PodTEXT | Como perder o medo de investir e começar a ganhar dinheiro?

Escrito por Inês de Almeida Fernandes

13.06.24

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16 min de leitura

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O podcast de sempre, agora mais inclusivo!

Como a literacia financeira é um aspeto fundamental para a boa gestão das finanças pessoais, os podcasts do Contas-poupança tornam-se agora mais inclusivos e passarão a ser publicados também em texto, nomeadamente para incluir a comunidade surda, pessoas que – não sendo surdas – têm dificuldades auditivas e, claro, todos os que ainda não perceberam como funcionam os podcasts ou que simplesmente preferem ler. Estamos também a trabalhar a possibilidade de traduzir o podcast para Língua Gestual Portuguesa, mas essa vai demorar mais tempo.

É o seu podcast de sempre, mas a partir de agora pode escolher lê-lo ou ouvi-lo. Aguardo as vossas criticas e sugestões.

Porque é que tenho tanto medo de começar a investir?

[Introdução]

[Pedro Andersson]

Olá! Sou o Pedro Andersson, jornalista especializado em finanças pessoais e aproveito as minhas viagens de carro para falar consigo sobre dinheiro, sobre como podemos gerir de forma inteligente os nossos rendimentos, como podemos ganhar dinheiro com o nosso dinheiro, coisa que nunca ninguém nos ensinou.

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O episódio de hoje vem a propósito de várias mensagens que recebi em áudio e que um dia destes hei de responder no Vamos a Contas,que é o episódio das quartas-feiras, e há muita gente que me manda mensagens a agradecer porque finalmente ganhou coragem para começar a investir. E acho graça a esta expressão do arranjar coragem para começar a investir, mas o que importa é começar.

Às vezes investir é simplesmente fazer certificados de aforro, que são a coisa mais segura e garantida que temos em Portugal. Há pessoas que mantêm o seu dinheiro à ordem no banco, às vezes milhares ou até dezenas de milhares de euros e que não arriscam. É sobre isso que vos quero falar, sobre a noção de risco. Acham que tirar o dinheiro do banco e colocar noutro sítio qualquer, seja ele onde for ou o que for, que é arriscar o seu dinheiro, mas é aqui que entra a literacia financeira.

Em resumo, para muitos, arriscar é tirar o dinheiro do banco e pôr em certificados de aforro, para outros é tirar dinheiro do depósito a prazo e colocar, por exemplo, num fundo PPR ou em ETF, ou em qualquer outra ferramenta financeira que não tenha a garantia, gravada em pedra ou metal, de que nunca perderá um cêntimo. Isto exige coragem, mas hoje queria partir pedra com vocês para tentar perceber se é uma pessoa daquelas a quem tirar o dinheiro do banco é quase como se lhe cortassem um dedo e, se sim, perceber porquê.

Queria começar por vos dizer que eu próprio já fui assim e, portanto, não se sintam mal. Sendo que acho que ninguém tem de se sentir mal por ser como é, como é evidente, mas não se sintam mal ao ouvir estas conversas, sobretudo quando ouvem testemunhos de pessoas que dizem que começaram a investir e que já estão a ganhar não sei quanto dinheiro.

Quando ouvimos estas coisas ficamos a pensar que não estamos a fazer nada e que temos algum problema, ou então esta gente é toda maluca e eu não percebo nada disto, mais vale não me meter. Mas aquilo que vos quero dizer é que durante décadas, até aos meus 45 anos, nunca arrisquei um cêntimo do meu património. O máximo que fazia, e num ato de loucura, era pôr dinheiro nos Certificados do Tesouro na altura, porque nessa altura a Euribor estava negativa ou próxima de zero e, portanto, o melhor produto com capital garantido eram os Certificados do Tesouro.

Agora os certificados de aforro são melhores do que esses, mas no futuro não sabemos. Mas pronto, essa era a minha loucura de investidor, era pôr o meu dinheiro aí e ficava todo contente. Nem sequer conhecia plenamente o conceito de inflação. Falemos um pouco sobre a diferença entre termos conhecimento e não termos conhecimento.

