Os meus fundos de investimento – Balanço #52 (26 de outubro)

Escrito por Pedro Andersson

26.10.21

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12 min de leitura

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Fundos de investimento – Balanço mensal (outubro 2021)

Depois de um mês “complicado” nas bolsas mundiais, os meus fundos de investimento não só recuperaram, como estão neste momento no valor mais alto de sempre.

Lembra-se do dinheiro que alguns de nós pouparam durante os dois confinamentos por causa da pandemia? Pois bem, em vez de os gastar ou de os manter numa conta à ordem, decidi subscrever o valor que poupei em fundos de investimento. Em alguns deles estou a ganhar 40%. Fiz isto para, obviamente ganhar dinheiro com o meu dinheiro, mas ao mesmo tempo, para partilhar consigo a minha experiência para que perceba as possibilidades que estão a passar ao seu lado se estiver na disposição de arriscar um pouco e em consciência.

Como irá ver, o meu fundo principal cresceu, um ficou igual e o terceiro desceu. Não depende de mim, nem de si. Depende dos chamados “mercados”.

Faço este balanço mensal apenas para que perceba como é que o seu dinheiro sobe e desce ao longo dos meses e dos anos. Mas só saberá se ganhou ou perdeu dinheiro se um dia decidir avançar. Enquanto não o fizer estará sempre a ver os lucros ou os prejuízos dos outros. Fiz isso também durante bastante tempo. Compreendo os vossos medos.

Estou a escrever-vos mensalmente com a vantagem enorme de não vos estar a tentar convencer de nada, nem de vos querer vender nada. É só para que percebam que estes investimentos estão ao alcance de qualquer um de nós e não apenas dos “ricos”.

Tem o balanço desta semana dos meus fundos “Covid”  com os respectivos gráficos mais abaixo.

Os avisos do costume (repito esta informação em todos os artigos)

Recordo-lhe que não sou um profissional desta área. Sou um cidadão curioso que está a partilhar a experiência consigo. Não são conselhos para fazer o que quer que seja. A única coisa que tenho para lhe mostrar são resultados reais, absolutamente rigorosos e sem filtros. Ganho, ganho, perco, perco. É o meu dinheiro. Não é uma conta virtual. Como lhe tenho vindo a explicar ao longo destas semanas, qualquer lucro em Fundos de investimento pode ser temporário e as “perdas” fazem igualmente parte do percurso. Se perceber isto, nunca se sentirá enganado.

Porque faço isto

Em 2019 decidi começar a investir em Fundos de Investimento. Nunca na minha vida tinha investido em produtos sem garantia de capital. Sempre tive medo destas coisas. Mas decidi arriscar e estou aqui, como um cliente bancário “normal” a partilhar consigo a minha experiência. Algumas pessoas criticam-me por estar a falar deste tipo de investimentos de risco sem ser profissional da área. Mas acredito que é isso mesmo que dá algum interesse a estes meus artigos. São MESMO as experiências de uma pessoa normal que está a aprender e a dizer-lhe o que estou a descobrir e o que estou a ganhar e a perder com isso. Para que você aprenda também.

Depois o que você faz é consigo. Recordo-lhe que em Março estive a perder com os meus fundos (que agora estão a dar lucro) cerca de 30%, mas decidi esperar e não resgatar. É duro. Concluí que de facto, para fazer crescer o nosso dinheiro, em algum momento, terá de colocar parte do seu dinheiro em produtos sem capital garantido. O que vai encontrar aqui são dados reais (os meus) e não simulações de um banco ou corretora.

Expliquei neste artigo AQUI porque estou a fazer isto, onde tem vários avisos e explicações sobre os bancos onde tenho estes fundos – que deve ler – sobre porque deve conhecer várias alternativas de investimento. Quero que perceba que, ao contrário dos depósitos a prazo, o seu dinheiro sobe e desce todos os dias. Se isso lhe faz confusão, não se meta nisto.

Balanço de outubro de 2021

Melhor mês de sempre

Breve contexto: Em minha casa, poupámos várias centenas de euros (porque ambos continuámos a trabalhar) durante esses meses da Covid-19. Decidimos pegar nesse dinheiro e (já que seria dinheiro que seria entregue às gasolineiras, restaurantes, escolas, portagens, etc.) investi-lo com mais risco. Felizmente conseguimos dar-nos a esse “luxo”. Há famílias que devem colocar este dinheiro num Fundo de emergência (depósito a prazo) e NUNCA os colocar em produtos de capital não garantido.

