas dos rendimentos.

Ora, isto pode parecer um sonho para a maior parte de nós. Então quer dizer que posso deixar de trabalhar ainda antes de chegar à idade da reforma, aos meus 66 anos e 7 meses, ou lá o que for na altura em que me reformar? Pois é possível, sim, é para um pequeníssimo número de pessoas, sim, claro, mas há princípios relacionados com este movimento Fire que nós, e é esse o sentido que quero dar neste episódio, que podemos aplicar à nossa escala para melhorarmos os nossos resultados financeiros e vivermos melhor, não só agora, mas também no futuro.

Então de uma forma simples, em que consiste o movimento Fire? Significa que as pessoas assim que começam a trabalhar, vão poupar o máximo possível e investir o máximo possível, o mais cedo possível. Envolve também, sobretudo, escolher logo uma profissão que tenha rendimentos elevados ou então pessoas que têm profissões normais, obviamente não é com o salário mínimo que vai conseguir fazer isto, nesse aspecto estamos aqui todos de acordo, acho eu.

Mas imagine, por exemplo, um professor, um enfermeiro, um médico, um arquiteto, um engenheiro, um jornalista, que seja bem pago obviamente, se decidir que metade dos seus rendimentos vão para este objetivo específico, que é investir, não é poupar, porque aí não vai conseguir, mas claro que poupar também é melhor do que não poupar nada. Mas tem é de aproveitar os juros compostos para, começando aos 20 anos, nos próximos 20 ou 30 anos, com investimentos agressivos que tenham risco elevado, mas ao mesmo tempo rendimentos elevados, rentabilidade elevada, vai conseguir aproveitar esses juros compostos da melhor forma possível.

E então essas pessoas podem chegar de facto aos 40, 45, 50 anos e pensar assim, com aquilo que já tenho, com os rendimentos mensais que consigo obter dos meus investimentos, já consigo ou largar o meu emprego, ou continuar a trabalhar só porque me apetece e naquilo que gosto, e isto dá uma liberdade, que é aí que entra o Financial Independence, a Independência Financeira. Isto é brutal.

Estamos a falar de que tipo de investimentos ou de que tipo de poupança? Em primeiro lugar, estamos a falar, por exemplo, de uma pessoa que ganhe 1500 euros, tira 700 ou 800 euros é para investir todos os meses. Se ganhar 2000 euros, é investir 1000 euros todos os meses. É destes valores que estamos a falar.

Quem tiver um salário relativamente normal, aquilo que pode fazer é criar, e isto é uma técnica muito utilizada, rendimentos extra, ou um segundo emprego ou um hobby que consegue monetizar, ou ganhar dinheiro de outras maneiras, tornando-se sócio de alguém, ganhando dinheiro de outras maneiras. Se conseguir, por exemplo, um rendimento adicional de 300, 400, 500 euros por por mês, é esse dinheiro que vai investir para o seu futuro. E acredite, um investimento mensal de 500, 600, 700 euros, o que for por mês, isto pode trazer resultados absolutamente extraordinários aos 35 ou 40 anos, não duvidem disso.

De que tipo de investimentos é que estamos a falar? Estamos a falar de ETF, estamos a falar de fundos PPR altamente rentáveis em que têm os tais benefícios fiscais à entrada e à saída, portanto, não deve desperdiçar essa oportunidade que existe em Portugal. Falamos de ações individuais, que se forem bem escolhidas em 20 anos podem quintuplicar ou podem multiplicar-se 10 vezes se escolher bem. Também pode correr mal, como é óbvio, mas é aqui que entra a diversificação.

As criptomoedas numa pequena parte, na minha opinião, mas há pessoas que estão a investir tudo em criptomoedas, o que acho que é um risco absolutamente imenso, mas imagine que alguém que invista em criptomoedas durante os próximos 15 ou 20 anos a um nível de 500 euros por mês, se tiver sorte, se calhar fica mais milionário do que uma pessoa que ganhe 5000 mil ou dez mil por mês.

Se já me conhece, sabe que tenho uma posição equilibrada em relação às criptomoedas, é um produto financeiro, ele existe, já tem mais de 10 anos e já ganhei dinheiro com as criptomoedas, não fiquei milionário nem coisa que se pareça, mas também foi o pior investimento da minha vida, na medida em que também foi aí que tive a maior perda.

Agora, diria que, para começar, comece por aquilo que já tem a certeza de que funciona. Estava a dizer-lhe sobre ETF,  comece pelo SP500, depois tem outros mais setoriais, mais regionais em termos de mundo, em que pode ter maior rentabilidade até do que o SP500. Mas começar por aí, pelos fundos de investimento, depois de perceber quais são os bons fundos de investimento que têm tido altas rentabilidades no passado, porque ninguém lhe pode garantir que isso vai continuar no presente ou no futuro.

