Painel solar fotovoltaico – Balanço Abril de 2022 (mês #65)

Escrito por Pedro Andersson

17.05.22

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6 min de leitura

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Balanço de Abril de 2022

Abril foi o melhor mês até agora. Foi simultaneamente o mês com o maior desperdício de sempre para a rede. Continuo a não aproveitar da melhor maneira a produção dos meus 5 painéis solares. Sei que deveria colocar as máquinas em modo automático para funcionarem durante as horas de sol, mas a nossa organização familiar não favorece essa solução. É o que é.

O meu processo de reembolso de 85% do Fundo Ambiental voltou à estaca zero. A candidatura estava já na fase de reembolso quando voltou tudo para trás porque as certidões de não dívida caducaram entretanto por causa da demora da análise do processo e eu não soube corrigir a situação da forma tecnicamente correta (não carregei num botão no formulário e por isso não gravou). O meu processo ficou agora com o número 80 mil e tal e nem sequer voltou a ser (re)analisado ainda. Já passaram mais de 6 meses.

Terceiro ponto importante: a Endesa aumentou o meu tarifário e por isso pago a eletricidade mais cara dois cêntimos o kWh. Isto é mau para a minha fatura, mas é um fator que aumenta o valor líquido da minha poupança com os painéis solares. Ou seja, quanto mais cara está a eletricidade, mais compensa ter instalado os painéis solares. O tempo de retorno do investimento reduziu-se em 1 ano. Não mudo para outra empresa porque com os “código amigo” (tenho cerca de 60 amigos), só pago cerca de 2 euros de eletricidade por mês. Esta é a minha fatura de abril que vou pagar agora em maio.

Em Abril, os 5 painéis produziram o total de 211 kWh. Estou a ter um desperdício de 56%. Vou ter mesmo de iniciar o processo de venda do excedente, mas tenho receio porque ainda me chegam relatos de muitos problemas com a e-redes para quem iniciou o processo. Como estou a pagar uma ninharia por mês de eletricidade não vejo necessidade de ter pressa em meter-me em confusões. Vou aguardar.

Leia também: Como faço para vender o excedente que não consigo consumir 

Leia também: Quanto custa um painel solar?

NOTA PERMANENTE: Como já sei que muitas pessoas vão perguntar, comprar baterias (com 6 painéis para ser suficiente para carregar as baterias) custar-me-ia vários milhares de euros. Eu não tenho esse orçamento e demoraria décadas a recuperar o investimento. Assim, o “acordo” que fiz com a E-Redes (como se chama agora a EDP Distribuição) é consumir em tempo real o que o painel fotovoltaico produz e o que não consumir é oferecido para a E-Redes vender aos outros consumidores.

Os números de Abril de 2022

A sua casa, por uma lei da física, consome sempre primeiro a energia dos painéis (porque são a fonte de energia mais próxima). Portanto, se eles produzirem o suficiente para o que a minha casa estiver a gastar naquele segundo específico (ou conjuntos de 15 minutos se tiver net metering), não vou buscar nada à “EDP” (no meu caso Endesa). É eletricidade de “graça”. Só tem de levar em conta o investimento.

Como pode ver no gráfico seguinte, os 5 painéis produziram 211,104 kWh em abril.

As contas

Os meus 5 painéis fotovoltaicos têm um potencial de produção imediata de 1.370 W no pico do sol.

O que produziram em Abril representaria cerca de 47 € de poupança na minha fatura da luz, se tivesse consumido tudo o que o painel produziu no mês passado. Mas tive um desperdício de 56%, que ofereci à rede. O meu aparelho mede tudo minuto a minuto por isso consigo saber ao detalhe. Assim, sei que poupei exatamente 20,88 € na minha fatura da luz (valores reais). A minha poupança real está a subir, porque a Endesa aumentou o meu tarifário do kWh (passou para 22 cêntimos, com IVA).

Assim, dos 47 euros de eletricidade que os painéis produziram, só aproveitei realmente cerca de 21 euros na minha fatura da luz (com IVA incluído).

Leia também: Como os vendedores podem tentar fazer com que compre mais painéis do que aqueles que precisa

Entre 2016 e Novembro de 2021 poupei com um painel 376 €. O retorno do investimento estava nos 8 anos.

