RAIZE | Balanço dos meus investimentos dois anos depois




Como está o balanço dos meus investimentos na Raize até agora? (Setembro de 2020)

A Raize foi das primeiras reportagens que fiz sobre investimentos sem capital garantido, em Maio de 2018. Já passaram mais de 2 anos. A primeira reportagem sobre estes tipo de ferramentas financeiras COM risco, foi sobre os Fundos de Investimento.

Como explico frequentemente, testo as reportagens (sempre que posso) antes de as fazer. Portanto, investi 100 euros na Raize para ver o que acontecia. Passados estes anos – e sobretudo em plena pandemia – como estão os meus investimentos? A pandemia afetou os meus ganhos? Estou arrependido de ter investido? Vamos a contas (reais).

Antes, uma breve descrição do que é a Raize. É uma plataforma de crowdfunding portuguesa em que pequenas e médias empresas pedem dinheiro emprestado e cidadãos comuns como você e eu emprestam esse dinheiro. Somos uma espécie de mini-banqueiros. Em vez de pagarem juros ao banco, pagam esses juros a si e a mim.

Imagine o senhor Manuel que tem um talho em Belmonte e que precisa de 3 mil euros para comprar arcas frigoríficas. Pede esse dinheiro à Raize, eles analisam as contas do talho e pedem garantias e se aprovarem, colocam o pedido na plataforma.

Como somos dezenas de milhares já inscritos na Raize, esses 3 mil euros são divididos por todos nós (os que tiverem acionado o “tracker”, que é aceitar automaticamente os pedidos que surgirem) e acabamos todos por emprestar 3, 4 ou 5 euros ao senhor Manuel. Todos os meses ele paga-nos a amortização do capital mais o juro combinado, como se fosse a prestação de um crédito à habitação.

Qual é o risco que eu corro?

Corro o risco do senhor Manuel não conseguir pagar. Pode ter sido afetado pela pandemia, pode ter ficado doente e teve de fechar o talho ou outro imprevisto qualquer. Se ele deixar de pagar posso perder o que falta restituir dos meus 5 euros e os respectivos juros. É assim que funciona. Como vos disse, comecei com 100 euros mas como achei piada ao conceito e ganhei confiança, investi mais ao longo destes 2 anos e meio.

Neste momento tenho investido na Raize cerca de 3 mil euros, dividido por 220 empréstimos. Durante mais de 1 ano tudo correu muito bem, com alguns casos de atrasos de pagamentos, mas sem nenhum caso de “incobrável” (ou seja, dar o dinheiro como perdido). Depois chegou a pandemia da Covid-19. E confesso que fiquei assustado. Muitas empresas tiveram de fechar as portas, algumas estão em grandes dificuldades e ainda não sabemos se a situação se irá agravar ainda mais. É possível.

Pensei em resgatar tudo? Sim, pensei. Numa primeira fase, coloquei em cessão (tentei vender a outros) algumas das que tinha e que achei que corriam maior risco. Mas, como previa, muitos outros pensaram o mesmo e surgiram de um dia para o outro dezenas e dezenas de cessões por parte de milhares de investidores como eu. E (quase) ninguém comprou essas cessões.

Portanto, esta é a primeira lição prática. Tal como tinha dito na reportagem, e eu próprio tenho consciência desde o princípio, investir nestas ferramentas não tem garantia de liquidez (ou seja, pode não conseguir levantar o que lá tem ou vender quando quiser). Não é como um depósito à prazo ou uma conta à ordem. Daí o aviso de que NUNCA deve ter o seu Fundo de emergência investido em produtos sem garantia de capital ou pouca liquidez.

A segunda coisa que fiz (ao mesmo tempo da anterior) foi desativar o “tracker”. Ou seja, a partir desse momento já não aceitei novos empréstimos automáticos. Até esse momento, assim que recebia a prestação dos empréstimos atuais automaticamente emprestava esse valor a novos interessados. É o que se chama aproveitar o efeito dos “juros compostos” (aproveitar os juros para gerar juros novamente, em vez de os gastar assim que entram na conta à ordem). Ainda não o reativei.