E tem plataformas de crowdfunding que também têm alguma rentabilidade, de 5% ou 6% em média por ano. Essas pessoas que querem atingir o FIRE não vão pôr o seu dinheiro em certificados de aforro nem em depósitos a prazo, como é óbvio. Claro que terão aí o seu fundo de investimento, que será relativamente pequeno, mas que o têm e esse é o primeiro passo. Portanto, aqui é outra lição para todos nós que não estamos a pensar no FIRE, mas que queremos melhorar a nossa vida financeira o máximo possível.

Portanto, primeiro ponto, em qualquer circunstância, é ter um fundo de emergência de 6 a 12 meses, isso é limpinho, é o primeiro passo de todos para qualquer português, em qualquer região, esteja em Portugal, esteja no estrangeiro, e esse dinheiro é sagrado, é mesmo só para emergências. A partir daí, é começar a investir. Começar a investir, no caso de quem quer atingir o FIRE, é investir agressivamente, com regularidade mensal, e é esse o foco principal dessas pessoas.

Eu não tenho esse foco, até porque comecei muito tarde e também porque o meu objetivo não é abdicar da minha qualidade de vida diária para atingir um objetivo que está distante, a 20 anos ou 30 anos, mas isso é a minha visão da vida. Estou a falar-lhe disto só para conhecer que há mais esta alternativa, não estou a convencê-lo de nada, estou só a dizer-lhe que isto é possível e que há pessoas que o atingem.

Aliás, ficou muito famoso e acho que já gravei um episódio sobre isso se pesquisar sobre se é possível reformar-se aos 40 anos. É o caso, por exemplo, da Rita Piçarra, que posso considerar minha amiga, mas não só ela como outras dezenas, ou se calhar até centenas, de portugueses que já atingiram este objetivo. Aconselho também vivamente a que ouçam o podcast do Luís Lobo Jordão, que são as Fire Talks e que estão no Youtube. Ele é o responsável pelo PPR Stoik, que é um dos PPR que tenho. Creio que ele também já atingiu o FIRE, mas continua a trabalhar por gosto.

Em relação à lista de investimentos que tem disponíveis, além destes que já falámos, tem também o imobiliário. Quem atinge o FIRE, normalmente, não fica apenas dependente dos rendimentos da bolsa, que, como vocês sabem, é muito instável. Cresce sempre, mas há anos que são uma absoluta desgraça, então nesses anoscomo é que vai fazer para tirar de lá rendimentos? Esse ano vai ser absolutamente terrível. Se apanhar 10 anos assim pode ser trágico.

É aí que entra o imobiliário e, portanto, estas pessoas têm de criar uma carteira ao longo do tempo. Isto exige, em primeiro lugar, conhecimento. Primeiro, tem de investir em conhecimento e em saber onde é que vai pôr o seu dinheiro, com que riscos, com que rentabilidade, com que garantias, de forma a atingir o seu objetivo. Não pode correr o risco de estar a fazer este esforço durante 15 anos e num dia perder tudo, não é isso que se pretende.

Literacia financeira é tudo, é ler muito, estudar muito e começar o mais cedo possível a investir de uma forma regular e numa perspetiva frugal da vida. Estas pessoas não vão viajar todos os meses. Estas pessoas podiam eventualmente ter dinheiro para comprar uma casa de 300 mil euros ou 400 mil euros, mas se calhar só vão comprar uma de 150 mil euros, ou então estão numa casa alugada, ou estão a viver em casa dos pais, ou numa casa com condições que se calhar podiam ser muito melhores, mas estamos a falar de uma vida abnegada com este objetivo.

Isto é para todos? Não, mas se descer um bocadinho o meu patamar de luxo, este luxo entre aspas, na minha vida, posso conseguir essa margem para de facto conseguir ter poupança maior para depois investir e obter maiores rendimentos.

Em resumo, é muito importante as pessoas terem, para já, uma consciência muito clara daquilo que querem na vida e criar uma meta. O FIRE só se atinge com uma disciplina absolutamente rigorosa em que as pessoas sabem que é aquilo e mais nada. No caso de um casal, têm de estar os dois na mesma onda, senão dificilmente funcionará. Têm de criar um portfólio, uma carteira de investimentos, muito diversificada e com risco elevado e depois vão ter de pensar quando é que vão atingir esse objetivo.