Porque é que a maior parte das pessoas tem medo da palavra investir ou medo da palavra risco? Porque as pessoas vão ao banco e perguntam se X investimento tem risco e se a resposta for sim, mesmo que seja um risco pequeno, as pessoas já não querem. É impensável. E, para já, a nossa falta de literacia financeira e a falta de conceitos básicos ligados às finanças pessoais, um desses conceitos é o conceito de risco, porque as pessoas falam em risco, mas não entendem o que é que está envolvido. Vou dar um exemplo que já dei num dos livros que escrevi.

Vamos imaginar que eu tenho medo do escuro. Ora, se tenho medo do escuro, naturalmente não vou querer entrar num quarto escuro, porque vou entrar lá às apalpadelas e vou começar a mexer em coisas que nem sei o que são. Pode haver alguma coisa lá dentro e eu tenho muito medo disso, vamos imaginar. Portanto, quando temos medo de alguma coisa, qual é a nossa primeira reação? É nem sequer entrar no tal quarto escuro, não sabendo o que está lá dentro.

Mas e se alguém disser que se entrarmos no quarto podemos tirar de lá tudo o que quisermos? Perante esta hipótese, já há algumas pessoas que arriscariam entrar, mas mesmo assim com muito receio e seria uma minoria talvez, depois depende da atitude das pessoas e do grau de coragem física para entrar num quarto escuro sem saber o que é que lá está dentro. Depende do valor da recompensa.

Mas aquilo que percebi, aquilo que fez clique em mim foi o valor da recompensa. Descobri em mim qual era o patamar em que o ganho potencial era maior que o meu medo e há um momento em que percebo que, repito, a partir de um determinado patamar de recompensa, eu acho que me compensa arriscar. Isto acontece em tudo na vida. Agora imagine que entra no quarto, mas pode ligar a luz. Aí a situação é completamente diferente, porque entra no quarto, acende a luz, vê o que está lá dentro e perde imediatamente o medo, ou pelo menos fica a ver que perigos é que lá existem afinal.

O conhecimento de finanças pessoais e a literacia financeira são a luz que se acende no quarto, mas para arregaçar as mangas também não é só começar a pôr dinheiro aqui e ali. Primeiro tem de ler, perguntar, investigar, perceber, queimar muitas pestanas, ouvir estes podcasts todos do princípio ao fim e aí sim, perceber como funciona. Isto do quarto escuro também podia ser uma analogia de cozinha. Tem facas em casa e sabe que cortam. Vai pegá-las pelo gume? Não, claro que vai pegar pelo cabo porque tem literacia culinária e sabe que elas cortam. É a mesma lógica quando falamos de dinheiro.

Tem de decidir perder o medo antes de começar, não é só pôr o dinheiro naquilo que lhe dizem para fazer. É perder o medo e decidir aquilo que gostaria de experimentar. Começa por ir ao google e pesquisar sobre os temas que lhe interessam, pode pesquisar sobre o que são ETF e como funcionam, ou fundos PPR. Depois pode começar a pesquisar outras coisas, como o que é mais ou menos vantajoso.

Ou seja, pega num tema, vai ao Google e inicia a sua pesquisa sobre esse tema. Pesquisa sobre os riscos, as vantagens, desvantagens, benefícios, problemas, etc. Ou também pode ir à biblioteca municipal e pede para ir ver a secção de finanças pessoais. Vai encontrar dezenas e dezenas de livros que o vão ajudar a perder o medo e a compreender a noção de risco.

Qual é a noção de risco aqui envolvida? Não é o risco de perder o seu dinheiro. É o risco de o dinheiro que lá colocar, valorizar e desvalorizar ao longo do tempo, por razões que nós não controlamos. Esse é o risco. Mas agora repare: todas as noites nos deitamos com o risco de não acordar amanhã ou no dia seguinte, mas isso não quer dizer que não vamos dormir.