O balanço 

Em resumo, apesar de ser um investimento de risco, em que posso teoricamente perder tudo o que investi, até agora e apesar de uma maiores crises das últimas décadas, considero que as perdas que tive e que eventualmente ainda terei mesmo assim compensaram largamente os ganhos que tive até agora com o dinheiro que emprestei a empresas que continuam a pagar.

Até ao momento já ganhei em juros quase 400 euros. Ou seja, por ter feito este investimento, o que recebi dava por exemplo para comprar uma máquina de lavar roupa ou louça “grátis”, sem ter de ir ao meu orçamento mensal. É a tal estratégia de pôr o nosso dinheiro a trabalhar para nós, de que lhe estou sempre a falar.

Neste preciso momento tenho 7 empresas em “recuperação”, ou seja, corro o sério risco de não virem a pagar o que falta pagar, sendo que algumas já pagaram 22 de 36 prestações, mas há outras que só ainda pagaram 6 de 36 prestações. Estamos a falar de cerca de 1,5% do valor total que investi.  Considero uma perda aceitável.

Por outro lado, há outras que estão já em atraso nos pagamentos. As da lista seguinte recentemente, e mais 3 que estão em atraso já há volta de 45 dias. Isso quer dizer que poderão rapidamente entrar também em recuperação (mecanismos legais para que paguem) e posteriormente em incumprimento e tornam-se incobráveis. É um risco que sei que estou a correr. 

Desde que perceba que isto pode acontecer, não deve ver isto como uma tragédia ou um engano. Faz parte do processo de investir em ferramentas de risco de capital. 

Como pode ver no print screen abaixo, até 30 de Setembro de 2020, os meus investimentos cresceram em média 5,50% ao ano (brutos). Assim que recebe a sua prestação de cada empréstimo eles retiram os 28% normais para o Estado. Já recebe “limpo”.

Repare como com menos de 3 mil euros recebo mensalmente 13,81 € em juros. Se comparar com um depósito a prazo atual, teria de ter 13 mil euros no banco para receber isso NUM ANO.

Naturalmente, todas estas minhas previsões optimistas só se concretizarão no momento em que resgatar o dinheiro para a minha conta bancária. Tenho investimentos mais rentáveis do que a Raize neste momento? Sim, tenho. Mas como lhe disse já várias vezes, o “segredo” está em dividir as suas poupanças por vários cestos.

Neste caso específico, os meus fundos de investimento foram fortemente penalizados com a crise nas bolsas em Março, Abril e Maio. Entretanto já recuperaram. Por outro lado, os meus rendimentos na Raize, apesar da quebra de algumas empresas, manteve-se relativamente estável. A desvantagem, como lhe disse, é que confirmei que nessas alturas é difícil vender os créditos que tem para fazer dinheiro para o trazer para a sua conta à ordem.

Mas até esta crise ter acontecido, às vezes nem 5 minutos tinha de esperar para vender algum dos meus contratos. Eu próprio comprava assim que via oportunidades no mercado de cessões, porque voavam.

Estou a dar-lhe estas informações não para o convencer de nada, mas para que perceba como isto funciona para fazer a sua avaliação, pensando pela sua própria cabeça. No fim de contas, é do SEU dinheiro que estamos a falar.

A minha carteira de investimentos

Apesar de ter percebido que o risco é real e que este investimento é mais lento do que outros que tenho, vou mantê-lo. Faz parte da minha estratégia de diversificação.

Neste momento a minha carteira de poupança/investimentos está composta por:

  • Fundo de emergência na Conta à ordem (que não uso no dia-a-dia, mas vou passar metade para os Certificados do Tesouro)
  • Fundos de investimento
  • Raize
  • Housers (em stand by por falta de dinheiro disponível)
  • Bondora
  • Ações e ETF (na plataforma Degiro)
  • PPR Alves Ribeiro (em fase de constituição para os meus dois filhos)
  • Bitcoin (investimento simbólico para teste)

A percentagem de cada uma destas parcelas vai variando mensalmente conforme a poupança que tenho disponível e as oportunidades no momento. Há meses em que coloco tudo apenas numa destas ferramentas, ou divido por duas ou três. Há meses em que não consigo poupar nada de muito relevante e aí é mais fácil escolher (quando isso acontece, reforço só o meu Fundo de investimento “preferido”).