O FIRE como é que funciona na prática? Há um momento em que esse investimento pode terminar, idealmente termina para esse esforço de poupança e de investimento, e começam a retirar a famosa regra dos 4%, que já ouço falar nisto há muito, muito tempo, que se presume que ainda mantenha alguma actualidade, mas o mundo mudou muito. Mas o conceito é este: a partir do momento em que atinge o seu valor, que creio que são 25 vezes o valor que pretende gastar anualmente, portanto, estamos sempre a falar de valores elevados como 500 mil euros, 600 mil euros ou mais, dependendo dos tais 4% que quer levantar anualmente para viver desses rendimentos.

No caso do imobiliário, se tiver, por exemplo, três casas a renderem líquido 500 euros de renda, fora impostos, manutenções, etc., são 1500 euros por mês. Portanto, repare como um objetivo claro, específico, definido no tempo, que é ter três casas a render pelo menos 500 euros cada uma, a partir do momento em que atinge este objetivo, já tem 1500 euros por mês para o resto da vida. Fora imprevistos, como é evidente, e depois terá também a sua reforma da segurança social, que dependerá dos descontos que fez.

Mas imagine, por exemplo, que tem duas casas a dar-lhe esse rendimento, desde já, desde cedo, depois retira a 12 mil euros por ano desse seu grande investimento que fez e que está em produtos nessa altura já diversificados. Imagine, uma determinada percentagem em ações, em produtos relacionados com a bolsa, continua com os PPR, continua com os ETF e depois também tem outra metade em produtos já com capital garantido.

Portanto, vai retirando os tais 4% por ano e desse valor retira, por exemplo, mais 500 euros, o que daria seis mil euros por ano ou 12 mil por ano, para serem mais mil euros por mês. Ou seja, consegue um rendimento de 1000 euros por mês dos seus investimentos financeiros, mais 1000 euros por mês de duas casas arrendadas que lhe dão 500 euros cada uma, portanto, tem 2000 mil euros de rendimento por mês para o resto da sua vida. Se tudo correr como as pessoas planeiam, isto é o FIRE e há a possibilidade de ter a sua Independência financeira e depois de se reformar quando quiser.

Como está a ver, isto é absolutamente brutal. Exige o quê? Uma mudança de mentalidade absoluta e exige, por exemplo, em Portugal, ter um trabalho de sonho, vamos chamar-lhe assim, ou muito trabalho para ter outras fontes de rendimento e já sabe, não é para viver melhor agora, é para investir para ter um futuro mais livre, com menos ansiedade, supostamente mais feliz.

Em alguns casos, implica emigrar. Imagine, por exemplo, um jovem que emigra e que tem logo um excelente salário desde o princípio, de 3000 mil ou 4000 mil por mês, se alugar logo uma casa ou comprar logo uma casa no estrangeiro em que metade do ordenado vai para essa casa, obviamente esse objetivo já foi. Mas se um jovem com este tipo de rendimentos viver num quarto alugado no estrangeiro e que consiga investir 3000 mil euros por mês, é perfeitamente possível atingir este objetivo. Se for um casal que viva de uma forma frugal e que ganhe muito bem no estrangeiro, pode fazer isto calmamente.

Em Portugal é difícil com salários baixos, como é óbvio, mas pelo menos queria abrir-lhe a porta neste episódio para esta possibilidade. Explicar-lhe o que é de uma forma genérica o movimento FIRE e o que é que implica em termos de escolhas de vida. Quero dizer-lhe que é possível, mas exige saber muito bem aquilo que está a fazer e, sobretudo, esse conhecimento é essencial para não fazer mais à frente escolhas trágicas, decisões trágicas, que o façam perder todo o esforço que fez até ao momento. E isso às vezes é um risco gigantesco e que algumas pessoas cometem.

Só para ter uma ideia, fui contactado por uma pessoa que perdeu 100 mil euros, porque pegou nessa poupança que tinha e que investiu, pensava ela, em algo que tinha um ganho extraordinário e afinal era fraude. Portanto, aproveito para alertar outra vez que há uma fraude com o meu nome a dizer para investir em criptomoedas ou em plataformas financeiras, em que metem lá 250 euros e dizem eles que começam a ganhar sete mil euros por dia. Isto é fraude, é mentira, mas há pessoas que acreditam. Mas tudo isso é burla, é fraude e isto só acontece, as pessoas perdem as suas poupanças de uma vida, por falta de literacia financeira. Portanto, comece por aí.

Muito obrigado por me ter acompanhado em mais esta boleia financeira. Não se esqueça de subscrever este podcast, de o partilhar com outros, de dar as estrelinhas que entender e de assinar a Newsletter do Contas-poupança em contaspoupanca.pt para receber todas as dicas, todas as semanas, e assim melhorarmos a nossa vida financeira.

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