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Os meus fundos de investimento – Balanço #51 (27 de setembro)

Escrito por Pedro Andersson

27.09.21

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12 min de leitura

Fundos de investimento – Balanço mensal (setembro 2021)

Esta última semana não foi famosa nas bolsas mundiais, mas mesmo assim estou com o melhor resultado desde que comecei esta “aventura” de investir o dinheiro que poupei (ou não consegui gastar) druante os dois confinamentos por causa da Covid-19. Estou com ganhos de cerca de 35% em cerca de 1 ano e meio.

Alguma vez o seu banco lhe deu 35% de juros? Atualmente está a dar-lhe 0,1% ao ano ou menos. Estou a dizer-lhe então que deve largar tudo o que seja capital garantido e meter-se a investir em fundos de investimento, ETF, e afins como se não houvesse amanhã? Claro que não. O capital garantido tem o seu lugar e o investimento com maior risco também.

Aliás, como pode ver no meu balanço abaixo, um dos fundos de investimento é quase tão calminho como um depósito a prazo. Até ao momento só cresceu 3%. Mesmo assim, é dezenas de vezes mais do que ter o dinheiro no banco. Seja como for, só deve pensar em arriscar um pouco o seu dinheiro depois de garantir um fundo de emergência robusto.

Mas só investindo é que poderá começar a pensar em ter rendimentos como estes. E sabendo que isto poderia não estar a acontecer. Podia estar neste momento a dizer-lhe que estava com valores negativos (um dos valores de um dos meus fundos neste momento está 1% negativo).

Faço este balanço mensal apenas para que perceba como é que o seu dinheiro sobe e desce ao longo dos meses e dos anos. Tal como na agricultura, só saberá se as coisas nascerão e darão fruto se as plantar. Eu plantei e agora são estes os resultados. Por acaso são (muito) bons, mas podiam ser maus…

Tem o balanço desta semana dos meus fundos “Covid”  com os respectivos gráficos mais abaixo.

Os avisos do costume (repito esta informação em todos os artigos)

Recordo-lhe que não sou um profissional desta área. Sou um cidadão curioso que está a partilhar a experiência consigo. Não são conselhos para fazer o que quer que seja. A única coisa que tenho para lhe mostrar são resultados reais, absolutamente rigorosos e sem filtros. Ganho, ganho, perco, perco. É o meu dinheiro. Não é uma conta virtual. Como lhe tenho vindo a explicar ao longo destas semanas, qualquer lucro em Fundos de investimento pode ser temporário e as “perdas” fazem igualmente parte do percurso. Se perceber isto, nunca se sentirá enganado.

Porque faço isto

Em 2019 decidi começar a investir em Fundos de Investimento. Nunca na minha vida tinha investido em produtos sem garantia de capital. Sempre tive medo destas coisas. Mas decidi arriscar e estou aqui, como um cliente bancário “normal” a partilhar consigo a minha experiência. Algumas pessoas criticam-me por estar a falar deste tipo de investimentos de risco sem ser profissional da área. Mas acredito que é isso mesmo que dá algum interesse a estes meus artigos. São MESMO as experiências de uma pessoa normal que está a aprender e a dizer-lhe o que estou a descobrir e o que estou a ganhar e a perder com isso. Para que você aprenda também.

Depois o que você faz é consigo. Recordo-lhe que em Março estive a perder com os meus fundos (que agora estão a dar lucro) cerca de 30%, mas decidi esperar e não resgatar. É duro. Concluí que de facto, para fazer crescer o nosso dinheiro, em algum momento, terá de colocar parte do seu dinheiro em produtos sem capital garantido. O que vai encontrar aqui são dados reais (os meus) e não simulações de um banco ou corretora.

Expliquei neste artigo AQUI porque estou a fazer isto, onde tem vários avisos e explicações sobre os bancos onde tenho estes fundos – que deve ler – sobre porque deve conhecer várias alternativas de investimento. Quero que perceba que, ao contrário dos depósitos a prazo, o seu dinheiro sobe e desce todos os dias. Se isso lhe faz confusão, não se meta nisto.