Ou dando outro exemplo, o agricultor, que também tem uma profissão de risco, embora nós não pensemos dessa maneira, mas quando planta alguma coisa tem a garantia de que vai colher alguma coisa? Claro que não, mas arrisca. E porquê? Porque a experiência e a história mostra que se não plantar, então nunca vai colher nada. Mas há anos em que vai ter resultados excelentes e outros em que vão ser resultados absolutamente normais. Haverá anos com pouquíssimos resultados e haverá anos também em que terá resultados trágicos. Basta vir uma saraivada, um tornado, uma doença que afete a sua plantação para ter resultados absolutamente negativos.

Isto é o risco de viver e, portanto, nós temos de encarar o dinheiro também como sendo naturalmente de risco. Qual é o grande risco que as pessoas enfrentam e que não assumem por desconhecimento de literacia financeira? É o risco da inflação e o risco de não fazer nada e as pessoas ignoram isto. E não pode ser. Nós temos de abrir os nossos olhos e perceber a realidade. Qualquer pessoa que só tenha poupanças com capital garantido que rendam menos do que a inflação está a perder dinheiro a cada dia que passa. A cada mês que passa, a cada ano que passa, está a perder dinheiro.

Deixem-me dar-vos um exemplo. No início do século e por volta de 2002, 2003 e 2004, comprei uma casa que custou 80 mil euros, era um T2. Na altura era cara, tal como agora também é, mas ainda assim estava dentro do nosso orçamento e comprámos a casa de 80 mil euros. E gosto de dar este exemplo porque acho que faz sentido uma pessoa rica naquela altura, com 80 mil euros podia optar entre comprar uma casa, investir, ou então deixá-lo no banco num depósito a prazo.

Hoje esses 80 mil euros, que na altura davam para comprar um T2, atualmente já não serviam para comprar um T2. Então aquele dinheiro que estaria hoje no banco, que se calhar não seriam 80 mil euros, eram 85 mil ou 90 mil, o que fosse, mas seria sempre nesta ordem de grandeza e não daria para fazer metade daquilo que poderia fazer se tivesse investido aquele dinheiro e aquele dinheiro tivesse crescido ao longo destes anos todos, em média, incluindo alguns anos em que teria resultados maus.

E é isto que eu vos quero dizer: primeiro, acender a luz do vosso quarto escuro com conhecimento sobre literacia financeira. Leiam livros sobre finanças pessoais. Ainda Hoje fico chocado quando alguém me diz que comprar um livro é desperdiçar dinheiro, porque vejo pessoas a gastar 15 euros numa raspadinha, ou em raspadinhas ao longo do mês ou mais do que isso, mas para elas é impensável comprar um livro que as vai ensinar a gerir muito melhor as suas finanças pessoais e a ganhar centenas de milhares de euros. Portanto, este é o aspecto fundamental, que é as pessoas obterem conhecimento financeiro, que é acender a luz do quarto escuro.

Depois, a outra coisa que é preciso entender é a diferença entre o risco e o retorno. Mais risco, maior rentabilidade, menor risco, rentabilidade praticamente nula ou abaixo da inflação Se eu quiser ter dinheiro para atingir os meus objetivos no futuro é obrigatório tomar a decisão de arriscar um bocadinho mais do que aquilo que as pessoas fazem, do que os portugueses fazem, não há outra maneira. É importante que isto entre na cabeça dos portugueses.

Não há alternativa ao não investimento. É preciso investir para manter o nosso património. Se não fizer nada, o seu dinheiro vai estar a enferrujar e daqui a uns anos não vai conseguir comprar aquilo que compraria agora com exatamente o mesmo dinheiro. Agora, a questão é: como é que vou mitigar esse risco? Além do conhecimento, é pela diversificação. É a célebre frase de não meter todos os ovos no mesmo cesto.

