Combustíveis – Como correu o desafio do ano?

Escrito por Pedro Andersson

21.06.19

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8 min de leitura

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Afinal os preços baixaram ou não baixaram?

Antes de responder, recordo que vos pedi na semana de 7 de Junho, neste artigo AQUI, que me mandassem as fotos do antes e do depois da maior descida prevista do preço dos combustíveis dos últimos anos. A previsão era que o gasóleo descesse 4 cêntimos na semana seguinte e a gasolina descesse 7,5 cêntimos. Pelo menos foi o que as minhas fontes no mercado dos combustíveis me disseram. Como sabem, todas as sextas-feiras faço aqui no blogue essa previsão.
Cada órgão de comunicação social faz as suas próprias contas ou tem as suas próprias fontes. É normal que esses valores variem. Mas como há sempre quem diga que anunciam uma descida mas depois ela não é exatamente como dizem, lembrei-me de sugerir o que chamei “O desafio do ano”.
A ideia era tirar uma foto na sexta-feira, sábado ou domingo (antes das grandes descidas) e depois tirar fotos na semana seguinte e compararem as duas fotos (ou os dois valores que terão anotado) para confirmarem no VOSSO posto de abastecimento se eles DE FACTO baixam os preços ou não conforme a tendência geral do mercado.

Obrigado pela dedicação

Quero, antes de mais, agradecer as dezenas e dezenas de fotos, e-mails e mensagens que fizeram o favor de enviar para o Contas-poupança. Demorei bastante tempo a analisar as informações que me enviaram. Escolhi as mais representativas e espero que as conclusões vos sejam úteis. Pelo menos são um “abre-olhos” para nós consumidores.

As conclusões

A primeira conclusão é que reina a maior das “confusões”. Verifiquei com o vosso retrato fiel da realidade no país é que os preços originais (sem promoções e descontos) dependendo da marca  e mesmo do posto (apesar de terem a mesma marca) são muito diferentes. Cada um faz literalmente o que quer e nos dias que quer.
Por exemplo, num posto Intermarché o gasóleo simples estava a 1,253 € e, na mesma data, numa Galp (neste caso de Mesão Frio) estava a 1,429 €. Estamos a falar de 17 cêntimos de diferença para exatamente o mesmo tipo de combustível, repito, no mesmo dia. Só varia a localização no país. Não adianta dizer que a diferença tem a ver com o custo do transporte porque já percebi que esse critério não corresponde à verdade. Há postos de abastecimento no interior do país (logo mais longe dos depósitos de Lisboa onde os vêm buscar) que são mais baratos do que perto de Lisboa, por exemplo.
Outra conclusão é que dentro da mesma marca – às vezes dentro da mesma cidade – os preços são diferentes. Uma bomba da GALP na Maia estava a vender o gasóleo simples a 1,429 € e a GALP no Fundão estava a vender no mesmo dia a 1,389 €.
De domingo para segunda, na GALP do Continente da Amadora o gasóleo desceu 5 centimos e a gasolina 9 cêntimos. Na GALP do Fundão, de acordo com a foto da espectadora, os preços mantiveram-se iguais sem alteração no gasóleo até às 11 horas da manhã (DESCIDA ZERO). Noutra GALP, o gasóleo baixou de Domingo para segunda 3,5 cêntimos. 3 GALP, 3 preços. No mesmo dia.
Outra conclusão é que não há nenhum critério possível neste momento para saber onde abastecer de acordo com as previsões de descida de preço da semana anterior. Por exemplo, na Repsol de Mem Martins todos os combustíveis (Diesel e gasolina) desceram igualmente 6 cêntimos, de acordo com a informação e fotos que me enviaram. Descontos de fim-de-semana? Não sei.
Senti que tudo é completamente arbitrário. Por exemplo, numa Repsol em S. Domingos de Rana, de Domingo para segunda, os preços da gasolina aumentaram 1 cêntimo em vez de descerem.
Na BP de Abraveses, Viseu, o gasóleo desceu 4 cêntimos e a gasolina 8 cêntimos. No Jumbo de Rio Tinto, a gasolina desceu 5 cêntimos. Mas na BP da Póvoa de Varzim só desceu 1 cêntimo.
Fernando Basto diz que passou pela CEPSA do Parque do Covelo, no Porto, e que de Domingo para segunda a gasolina só desceu 2 cêntimos. Ele comentou no Facebook do Contas-poupança que nem parou, foi logo abastecer ao Jumbo. Por outro lado, a indicação que recebi de outro leitor é que na CEPSA do Fogueteiro cumpriram com as
grandes descidas prevista. Tudo OK, diz ele.

Aumentos em vez de descidas?