Sim, há meses em que não consigo poupar nada também, mas a diferença em relação ao que vejo à minha volta é que faço esse esforço todos os meses assim que recebo o ordenado. Antes de gastar tudo.

Para que não pense que sou “rico”, a minha poupança mensal normal são 120 euros: 60 euros eu e 60 euros a minha mulher. Essa poupança é quase “sagrada” e automática. Se há meses em que consigo ter algum rendimento extra então distribuo por aquilo que me parecer melhor naquele momento.

Estabeleça a sua própria estratégia e siga-a com regularidade e responsabilidade. E não tenha medo de a alterar ou corrigir se vir que não está a atingir os seus resultados.

Neste momento, os meus objetivos principais são juntar dinheiro para amortizar o crédito à habitação e juntar um valor apreciável para os meus dois miúdos quando e se quiserem ir para a Universidade, por exemplo. Daí começar a fazer-lhes um PPR com reforços mensais, quando o mais velho tem 15 e o mais novo tem 8 anos. A sério?! Fazer um PPR para crianças?

Esqueça as contas-poupança júnior. Faça-lhes um PPR. Isso, sim, vai fazer a diferença na vida deles daqui a uns anos. Mas não meta esses PPR no IRS, OK? Porque assim pode retirar o dinheiro quando quiser sem penalização.          



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28 comentários em “RAIZE | Balanço dos meus investimentos dois anos depois

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    rafaela Reply

    Adoro este blog!! Venho sempre aqui quando me quero informar sobre algo financeiro. E também adoro o jogo de poder poupar com coisas simples! Foi aqui que vi a dica de ter vários cartões continente, um para cada elemento da família! É extraordinário o que consigo poupar só com isso 🙂

    Porque vai passar metade do fundo de investimento para certificados de tesouro?

  2. Avatar
    Tiago Silva Reply

    caro Pedro,

    Tenho investimentos na raize e também tenho o Alves PPR (boa altura para subscrever, o preço da unidade de participação está baixo).
    Compreendo quando refere fazer PPR para os filhos e não os declarar para efeitos de dedução IRS para evitar ser penalizado no momento do resgate. Assumindo que será para pagar as propinas transcrevo o que está no site do banco invest e que está na lei que poderá influenciar a sua estratégia de duzir ou não o PPR:
    “g) Frequência ou ingresso do participante ou de qualquer dos membros do seu agregado familiar em curso do ensino profissional ou do ensino superior, quando geradores de despesas no ano respectivo.” em https://www.bancoinvest.pt/poupanca-e-investimento/investimento/fiscalidade.

    Pela minha interpretação, constitui para os seus filhos, deduz no IRS e ao fim de 5 anos resgata para finalidade de educação sendo retidos 8%, mas nada como confirmar junto deles ou de um fiscalista, mas seria uma abordagem ainda mais win-win.

    Também poderá ser interessante a subscrição do depósito a prazo promocional (3, 6, 12 meses) com taxa de juro bruta de 1% até 75000€, o que em depóstios a prazo bancários é bom. Como aquilo denomina-se por depósito a prazo novos clientes / novos montantes, poderá colocar 1000€ do tal fundo de emergência a 3 meses a 1% ano, ao fim dos 3 meses coloca mais 1000 a 1% ano 3 meses e assim se faz um comboinho e o dinheiro a mexer.

    Grato pelo seu trabalho, Tiago

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Vejo que o Tiago está no caminho certo :). Nesta fase estava a tentar não complicar. Fazer um PPR (bom e não qualquer um que lhes ponham à frente) para muitas pessoas já é um passo de gigante. Mas lá chegaremos. No meu caso quero que sejam eles a decidir o que fazer com o PPR. Pode querer dar como entrada para uma casa por exemplo. Não quero limitar as escolhas deles.

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        Tiago Silva Reply

        Certo, mas mesmo nesse caso de uma futura habitação, se for entendimento deles poderão destinar sem penalizações a prestações mensais da mesma, como já referiu em posts anteriores.

        Mantendo no tema do tópico, seria muito interessante no final do ano falar do englobamento em sede de IRS das retenções feitas pela raize.

        Excelente trabalho Pedro,
        Obrigado

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    Rita Vargas Reply

    Boa noite Pedro, pode fazer uma publicação dedicada à sua experiência nas plataformas Bondora e Degiro? Obrigada pelo seu trabalho!