Portanto, a partir de Novembro de 2021, com a instalação de mais 4 painéis, “zerei” o meu investimento e vou apresentar-vos as minhas contas em relação ao que investi a mais e ao que estou a poupar desde esse momento (subtraindo o que já tinha amortizado do primeiro painel).

Nestes 6 meses já produzi 176 euros de eletricidade mas só aproveitei na realidade 87 euros, ou seja uma média de 14 euros de desconto “verdadeiro” na fatura. Se não tivesse o reembolso do Fundo Ambiental demoraria 11 anos a reaver o dinheiro investi. Com o reembolso, as minhas contas baixaram este mês para 5 anos, que é menos 3 anos do que o que calculei desde o início.

Esta é a minha situação atual, que atualizarei todos os meses.

No gráfico abaixo tem a produção total dos painéis em kWh. Não é influenciado pelo preço que pago pela eletricidade.

Este gráfico é importante porque a poupança em dinheiro é uma coisa, mas a eletricidade que ele produz é outra. Eu posso produzir mais eletricidade, mas se o preço da eletricidade baixar, a minha poupança vai ser igual ou inferior. Por outro lado, se o preço da eletricidade aumentar (como está a acontecer), a minha poupança vai ser maior. Assim consigo comparar as duas coisas e – ao mesmo tempo – avalio a eficiência do painel para saber se devo acionar a garantia ou não. Se a eficiência baixar para os 80% antes de 20 anos, posso reclamar.

Não gasto 1 cêntimo em manutenção. Vou ao telhado duas ou 3 vezes por ano passar um pano para tirar a poeira.

Compensa comprar um painel solar?

É por estas contas – que acabou de ver – que deve avaliar bem se precisa mesmo mais do que um painel solar. Um, pode e deve ter de certeza, diria. Dois ou mais, só os deve instalar se tiver a certeza de que tem gente ou equipamentos elétricos suficientes para gastarem a energia que vai estar a produzir em tempo real (nas horas de mais sol), ou então se os conseguir verdadeiramente a preço de saldo. Também tem a hipótese de vender o excedente, mas o preço tem de compensar e a e-redes tem de comunicar atempadamente e de forma rigorosa os valores à empresa que lhe está a comprar a energia.


 

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16 Comentários

  1. Sandra Nunes

    Boa tarde.
    Se fosse possível podia explicar melhor qual o erro que cometeu na candidatura ao PAES? O meu processo também passou agora para a fase do reembolso e se bem percebi não tinha a possibilidade de enviar novas certidões de não dívida. Apenas pude subscrever o termo de aceitação.
    Se me pudesse esclarecer o que correu mal agradecia
    Cumprimentos,
    Sandra Nunes

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Tive de enviar novas certidões atualizadas. Fiz upload, mas esqueci-me de clicar num quadrado a dizer que tinha feito o upload. Gravei e achei que estava atualizado. Mas não. Candidatura anulada.

      Responder
    • Pedro carvalho ( #PEDRO RESOLVE )

      Caro Pedro,
      Pode evitar o qual excedente que está a enviar para a rede, fazendo a troca o inversor.
      Ou seja, existem inversores que somente enviaram carga para a rede da carga, somente quando a mesma necessita.

      Sobre vender a rede, neste momento o valor por kw é cerca de 3.5 cêntimos.
      E tem de se registar no fisco com produtor de energia, e passar uma fatura a empresa compradora.
      Ou como certamente já deverá ter actividade aberta, pois na televisão basicamente é tudo a “recibos verdes” é facil pedir o CAE nesse sentido.

      Agora é ver se consegue alguma empresa fornecedora de eletricidade que queira comprar o excedente que produz.

      Pode também alterar para um termoculador eletrico para aquecer água dos banhos, colocando-o aquecer a água entre as 13h e 16h, terá sempre água quente de borla quando chegar a casa. Caso ainda tenha esquentador a gás claro.