Depois há coisas estranhas. Por exemplo, Rui Bandas demonstra (e mandou as fotos) que na Repsol de Évoramonte na sexta, dia 7 de junho o diesel estava a 1,394 e que na segunda-feira, dia 10, tinha subido em vez de descer para 1,404 €.
A Cepsa em Tomar também cumpriu com as previsões e a Repsol em Aveiro também. O Intermarché de Mortágua desceu apenas 5 cêntimos na gasolina e 3 no gasóleo.
Por outro lado em Beja, a BP desceu 4 cêntimos no gasóleo mas a gasolina só desceu 5.
A Rede Poupança, no Porto desceu 8 cêntimos na gasolina e a BP de S. João da Talha desceu 7.
Creio que já perceberam a ideia. Não é possível fazer nenhum estudo com médias. Têm de ser VOCÊS a controlar os postos onde abastecem. De dois em dois meses repitam este exercício nos 3 ou 4 postos em que estão dispostos a abastecer. Comparem. Tirem fotos na sexta e depois na terça feira seguinte. Vejam se descem o previsto. Sinceramente, não sei o que vocês pensam do esforço que isto envolve. Sinceramente, pelo meu lado já defini o posto ou postos onde verifico de vez em quando que é mais barato. Se descubro que estou a ser “enganado” só me enganam uma vez. Mudo de marca.

Descidas a prestações

Agora o mais extraordinário: Descidas a prestações.
A BP de Albergaria, conforme pode ver nas fotos, de domingo para segunda não desceu nada. Na terça-feira desceu 1 cêntimo em cada um dos combustíveis. Na quarta desceu mais 1 e 2 cêntimos. Na quinta mais 1 cêntimo e 2 cêntimos (na quinta não houve foto) e depois na sexta desceu mais 1 cêntimo e mais 2 cêntimos. Moral da história: A BP de Albergaria desceu 4 cêntimos no gasóleo  e 8 na gasolina. SÓ QUE DEMOROU UMA SEMANA A FAZÊ-LO enquanto a maior parte da concorrência baixou logo tudo na segunda ou na terça-feira.  A ser assim, enquanto consumidor, sinto-me enganado.

Sempre atentos

Fica portanto provado que há situações em que temos de estar muito atentos. Podemos estar a pensar que estamos a poupar e não estamos nada ou muito pouco. Cabe-nos a nós saber onde abastecemos e a que preços.
Resta-me agradecer novamente a vossa disponibilidade em responder a este desafio que vos lancei. Foi muito útil para confirmar algumas suspeitas e perceber como está o mercado dos combustíveis em Portugal. Uma confusão, cheio de arbitrariedades mas com tudo legal porque vivemos numa economia de mercado e ninguém é sequer obrigado a dizer que preços vai fazer. Se quiserem mudar os preços da manhã para a tarde nada o impede. Só tem é de estar atento ao preço que aparece nos placards antes de entrar no posto. Abastece, paga o preço que lá estiver. Nada a fazer.
Foi muito interessante. Espero que os preços que anotou e o que aprendeu com o seu caso lhe sejam úteis no futuro. pelo menos para perceber com que linhas se cose.

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8 Comentários

  1. Vitor Madeira

    Excelente trabalho e muito curiosas conclusões.
    Uma das razões que me têm levado escolher a gasolineira dos hipermercados Jumbo tem sido o facto de que colocam sempre o preço do combustível entre 9 e 10 cêntimos abaixo dos postos de marca daqui da zona de Portimão e Lagoa.
    E depois, claro está, ainda “devolvem mais 2% para gastar em compras no hipermercado, mas essa “cenourinha” não é o que me leva a abastecer lá – antes tem sido mesmo o facto de após a observação pessoal, ter sido possível compreender que (aparentemente) eles se esforçam também para observar os preços dos “vizinhos” e colocar o preço sempre nesses 9 a 10 cêntimos abaixo.
    Já tenho lido por aqui outros métodos que (aparentemente) permitem descontos mais interessantes, mas as contrapartidas e o esforço necessário para lá chegar (bem como a ‘prisão’ em que esses métodos de tornam) vão de tal forma contra a minha necessidade de liberdade que nem os coloco como opção.

    Responder
  2. António Barros

    Viva,
    Os meus Sinceros Parabéns e Agradecimento pelo trabalho que apresenta em geral e este em particular.
    Acaba por se confirmar que, tendo em conta o peso da nossa despesa em combustíveis, teremos que ser nós a procurar onde tentar poupar o mais possível e eventualmente as “trocas” com descontos em compras num qualquer supermercado, só interessam a alguns clientes.
    A Repsol marca os preços ao fim-de-semana, supostamente, com desconto de seis cêntimos e ainda efectua um desconto adicional de seis cêntimos aos detentores de cartões.
    Falta confirmar se os seis cêntimos iniciais são efectivamente reais ou se durante a semana vão sendo “inflaccionados”, o que apenas os consumidores atentos poderão detectar.
    Melhores Cumprimentos.

    Responder
  3. Vitor

    De facto não se entende como é que postos diferentes da mesma marca na minha zona, apresentam valores diferentes só por serem uns postos diferentes a menos de 5km de distancia…
    Não existe nenhum APP onde as pessoas podem colocar os valores e os avisos de descida de preços em com notificações/confirmações e que permita fazer um histórico da mesma maneira como a deco faz com aquele comparador de preços? Existem apps das próprias gasolineiras a informarem os preços do varios postos e aliados às próprias apps deles, podia-se tentar criar um historico real dos varios postos e das práticas da várias marcas para sabermos quem são os mais coerentes com as descidas anunciadas. Está visto que as marcas se aproveitam dos anúncios televisivos das supostas descidas dos preços para fazerem o contrário…ao conhecer os chicos-espertos, ficariam com a real fama que mereciam.