Balanço de setembro de 2021

Melhor mês de sempre

Breve contexto: Em minha casa, poupámos várias centenas de euros (porque ambos continuámos a trabalhar) durante esses meses da Covid-19. Decidimos pegar nesse dinheiro e (já que seria dinheiro que seria entregue às gasolineiras, restaurantes, escolas, portagens, etc.) investi-lo com mais risco. Felizmente conseguimos dar-nos a esse “luxo”. Há famílias que devem colocar este dinheiro num Fundo de emergência (depósito a prazo) e NUNCA os colocar em produtos de capital não garantido.

Subscrevi um fundo com o que a minha mulher não gastou durante o Estado de emergência (combustíveis e alimentação = 225,75 €), outro com o que o meu filho mais velho não gastou (passes e alimentação na escola = 153,12 €) e outro com o que o meu filho mais novo não gastou (a mensalidade da escola privada baixou e não teve atividades extracurriculares = 248,26 €).

Em fevereiro de 2021, poupámos mais 230 euros com o segundo confinamento. Somei esse valor a um dos fundos. Em março, reforcei novamente com o mesmo valor (mais 230 euros). Ou seja, no total, investi desde julho de 2020, em fundos de investimento 1.086,89 €. Este valor é o que poupei por causa dos dois confinamentos. A situação neste momento é a seguinte:

Este mês

Mês anterior

Os dois fundos “principais” continuaram a crescer (mais 1% este mês) e o terceiro desceu algumas décimas. Na média dos 3 fundos, e apesar dos altos e baixos ao longo do tempo, CONTINUO A GANHAR DINHEIRO, como poderá ver neste gráfico que atualizo todos os meses. Já com os dois reforços.

NOTA: Se tiver dificuldade em ver os gráficos ou os números nas fotos, clique sobre a foto e escolha “abrir noutra página”. E vê tudo com detalhe.

Estou com um lucro bruto de 219 €. Seriam 157 € limpos (tirando os 28% para o Estado). Para ter este resultado num depósito a prazo teria de ter no banco mais de 219 mil euros ao fim de um ano completo. Tenho o mesmo resultado com 1.000 euros.

Ao resgatar, teria de descontar no ano que vem 28% para o IRS anexando o Modelo J de rendimentos no estrangeiro, ou de taxa liberatória retida na fonte se forem fundos nacionais (nos depósitos a prazo seria exatamente a mesma coisa). Não é melhor nem pior na questão de impostos. Só paga o devido de forma diferente (no IRS, no ano seguinte ao resgate).

Se um dia subscrever Fundos de Investimento pela primeira vez, sugiro que escolha em euros para ter uma leitura mais fácil para si e siga as instruções dos gestores de conta profissionais do seu banco ou corretora.

No total dos 3 fundos, no dia 16/07/2020 subscrevi 627,13 € (com um reforço de 229,80 em Fevereiro de 2021 e 229,96 em Março, ou seja 1.086,98 € no total) e se os resgatasse neste momento devolviam-me 1.305,98 €.

Se acha que são valores pequenos, só tem de multiplicar por 10. Se tivesse investido 10.800 euros nos mesmos 3 fundos, teria hoje mais 2.190 euros brutos. Se multiplicasse por 100 (ou seja, mais ou menos 100 mil euros) teria em pouco mais de 12 meses mais 21.900 euros para ir levantando e gastando.

Mas se estivesse a perder, também seria na casa dos muitos milhares de euros. É isto que eu quero que perceba MUITO BEM logo desde o início. É assim que o nosso dinheiro pode fazer dinheiro. Numa conta a prazo, não. Assim que alguém consegue chegar ao patamar das dezenas de milhares de euros e começa a investir começa logo a notar a diferença. Para cima e para baixo. Ou seja, é desta forma que pode colocar o dinheiro a trabalhar para si.