Subscrevi um fundo com o que a minha mulher não gastou durante o Estado de emergência (combustíveis e alimentação = 225,75 €), outro com o que o meu filho mais velho não gastou (passes e alimentação na escola = 153,12 €) e outro com o que o meu filho mais novo não gastou (a mensalidade da escola privada baixou e não teve atividades extracurriculares = 248,26 €).

Em fevereiro de 2021, poupámos mais 230 euros com o segundo confinamento. Somei esse valor a um dos fundos. Em março, reforcei novamente com o mesmo valor (mais 230 euros). Ou seja, no total, investi desde julho de 2020, em fundos de investimento 1.086,89 €. Este valor é o que poupei por causa dos dois confinamentos. A situação neste momento é a seguinte:

Este mês

Mês anterior

 

O fundo “principal” continua a crescer (mais 4% este mês), o do meio ficou igual e o terceiro desceu 1%. Na média dos 3 fundos, e apesar dos altos e baixos ao longo do tempo, CONTINUO A GANHAR DINHEIRO, como poderá ver neste gráfico que atualizo todos os meses. Já com os dois reforços.

NOTA: Se tiver dificuldade em ver os gráficos ou os números nas fotos, clique sobre a foto e escolha “abrir noutra página”. E vê tudo com detalhe.

Estou com um lucro bruto de 247 €. Seriam 178 € limpos (tirando os 28% para o Estado). Para ter este resultado num depósito a prazo teria de ter no banco mais de 247 mil euros ao fim de um ano completo. Tenho o mesmo resultado com 1.000 euros.

Ao resgatar, teria de descontar no ano que vem 28% para o IRS anexando o Modelo J de rendimentos no estrangeiro, ou de taxa liberatória retida na fonte se forem fundos nacionais (nos depósitos a prazo seria exatamente a mesma coisa). Não é melhor nem pior na questão de impostos. Só paga o devido de forma diferente (no IRS, no ano seguinte ao resgate).

Se um dia subscrever Fundos de Investimento pela primeira vez, sugiro que escolha em euros para ter uma leitura mais fácil para si e siga as instruções dos gestores de conta profissionais do seu banco ou corretora.

No total dos 3 fundos, no dia 16/07/2020 subscrevi 627,13 € (com um reforço de 229,80 em Fevereiro de 2021 e 229,96 em Março, ou seja 1.086,98 € no total) e se os resgatasse neste momento devolviam-me 1.334,85 €.

Se acha que são valores pequenos, só tem de multiplicar por 10. Se tivesse investido 10.800 euros nos mesmos 3 fundos, teria hoje mais 2.470 euros brutos. Se multiplicasse por 100 (ou seja, mais ou menos 100 mil euros) teria em pouco mais de 12 meses mais 24.700 euros para ir levantando e gastando.

Mas se estivesse a perder, também seria na casa dos muitos milhares de euros. É isto que eu quero que perceba MUITO BEM logo desde o início. É assim que o nosso dinheiro pode fazer dinheiro. Numa conta a prazo, não. Assim que alguém consegue chegar ao patamar das dezenas de milhares de euros e começa a investir começa logo a notar a diferença. Para cima e para baixo. Ou seja, é desta forma que pode colocar o dinheiro a trabalhar para si.

Tendo dinheiro (poupando-o e investindo-o) pode ao longo do tempo viver melhor, sabendo os riscos que corre. Repito o alerta de sempre que esta estratégia é APENAS para uma pequena parte das suas poupanças a que se possa dar o “luxo” de perder. Não têm capital garantido. Se na altura em que precisar desse dinheiro os seus Fundos estiverem negativos, o “segredo” é fazer de conta que esse dinheiro não existe e esperar que recuperem se o puder fazer. Também pode resgatar quando quiser o valor correspondente ao “lucro ” e deixar o restante a render mais outra vez, mas perde o efeito do juros compostos.

Os meus outros fundos

Tenho um fundo “principal” que tento reforçar todos os meses, independentemente do que estiver a acontecer nas Bolsas. Não o reforço desde Julho porque (a verdade é cruel) não tenho conseguido juntar dinheiro para investir. Tenho tido muitas despesas inesperadas e em vez de ir buscar esse dinheiro ao fundo de emergência prefiro adiar o investimento em vez de ficar “descalço”. Veja como está este mês:

O meu fundo de investimento “principal” continua a crescer. Conforme a data em que subscrevi cada unidade do mesmo fundo, uma está a crescer cerca de 65% e a mais “baixinha” atualmente está a crescer 1,16%, mas no mês passado esteve negativa. O outro fundo também cresceu. Passou de 46% de crescimento para 47%. Se fosse um depósito a prazo teria de esperar 470 anos para atingir o mesmo resultado.