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    Pedro Cunha Reply

    Boa Noite Pedro,
    Descobri a Raize através de uma reportagem do Pedro, tenho conta criada a certa de 4/5meses onde coloquei um valor que sei que não me vai fazer falta amanhã Até este momento estou satisfeito, tenho cerca de 30 empréstimos e até agora são todos cumpridores.
    Qual a sua opinião sobre os depósitos que a Raize disponibiliza?
    Pelo que vi têm uma excelente taxa de juro comparada com uma conta poupança que tenho na CGD (0.05% TANB).

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. São bons comparados com a miséria atual na banca :). Prefiro os certificados do tesouro. Mas são produtos diferentes.

      • Avatar
        Pedro Cunha Reply

        Não conheço bem os certificados do tesouro, tem algum artigo onde explique como funcionam?

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      Ângela Clara Reply

      Boa tarde Pedro, já ando a ler sobre o PPR Alves Ribeiro há cerca de 1 ano (depois de o ler e ver falar sobre poupanças para crianças queria fazer para os meus filhos), mas ainda não consegui perceber se o montante inicial de abertura de conta pode ser mobilizado logo em seguida, e se este PPR, à semelhança de outros, também pode ser resgatado a qualquer momento, desde que não declarado no IRS, ou se está sujeito a outras regras. Consegue esclarecer por favor? Obrigada pelo excelente trabalho que tem feito, já tenho e li os seus 3 livros, e tenho aplicado muito do que já aprendi!

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    João Reply

    Boa tarde
    Gosto sempre de seguir os seus investimentos, mas depois em alguns pontos troco por outras soluções.
    Por exemplo em vez da Raize uso a Mintos porque me falaram de várias vezes a Raize ter poucos empréstimos disponiveis, e alguns na Mintos o Buyback é garantido.

    Quanto a ações troquei a Degiro pela Etoro e pela Trading212, a primeira porque usando o Revolut para converter para dólares uso sem custos e cobram 5dólares só para levantar (o que é raro fazer e que me compensa relativamente a outras plataformas). A Trading 212 estou a usar por uma funcionalidade que têm de criarmos uma Pie ou seja um conjunto de ações em que escolhemos que percentagem queremos por em cada ação (como se fosse o nosso ETF) depois cada vez que lá metemos dinheiro ele faz automaticamente a divisão que já tinhamos escolhido.

    Cumprimentos e Parabéns pelo trabalho

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    André Madeira Reply

    Boa tarde!
    Invisto na Raize desde meados de 2018.
    Apesar da quebra que houve devido à pandemia, continuo em terreno bastante positivo. Em termos de liquidez, condiciona bastante o resgate de capital, devido à saturação do mercado de cessões. Por outro lado, permite uma escolha mais cuidada dos empréstimos em que nos queremos envolver.
    Ainda assim, vou mantendo o meu investimento mensal na Raize, sempre com vista a um retorno a médio-longo prazo.

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    Helder Silva Reply

    Boa tarde, e antes de mais peço desculpa pelo offtopic.

    Por acaso o Pedro tem algum artigo relacionado com tabelas (excel por exemplo) de gestão de finanças familiar?

    Obrigado pela atenção e pelo excelente trabalho que presta á comunidade. Sigo atentamente os seus trabalhos.

    Helder Silva

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    Jorge Matos Pereira Reply

    Boa noite Pedro,
    Foi graças ao site contas poupança e ao seu livro que fiquei a conhecer a raize. Comecei este ano e fui fazendo reforços ao início de cada mês. Ao contrário do seu exemplo aquando da situação do covid aproveitei para comprar cessões com prazos mais curtos, grande parte menos de 18 meses e sem atrasos nas prestações, em vez de esperar só pelo tracker para empréstimos novos. Tinha noção do risco claro, comprei cessões abaixo dos 20 euros para tentar minimizar o risco e ser mais fácil vender mais tarde se quiser. Neste momento tenho mais de 270 empréstimos e apesar de alguns atrasos estou satisfeito com o resultado e vou manter o investimento com a perspectiva de diversificação em mente
    Parabéns pelo trabalho e reportagens.