Tendo dinheiro (poupando-o e investindo-o) pode ao longo do tempo viver melhor, sabendo os riscos que corre. Repito o alerta de sempre que esta estratégia é APENAS para uma pequena parte das suas poupanças a que se possa dar o “luxo” de perder. Não têm capital garantido. Se na altura em que precisar desse dinheiro os seus Fundos estiverem negativos, o “segredo” é fazer de conta que esse dinheiro não existe e esperar que recuperem se o puder fazer. Também pode resgatar quando quiser o valor correspondente ao “lucro ” e deixar o restante a render mais outra vez, mas perde o efeito do juros compostos.

Os meus outros fundos

Tenho um fundo “principal” que tento reforçar todos os meses, independentemente do que estiver a acontecer nas Bolsas. Veja como está este mês:

O meu fundo de investimento “principal” ficou na mesma este mês. Conforme a data em que subscrevi cada unidade do mesmo fundo, uma está a crescer cerca de 62% e a mais “baixinha” atualmente está 1% negativa. O outro fundo também desceu. Está com 46% de crescimento (menos 1% que no mês passado).

Tenho o meu Fundo de Emergência fora deste tipo de produtos financeiros. É um ano de todas as minhas despesas. Esse dinheiro está numa conta à ordem (nem sequer está numa conta a prazo).

E o dinheiro está sempre disponível. Neste momento, se me acontecesse uma “desgraça” conseguiria manter o meu atual nível de vida durante 12 meses sem qualquer apoio. Demorei vários anos a atingir esse valor. E desse dinheiro não arrisco 1 cêntimo. Está sempre em produtos com capital garantido.

O resto arrisco um pouco mais, sim. O que me sobra acima do fundo de emergência tenho uma parte em PPR, outra parte em Fundos de Investimento, outra parte de plataformas de crowdfunding e outra parte em ações, com riscos e rentabilidades diferentes. É a chamada diversificação. Se uma correr mal, as outras aguentam melhor (espero).

Tem aqui uma análise da diversificação dos meus investimentos:

ANÁLISE | Como estão distribuídas as minhas poupanças/investimentos

NOTA PERMANENTE: Recordo que se resgatar um fundo, o banco começa pelas unidades mais antigas. Não posso dizer que quero resgatar “aquela” dos 30 e tal por cento. É a regra do FIFO, “first in, first out” (o primeiro a entrar é o primeiro a sair). Também deve perceber isto desde o princípio. Não pode escolher. Mas não tem de resgatar o fundo TODO. Pode ser só metade ou um terço ou um determinado valor e eles fazem as contas. Ou pode resgatar um fundo que está a dar lucro e deixar lá os que estão a dar prejuízo.

Pode investir pequenas poupanças. Não é preciso ser rico para ter um fundo de investimento (bastam 15 ou 20 euros, outros “custam” 100, 200 ou 300 euros). No print screen acima tem lá os valores que investi.

O meu objetivo maior é pagar a minha casa 15 anos mais cedo e todos os meus investimentos estão a trabalhar nesse sentido.

Embora tenha vários projetos em mente, vou gerindo o meu dinheiro à medida que os projetos avançam ou até as situações ou oportunidades que surjam. Mas enquanto não preciso do dinheiro ele está a crescer. A uma média de 25%, 5.000 euros teriam crescido 1.250 euros que simplesmente me apareceram na conta (tem de descontar os impostos de 28%). Ou seja, pode investir mais nos seus projetos do que se tivesse deixado o dinheiro numa conta à ordem ou a prazo.

Note que pode subscrever fundos de investimento em qualquer banco ou corretora. Só deve ter em atenção as comissões de subscrição, de resgate e de guarda de títulos, se tiver. E a comissão de gestão do fundo (que está incluída na rentabilidade). Os que tem neste artigo são apenas um exemplo e não uma recomendação ou sugestão.