Tenho o meu Fundo de Emergência fora deste tipo de produtos financeiros. É um ano de todas as minhas despesas. Esse dinheiro está numa conta à ordem (nem sequer está numa conta a prazo).

E o dinheiro está sempre disponível. Neste momento, se me acontecesse uma “desgraça” conseguiria manter o meu atual nível de vida durante 12 meses sem qualquer apoio. Demorei vários anos a atingir esse valor. E desse dinheiro não arrisco 1 cêntimo. Está sempre em produtos com capital garantido.

O resto arrisco um pouco mais, sim. O que me sobra acima do fundo de emergência tenho uma parte em PPR, outra parte em Fundos de Investimento, outra parte de plataformas de crowdfunding e outra parte em ações e criptomoedas, com riscos e rentabilidades diferentes. É a chamada diversificação. Se uma correr mal, as outras aguentam melhor (espero).

Tem aqui uma análise da diversificação dos meus investimentos:

ANÁLISE | Como estão distribuídas as minhas poupanças/investimentos

NOTA PERMANENTE: Recordo que se resgatar um fundo, o banco começa pelas unidades mais antigas. Não posso dizer que quero resgatar “aquela” dos 30 e tal por cento. É a regra do FIFO, “first in, first out” (o primeiro a entrar é o primeiro a sair). Também deve perceber isto desde o princípio. Não pode escolher. Mas não tem de resgatar o fundo TODO. Pode ser só metade ou um terço ou um determinado valor e eles fazem as contas. Ou pode resgatar um fundo que está a dar lucro e deixar lá os que estão a dar prejuízo.

Pode investir pequenas poupanças. Não é preciso ser rico para ter um fundo de investimento (bastam 15 ou 20 euros, outros “custam” 100, 200 ou 300 euros). No print screen acima tem lá os valores que investi.

O meu objetivo maior é pagar a minha casa 15 anos mais cedo e todos os meus investimentos estão a trabalhar nesse sentido.

Embora tenha vários projetos em mente, vou gerindo o meu dinheiro à medida que os projetos avançam ou até as situações ou oportunidades que surjam. Mas enquanto não preciso do dinheiro ele está a crescer. A uma média de 25%, 5.000 euros teriam crescido 1.250 euros que simplesmente me apareceram na conta (tem de descontar os impostos de 28%). Ou seja, pode investir mais nos seus projetos do que se tivesse deixado o dinheiro numa conta à ordem ou a prazo. Vão crescer sempre a este ritmo? Claro que não. Posso ficar vários anos em terreno negativo. Mas estou a arriscar porque não preciso deste dinheiro para o meu dia-a-dia.

Note que pode subscrever fundos de investimento em qualquer banco ou corretora. Só deve ter em atenção as comissões de subscrição, de resgate e de guarda de títulos, se tiver. E a comissão de gestão do fundo (que está incluída na rentabilidade). Os que tem neste artigo são apenas um exemplo e não uma recomendação ou sugestão.

Quando resgato?

Os Fundos de Investimento são compostos por um “cesto” de ações e de setores de actividade mas refletem essas escolhas em várias bolsas do mundo. Tem milhares para escolher. Peça ajuda no seu banco (ou outro qualquer) para escolher um que se adeque ao seu perfil.

Pode ter duas estratégias: ou resgata sempre que atingir o seu objetivo em termos de juros ou decide manter vários anos à espera que (apesar do sobe e desce) vá sempre subindo ano após ano durante 10, 20 ou 30 anos. Mas não se esqueça de que sempre que resgata perde 28% do lucro para o Estado. Não convém estar sempre a fazê-lo.

Outra dúvida que as pessoas têm é se o que cresce este ano acumula com o crescimento do ano que vem. Sim e não. Não acumula no sentido em que fica fechado o que cresceu este ano e começa outra vez do zero a 1 de Janeiro. Não é assim que funciona.

O fundo cresce (ou desce) em relação ao dia em que o subscreveu. Depende dos valores em bolsa de cada uma das empresas que fazem parte de cada fundo. Se elas cresceram em relação ao dia em que subscreveu vai ganhar (ou perder) a diferença face ao dia em que resgatar. Pode ter um fundo que cresceu 10% ao ano ao longo de 10 anos (ou seja, mais do duplicou o investimento graças ao efeito dos juros) e apanha uma “pandemia” no ano 11 e de repente volta a estar negativo e perdeu todo esse “crescimento”. Pode resgatar o valor que entender no dia que quiser.