Depois de perceber como é que isto funciona e que o risco não é perder tudo, mas sim a oscilação do valor dos seus investimentos, a tal volatilidade, que é o dinheiro variar de valor, os investimentos variarem de valor ao longo do tempo. Como é que eu faço isso? Então, em vez de pôr o dinheiro todo numa coisa, em vez de pôr tudo num depósito a prazo, vai pôr uma parte, sim, num depósito a prazo, em certificados de aforro, no fundo de emergência, aquilo que considera que não pode perder de maneira nenhuma.

E depois, numa pequena parte, se calhar pôr num bom fundo PPR, e atenção porque também há maus fundos PPR, mas é o conhecimento e análise que o vão ajudar a escolher as ferramentas que vai subscrever. Pode também pôr uma parte em ETF, mas tem de ir aprender o que são, como se subscrevem, que tipo de comissões têm, o que é que acontece se a corretora ou o banco for à falência, etc. Portanto, tem que fazer essas perguntas todas para se sentir confiante naquilo que fizer e depois de perceber isso e de diversificar, vai ter de perceber que é importante investir a longo prazo. Investir durante muito tempo é fundamental para mitigar esse risco, porque se investir hoje para resgatar amanhã, não dá tempo suficiente.

Com as variações no mercado até pode ter sorte, mas mesmo que tenha sorte e cresça 5%, 6% ou até 7% em 3 meses ou em 6 meses, mesmo assim, é pouco para aquilo que nós queremos. Nós queremos uma média de 7%, 8%, 9% ou 10% ao ano, mas para isso tem de ser um investimento constante, regular, mensal, nessas ferramentas em que aprendeu a confiar ao longo de cinco, dez, 15 ou 20 anos. Em alguns casos até chegar perto da idade da reforma, em que aí sim, vai saindo progressivamente dos produtos sem capital garantido para produtos com capital garantido, porque aí talvez já não tenha tempo para recuperar da próxima perda.

Tudo isto se resume a planeamento financeiro. Quando planeamos as coisas, o risco torna-se comportável, torna-se aceitável, porque o compreendemos. Voltando ao exemplo do agricultor: se guardar as sementes com medo de que elas não cresçam, elas vão acabar por apodrecer e não queremos que isso aconteça. Tenho de planear o meu ano como agricultor. Portanto, chegou a altura de arar a Terra, de preparar o terreno, de estudar o que é que vou plantar no meu terreno. Como é que está o tempo? O que é que se prevê que aconteça nos próximos tempos a nível de mercados? Vou conseguir vender este produto? Será que seria mais rentável se plantasse outro tipo de legume, de fruta ou de outra coisa qualquer? Tenho de pensar a médio-longo prazo.

Essas ferramentas financeiras, cada uma delas tem um objetivo e uma coisa é para a reforma, outra coisa é para a educação dos meus filhos e juntar dinheiro para eles irem para a universidade, juntar dinheiro para eles darem entrada para uma casa, juntar dinheiro para comprar um carro. Portanto, se planear e souber quanto tempo tenho pela frente, isso vai ser muito mais fácil.

Portanto, em resumo deste episódio: não voltar a utilizar o “eu não quero nada com risco” sem primeiro perceber o que é que na sua cabeça é o risco, porque provavelmente até tem medos que não fazem sentido. Tenho medo do risco porquê? Pergunte diretamente a essa corretora, esse banco a que recorre como é que isto funciona. Dessa forma estamos a ligar a luz dos nossos quartos escuros pelo conhecimento. Veja o que é para si o risco e o que é um risco comportável.

Leia, informe-se, e uma das melhores formas, que foi aquela que utilizei para vencer o medo do risco, é experimentar, testar, tentar ver com um valor relativamente pequeno. Comece com 100 euros. O que é que acontece à sua vida se perder 100 euros? Muito provavelmente fica chateado, com certeza, mas não é uma coisa que vai mudar a sua vida, mas se calhar fazer isso já vai mudar a sua vida.

Muito obrigado por nos ter acompanhado em mais esta boleia financeira. Não se esqueça de subscrever o podcast, de o partilhar, de falar dele a outros, de acionar o sininho e de enviar as suas perguntas em áudio para o 92 775 37 37.

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