      Cumprimentos
      Pedro carvalho

      Responder
  2. Carlos Lemos

    Existem aparelhos que desviam alguma potência do excedente para outro lado, por exemplo para termoacumulador

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá Carlos. Não percebi a pergunta. Se o termoacumulador estiver ligado o excedente vai para ele automaticamente. Não tem de desviar nada 🙂

      Responder
  3. Sara Silva

    Isto do fundo ambiental é muito bom mas a burocracia deixa qualquer um doido… Submeti 2 pedido em junho do ano passado (eram o número 4 ***). Só à terceira tentativa consegui a aprovação (inicialmente nem dava para corrigir, era recusado e tínhamos de submeter nova candidatura, mesmo que não concordassemos com a decisão e reclamassemos). Resumindo só recebi o dinheiro na sexta-feira passada.

    Responder
  4. Jose Valente

    O processo do fundo ambiental, am mãos portuguesas = desastre. Começamos com uma interface que não permite gravar os dados ate se completar a candidatura. Se algo acontece, erro na aplicação, perda de internet, etc., perde-se tudo. Para além disso, quando se acaba não e claro ONDE se deve carregar para salvar tudo. Depois temos a quantidade enorme de documentação, estabelecido, creio, como um verdadeiro campo de minas, ao menor erro, boom! Segue-se a o nível de conhecimentos informáticos necessários para criar, combinar, pdfs, imagens, etc. Eu vim para Portugal a poucos meses, dos Estados Unidos, onde vive toda a minha vida. Muitas vezes tinha que ir ao Google porque sabia la o que era o “matricial” isto ou aquilo.

    Onde vivia, o governo local teve (e continua a ter) um programa semelhante para instalação de sistemas de ar condicionado mais eficientes. Tinham uma lista de equipamentos aprovados, escolhia-se um desses, contactava-se um vendedor/instalador aprovado para tal, instalavam, manda-se a fatura e acabou! quanto a dados pedidos, era a fatura da venda e instalação, e dados básicos, como nome, morada, etc.

    Mas aqui – e admiro a capacidade criativa dos portugueses – o que se pede e de loucos. E depois por culpa alheia, como no caso dos tais 1uatro meses de validade dos documentos das finanças, la vai tudo ao ar. E interessante, que na aplicação indicam que “e boa ideia” dar-lhes autorização para acesso aos dados, coisa que possivelmente poucos fazem . Se dissessem “nos somos desorganizados e quando a sua vez chegar, se passarem quatro meses, vai tudo para o lixo, assim que recomendamos que…”

    O instalador dos paineis também me avisou que se a potencia instalada for inferior a 1 kW (menos de 4, 5, paineis) que a candidatura nao e considerada. Nao sei se e verdade, mas não me surpreendia.

    Candidatei-me duas vezes, paineis e ar condicionado. SE alguma vez vir algum dinheiro, vou ficar muito, mas muito surpreendido. E essa a fé que este sistema inspira.

    Responder
  5. Augusto Josefa

    Pedro obrigado por toda a informação aqui prestada. Quero montar painéis fotovoltaicos para consumo próprio. Vivo no Pinhal de Frades/Seixa, 74 anos e somos 2 pessoas em casa. Tenho um orçamento de uma Empresa da zona (1991€ 2 paineis monocromaticos) e conheço aquilo que a EDPComercial oferece. O meus consumo médio mensal entre Junho21 a Maio 22 anda bem perto dos 300kwh. Quantos paineis devo instalar e qual a potência e tipo devo escolher? Aqui na minha área de residência onde posso encontrar quem fornece os Kits de autoconsumo monof. BEST? Obrigado

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá Augusto. Procure um orçamento para 500 euros por painel tudo incluído. Parece-me ser um orçamento muito elevado. Se têm sempre pessoas em casa, dois paineis parece ser razoável. Procure mais orçamentos. Abraço

      Responder
  6. Jorge Leitão

    Caro Pedro,
    Seis meses à espera do reembolso do FA? Eu já vou em quase 10, também com uma candidatura anulada, pois não era possível a atualização aos pontos não conformes com o regulamento. Um deles quase levava à anulação da segunda candidatura para os painéis por erro de análise do FA. Na Certidão Predial o proponente não consta como proprietário da habitação, mas os pontos 5. (qualquer coisa) e 10. (qualquer coisa) do regulamento dizem que nesse caso basta o envio da escritura do imóvel, o que foi feito, mas…teve que ser reenviada. Vá lá que desta vez foi possível a atualização da candidatura e finalmente recebi a comunicação de que a mesma tinha transitado ao estado de elegível para reembolso. No entanto isso já foi há mais de um mês e ainda aguardo.