Também pode subscrever este ano e estar a ganhar 15% no ano que vem. Só você é que pode decidir o que fazer com o que estiver a ganhar a cada momento. Está sempre tudo à distância de um clique no computador. Volto no mês que vem com a atualização deste balanço. Veja neste vídeo como subscrevi os meus fundos.

Avisos

Nunca deve ver a minha carteira de investimentos ou o que eu digo como um conselho sobre como e onde deve investir ou que fundos deve escolher. Há milhares de fundos.  Não tenho qualquer formação financeira e sou um simples cliente bancário com muita curiosidade. Quando quiser subscrever fundos pela primeira vez deve contactar um gestor especializado no seu banco ou corretora. Nunca invista dinheiro de que vai precisar para outros fins. Pode perder dinheiro, se precisar levantá-lo numa altura em que estiver com valores negativos e não puder esperar meses ou anos até que eles recuperem.


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7 Comentários

  1. Rogério C. de Seixas

    Boa tarde. No ano da pandemia , e depois de quase 10 anos a refugiar-me apenas em certificados de Tesouro, fui contactado por um gerente de uma conta que eu tinha sem movimento há c. 20 anos. falou-se de muita coisa e de fundos, ; interessei-me até porque minha mulher numa sua conta num outro banco , tinha sido aconselhada há anos a fazer um investimento num fundo nacional, cujo resultado se mostrava bem positivo excelente. O Banco em questão permitia seguir a valorização (positiva ou negativa) sem ter que abrir conta, e assim levei um mês a estudar o fundo em questão. Ao fim desse tempo, e no banco de que falei inicialmente, subscrevi esse mesmo fundo, em diferentes parcelas por cuidado, e felizmente com valorizações diárias.
    A partir daí e pedindo frequentes sugestões , ou seguindo as sugestões desses banco, ou tendo em atenção os diferentes resultados anuais e do ano (2018/19), fui alargando a escolha. Veio a pandemia, e ao contrário do que o Sr. Andresen escrve da sua experiência, eu resgatei, não imediatamente, com pequena perda.*
    Passado um tempo refiz posições e aumentei a escolha, e até agora com bons resultados. Algumas pequenas experiências na zona China , menos bons resultados mas no total são valores residuais . Continuo a tentar aprender, e tenho uma pergunta* que se pôs a quqndo do preenchimento da declaração de IRS de 2020, tinha ou não possibilidade de declarar a perda nesse ano, com possibilidade de anular numa venda positiva em 2021 ou 2022? Não consegui saber, e não declarei essa perda. O Sr. Andersen pode esclarecer-me ? Melhores cumprimentos

    Responder
  2. Pedro

    Bom dia Sr. Pedro,

    Tenho uma dúvida para a qual agradecia a sua ajuda se possível.
    Imaginemos que tenho o fundo A sobre o qual faço dedução à colecta.
    Mais tarde transfiro este fundo para o Fundo B, sendo que deste nunca foi feita dedução à colecta.
    Posso resgatar a totalidade do Fundo B a qualquer altura ( pagando apenas a comissão de resgate antecipado ) ou serei obrigado a devolver o beneficio fiscal + penalizações respectivos à parte transferida do Fundo A?

    Obrigado pela atenção

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Fundos não têm dedução à coleta. Só PPR. É isso a que se refere?

      Responder
  3. Eduardo Rodrigues

    Bom dia, Sr. Pedro Andersson.
    Por favor, podia explicar a frase “Não convém estar sempre a fazê-lo.”? (Está na secção “Quando resgato?”)
    Muito obrigado.
    Abraço.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá Eduardo. Cada vez que resgata perde 28% do lucro para o estado. assim não aproveita ao máximo o efeito do juro composto.

      Responder
  4. Luís Cabral

    Sr. Pedro Andersson, segundo o que a gestora do banco me informou, ao resgatar de um fundo de investimento e seguindo a regra do FIFO, o valor é a media da percentagem de quando estou a ganhar e quando estive a perder. Posso estar a ganhar mas se tiver tido mais percentagem negativa, nada ganho e posso ter de pagar.
    Podia confirmar se entendi bem a questão?
    Muito obrigado.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Recebe o que a unidade estiver a valer nesse dia especifico vezes as unidades que tem face ao valor que cada uma delas tinha no dia em que as subscreveu. Basicamente foi o que ela lhe disse :). Se as comprou a 10 euros e vender a 11 ganha 1 euro por cada unidade, mesmo que tenham estado a 15 ou a 7.

      Responder

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