Quando resgato?

Os Fundos de Investimento são compostos por um “cesto” de ações e de setores de actividade mas refletem essas escolhas em várias bolsas do mundo. Tem milhares para escolher. Peça ajuda no seu banco (ou outro qualquer) para escolher um que se adeque ao seu perfil.

Pode ter duas estratégias: ou resgata sempre que atingir o seu objetivo em termos de juros ou decide manter vários anos à espera que (apesar do sobe e desce) vá sempre subindo ano após ano durante 10, 20 ou 30 anos. Mas não se esqueça de que sempre que resgata perde 28% do lucro para o Estado. Não convém estar sempre a fazê-lo.

Outra dúvida que as pessoas têm é se o que cresce este ano acumula com o crescimento do ano que vem. Sim e não. Não acumula no sentido em que fica fechado o que cresceu este ano e começa outra vez do zero a 1 de Janeiro. Não é assim que funciona.

O fundo cresce (ou desce) em relação ao dia em que o subscreveu. Depende dos valores em bolsa de cada uma das empresas que fazem parte de cada fundo. Se elas cresceram em relação ao dia em que subscreveu vai ganhar (ou perder) a diferença face ao dia em que resgatar. Pode ter um fundo que cresceu 10% ao ano ao longo de 10 anos (ou seja, mais do duplicou o investimento graças ao efeito dos juros) e apanha uma “pandemia” no ano 11 e de repente volta a estar negativo e perdeu todo esse “crescimento”. Pode resgatar o valor que entender no dia que quiser.

Também pode subscrever este ano e estar a ganhar 15% no ano que vem. Só você é que pode decidir o que fazer com o que estiver a ganhar a cada momento. Está sempre tudo à distância de um clique no computador. Volto no mês que vem com a atualização deste balanço. Veja neste vídeo como subscrevi os meus fundos.

Avisos

Nunca deve ver a minha carteira de investimentos ou o que eu digo como um conselho sobre como e onde deve investir ou que fundos deve escolher. Há milhares de fundos.  Não tenho qualquer formação financeira e sou um simples cliente bancário com muita curiosidade. Quando quiser subscrever fundos pela primeira vez deve contactar um gestor especializado no seu banco ou corretora. Nunca invista dinheiro de que vai precisar para outros fins. Pode perder dinheiro, se precisar levantá-lo numa altura em que estiver com valores negativos e não puder esperar meses ou anos até que eles recuperem.


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14 Comentários

  1. David

    Olá Pedro, em que banco subscreveu este fundos? Obrigado

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Como expliquei nos artigos iniciais, subscrevi no ActivoBank e no Best. Mas há em todos os bancos. Atenção as comissões de cada um.

      Responder
  2. Henrique

    Olá Pedro,
    Quais são os fundos?

    Obrigado

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Os nomes estão no print screen. No entanto não estou a aconselhar que subscreva os meus. Tem de decidir por si. Há milhares de fundos. Deve escolher de acordo com o risco de cada um e a área geográfica e de negócio que representam.

      Responder
  3. Marco Gouveia

    Boa tarde Pedro.

    Antes de mais quero felicitá-lo pelo blog. Parabéns pelas exposições e conselhos clarividentes.
    Também detenho em carteira um dos fundos que o Pedro detém…fundo esse que não sei se o Pedro tem conhecimento, mas a Fidelity vai “adaptá-lo”, havendo enviado informação recentemente a dar uma de 3 opções: 1 – nada fazer e as unidades de participação atuais passam para o novo fundo; 2 – resgate sem comissões das unidades de participação; 3 – troca das unidades com qualquer outro fundo da Fidelity, sem comissões também…
    Honestamente não sei que opção tomar…o novo fundo será “mais sustentável” e cotado em dólares, creio eu…
    O Pedro Andersson já decidiu o que fazer?
    Obrigado

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Obrigado. Ainda não recebi essa informação. Mas assim em 10 segundos, como estou satisfeito manterei. Não é um conselho :).