    Cumprimentos

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    JG Reply

    Boa tarde, e a GOPARITY? a IBAN Wallet?
    O melhor é mesmo investir em ETF´s. Mas não subscreve pelos bancos, estes cobram muito através das suas comissões.
    Sugestão. http://www.degiro.pt

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    Jota Reply

    Certo tipo de investimentos (crowdfunding e bitcoins) é sagrado… não vêm um cêntimo do meu dinheiro. Fico-me pelos fundos, acções, ctpc e ppr além de depósitos. Não preciso de diversificar mais.

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. Certíssimo. Só estou a dar a conhecer alternativas. Não pretendo convencer ninguém. Nunca devemos investir em coisas que não conhecemos/desconfiamos.

      • Avatar
        Jota Reply

        Claro, Pedro. Nem eu estava a sugerir que tinha essa pretensão.
        Sou estou a dar o meu ponto de vista sobre este tipo de investimentos.

        • Avatar
          André Gonçalves Reply

          Já ouviu falar da moeda Crypto associada a um cartão que dá 3% em todas as compras Pedro?

          Estou tentado a adquirir esse cartão. Mas tenho as minhas dúvidas.

          • Pedro Andersson
            Pedro Andersson Post author

            Olá André. Neste momento há tantas mas tantas opções que começa a ser difícil acompanhar todas. Tenho um critério para mim: só investir em coisas que percebo e das quais tenho boas referências. Sobretudo, invista se tiver um contacto a quem posso ligar em caso de dúvidas. Fora isso às vezes experimento algumas coisas com valores muito baixos para perceber como funciona. Resto a subscrição e o resgate. Sei que é dinheiro para eventualmente perder. Assim nunca posso culpar os outros se correr mal.

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    Ricardo Nel Reply

    Boa tarde,

    Aconselho a investirem na plataforma Mintos. É uma plataforma internacional q dá percentagem de retorno acima da Raize.

  12. Avatar
    José Reply

    Parabéns pelo o artigo, já invisto na Raize desde 2016 e estou bastante satisfeito com o resultado, foi a minha primeira experiência de investimento de risco que serviu de partida para outros investimentos… Agradou-me saber que posso fazer PPR para o meu filho, desconhecia por completo…

  13. Avatar
    Ana Reply

    Boa tarde, seria possível fazer um plano sobre dicas para ppr para crianças? Estava a pensar fazer para minha filha. Obrigada pelo seu trabalho

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. O Olá o é super simples: é ir ao banco, corretora ou seguradora que escolher e fazer. Não tem segredo nenhum. Eu vou fazer o que me dizem ser o melhor do mercado, o Alves Ribeiro, no banco Invest. Exige ter capital importante à partida. Veja as condições. Pesquise em 10 bancos ou corretoras diferentes e escolha o que lhe parecer mais rentável face ao histórico e valores mínimos e comissões. Depois é começar 🙂

  14. Avatar
    Angélica Reply

    Boa tarde Pedro,
    foi graças ao programa de maio de 2018 que entrei na raize, logo no dia 29 do mesmo mês.
    Tenho uma taxa ligeiramente superior e um investimento muito superior.
    Da raize passei a outras plataformas e nunca a deixei também pela diversificação da mesma, e porque apesar de tudo vai tendo liquidez (não para uma emergência, é certo).

    Quanto a poupar para amortizar leia mais sobre o assunto, o que irá poupar poderá ser menos do que poderia ganhar investindo nos produtos que já detém ou outros.

    Dou o meu exemplo, podendo comprar um carro a pronto optei por pedir empréstimo, todos os custos da vida do empréstimo (inclusivé a legalização) ficam cobertos se tiver uma taxa de juro de 5% brutos, estou acima dessa percentagem (já descontando alguns incobráveis que me aparecem).

    Cada caso será um caso, mas se o spread for baixo facilmente consegue investimentos que compensem a não-amortização da casa.

    Cumprimentos,

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Obrigado Angélica. A minha ideia de amortizar a casa é um objetivo a 15 anos. Quero ter nessa altura um bolo grande para quando tiver de pagar 200 euros de seguro de vida por mês. Se der cabo desse crédito 15 anos mais cedo vou “ganhar” cerca de 500 euros por mês com a amortização. Estou a pensar a muito longo prazo. Neste momento não compensa de todo amortizar.

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