    Quanto à venda do excedente, vou também esperar. Tenho aqui algum receio que se nos tornarmos vendedores de energia nos tornarmos alvos apetecíveis para pagamento de impostos a condizer.

    Responder
  7. Paulo Marquee

    Boas Sr Pedro. Primeiro agradecer pelo seu magnífico trabalho, quer aqui quer no programa de TV na elucidacao e explicação de problemas e soluções nas contas de nós consumidores. Segundo e um alerta para todos nós consumidores do processo absurdo na Eredes. Depois de receber o mail dela indicando que o meu contador inteligente estava preparado, e em comunicação com o sistema da Eredes, qual não foi a minha surpresa, ou talvez não, que recebo 2 facturas da EDP (De 2 meses) em que não e feita a contagem mas usam o sistema de estimativa (aliás o absurdo e tanto que a EDP fez aplicando a média dos meses de Dez/Jan e como deveria ser normal o mesmo período do ano transacto), após primeiro contacto com a Eredes a explicação foi problemas na comunicação (estranho depois de receber o mail que não havia problemas). Mes seguinte igual, outra vez estimativa. Nova abordagem a Eredes em que eles próprios não sabiam o que se passava. Decidi então curta o envio da produção do UPAC para a rede (pois tenho o mesmo sistema da solax que o Sr Pedro). 2 dias depois sou contactado por telefone por alguém da Eredes (arrogante e mal educado) a perguntar se tinha algum problema no UPAC (pois como seria possível se era novo?!) E para alterar o sistema para voltar a permitir o envio. A que expliquei a minha situação e que enquanto não fosse resolvida a Eredes não iria ganhar as minhas custas. E aí veio a arrogância, com ameaças de corte de luz, processos legais contra mim e processos penais!! Além do erro ser deles…a minha questão e se é mesmo assim, ou seja, um consumidor que usa um UPAC e obrigado a manter o envio da produção sempre para a rede? E algo ilegal (pelo que consultei acho que não). Aliás chegou mesmo a pessoa da Eredes a me ameaçar que se continuasse, e se eu tivesse um processo, como tenho, no fundo ambiental, eles iriam inviabilizar o mesmo (o interlocutor bem me perguntou mas fiz me dê mau ouvinte). Mas como não e suficiente, qual foi também a minha surpresa quando no processo da Eredes vi que me tinha sido atribuído um CEP de produção. Ora eu nunca o pedi, além de o processo tem que passar sempre pela aprovação da ERSE (com documentação apropriada e depois de aprovada) pelo que sei. Mas a Eredes atribui me na mesma (e erro atrás de erro). Todo este processo na Eredes (já para não falar no FA) e do mais amador que existe!!!

    Responder
  8. Sandra Rocha

    Boa tarde

    Como ainda está em fase de avaliação da candidatura, ao vender o excedente da energia produzida não vai ter problemas? Porque o financiamento é apenas para autoconsumo e não para comercialização de energia.

    Qual a marca dos seus painéis solares, se não é indiscrição. Não consigo, ou não sei =) tirar esses dados que tira do seu painel dos que instalei em Abril deste ano. O meu é da Solius.

    Obrigada

    Responder
  9. Joao Francisco Ferro

    Boa tarde!
    Pode explicar o que é o “o reembolso do Fundo Ambiental”?

    Obrigado

    Responder
  10. vera

    Boa tarde.
    Antes de mais obrigada para o contributo para uma vida mais leve a nível financeiro… Os seus livros tem ótimas dicas que tento por pratica sempre que posso.
    Num comentário anterior li que o preço que acha justo por painel fotovoltaico com instalação incluída são 500E, no entanto os valores apresentados quer pela Galp ou pela EDP estão muito longe disso rondam os 1000€ com a instalação e o Iva. Será que o valor por painel baixa caso faça a instalação com outro comerciante o que sugere e em que se baseia para a dica dos 500€ por painel?
    Grata pela resposta

    Responder
    • Pedro Andersson

      Então é escolher outras empresas :). Não é por serem grandes que são melhores ou mais baratas.

      Responder

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