      Responder
  4. Eduardo Rodrigues

    Bom dia, Pedro.
    Parabéns por este excelente artigo.
    Escreveu: “Mas não se esqueça de que sempre que resgata perde 28% do lucro para o Estado. Não convém estar sempre a fazê-lo.”
    Percebi todo o artigo menos “Não convém estar sempre a fazê-lo.” Pode explicar esta frase de 6 palavras ou, se a resposta for complexa e longa, dizer onde posso ler uma boa explicação?
    Muito obrigado.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Se estiver sempre a resgatar perde o efeito dos juros compostos. Em vez de saltar de 2 em dois degraus, desce um para depois subir dois :).

      Responder
  5. Stephane

    Boa noite,

    A minha pergunta é a seguinte: vai chegar um momento do ano em que o fundo vai pagar dividendos (uma vez ao ano) então esse valor que receber terá que o declaro na sua declaração de imposto ‘? E se investir logo esse valor recebido num fundo terá na mesma que o incluir na sua Declaração de imposto?

    Obrigado desde já pela Atenção.

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Não tenho fundos com dividendos, mas se tiver tem de os declarar todos os anos no IRS, invista a seguir ou não.

      Responder
  6. Sérgio

    Boa tarde Pedro,

    Antes de mais agradecer o autêntico serviço público que tem prestado aos Portugueses em matéria de sapiência financeira!

    Tenho PPRs, Robots e ETFs, mas não FIs. Acima perguntaram quais são os fundos que subscreveu. Também fiquei curioso e fui pesquisar nos sites do AB e do Best. Contudo, colocando apenas as abreviaturas das imagens não os consigo encontrar, alguns tem nomes tão parecidos que fico na dúvida.

    Seria possivel colocar os ISINs?

    Muito obrigado!

    Responder
    • Pedro Andersson

      Olá. Até podia fazer isso, mas queria que escolhesse os seus pela sua própria cabeça. O que é bom para mim pode não ser para si. Assumi um perfil arrojado, ou seja não me importo de estar a perder momentaneamente 50% se for preciso e aguentar. Isso não é adequado a todos. Sugiro que ligue para o apoio do banco e que peça ajuda ao especialista. Pode dizer o nome dos meus como indicação, mas não quero que vejam os meus investimentos como um conselho para fazer igual. Se me correr mal a responsabilidade é minha e só minha :). Vou avaliar o seu pedido mas para já não quero ser tão específico. Espero que compreenda.

      Responder
  7. Sérgio

    Olá Pedro,

    OK, eu compreendo. Mas a minha questão não tinha como intenção subscrever algum dos “seus” FI, ou seja, copiar o seu portfolio, mas sim, efectivamente, compará-los com alguns dos outros existentes no mercado. Apenas curiosidade pois, como sabe, a maioria das Criadoras de FI, até têm produtos extremamente parecidos (Fidelity, Vanguard, etc)…

    Como o Pedro até falou abertamente no Save&Grow da CdI, no Optimize Agressivo etc, pensei que não se importasse de referir explicitamente quais os FI que subscreveu no Best e no AB… De facto, penso que o fez em relação aos seus ETFs, e não me parece que alguém o tenha criticado por tal coisa, pois o Pedro faz questão de sempre referir que as suas opções não são recomendações de investimento para outrem.

    Responder
  8. Paulo Martins

    Olá Pedro.
    Em dezembro de 2020 subscrevi 1000€ neste fundo de investimento(BGF World Technology Fund)em euros do banco invest, a sociedade gestora deste fundo é BlackRock (Luxembourg) SA.
    Em fevereiro de 2021 quando começou a desvalorizar regatei-o com 1158€, teve uma mais valia de 158€ que terei de declarar no IRS.
    Pode-me informar em que anexo o devo declarar.
    Obrigado pela atenção.

    Paulo Martins.

    Responder

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