    Responder
  4. Paulo Sabrosa

    Por norma utilizo as bombas que ficam mais em mão e onde tenho desconto maior (Galp e Cepsa). Já deixei de andar sempre à procura do mais barato, porque as conclusões eram sempre diferentes de semana para semana.
    Mas algumas questões sempre as mantive e até agora não encontrei respostas:
    Qual a fórmula utilizada para chegarem ao preço final?
    Porque é que os preços sobem “mais depressa” do que descem?
    Quando aumentam os preços (2ªfeira), o combustível que está no depósito das bombas foi comprado a que preço? Se o preço a que foi comprado era, por exemplo, inferior porque o aumento? Será para terem mais lucro?

    Responder
    • Pedro Andersson

      Mas algumas questões sempre as mantive e até agora não encontrei respostas:
      Qual a fórmula utilizada para chegarem ao preço final?
      – NINGUÉM SABE. SÓ ELES.
      Porque é que os preços sobem “mais depressa” do que descem?
      – PARA GANHAREM MAIS DINHEIRO CONNOSCO.
      Quando aumentam os preços (2ªfeira), o combustível que está no depósito das bombas foi comprado a que preço?
      -SÓ ELES É QUE SABEM.
      Se o preço a que foi comprado era, por exemplo, inferior porque o aumento?
      – PARA GANHAREM MAIS DINHEIRO CONNOSCO.
      Será para terem mais lucro?
      -SIM.

      Responder
  5. Hugo Campos

    Um trabalho quase Herculeano que o Pedro teve e que sem dúvida merece o reconhecimento e parabenização.
    Já a conclusão, infelizmente, não poderia ser diferente já que em relação às gasolineiras e postos de abastecimento reina uma espécie de Faroeste…
    Sou daqueles utilizadores viciados em médias, consumos e preços de combustíveis. Estou sempre atento até mesmo quando não preciso de abastecer para ir “controlando” as evoluções e lógicas para que me possa decidir pela melhor opção e mesmo assim não é fácil e por vezes cometo erros.
    Não consegui tirar as fotos, conforme pedido, para pena minha.
    Tenho dois cartões de desconto, como sócio do ACP tenho o da BP (6,9 e 10cts dependendo do combustível e dia) e por ter conta no Totta o mesmo dá-me desconto na Repsol (5cts ou 6cts dependendo do combustível). Vou fazendo a gestão consoante as necessidades e datas, pois os postos da Repsol (Monte dos Burgos – Porto) perto de minha casa fazem desconto ao fim-de-semana de 6cts e é verdadeiro pois à semana o preço é o “normal” e não está inflaccionado.
    Tinha que abastecer os meus 2 carros e aguardei, nas “lonas” 🙂 por segunda-feira. Um deles queria só atestar para ir de férias e fui à BP, vi que o valor tinha baixado, mas com a pressa não fiz contas. Antes estava a 1,62€ e depois passou para 1,59€, mas como era dia 10, tinha 0,10€ de desconto com o cartão do ACP. Achei que tinha feito bom negócio. Depois, quando estava a ir com o outro carro passei por um posto da Galp (os “caros”) e vi que o valor estava abaixo do valor base do posto da BP. Parei de imediato o carro e acabei por voltar para trás. Não fui à Galp, claro, nem à Repsol porque era dia de semana. Então fui ao posto “Rede Poupança” (referido na peça), que tinha o valor de 1,43€ ainda mais barato que o valor da BP com desconto.
    Infelizmente, a BP não fez a baixa de preço prevista, senão, com o cartão do ACP seria bem mais interessante…Como já foi dito, nada é garantido, e temos SEMPRE que estar com atenção aos preços…
    Fica aqui a sugestão de uma aplicação que uso e é bastante prática “Viva Gas”. Claro que a informação apresentada poderá carecer de confirmação. Em geral é fidedigna é bastante útil. Podemos ver os postos mais perto, mais baratos, configurar descontos e outras opções. Fica a dica…
    Melhores cumprimentos e boas poupanças.
    PS – peço desculpa pela extensão do texto, mas era muita informação para tentar ter lógica e espero ter conseguido…

    Responder
    • Pedro Andersson

      Excelente! O problema das APP é que os preços são atualizados na dgeg pelos próprios postos e nem todos o fazem e não acredito na supervisão a 100%. É impossível. A minha conclusão é que estamos completamente desprotegidos. Não há critério nenhum que ofereça estabilidade e segurança.

      Responder
  6. vasco Bedulho

    Boa noite, eu por norma abasteço sempre à sexta ou ao sábado que é os dias em que o combustível está mais barato 0.04€ e no mesmo posto que é da Galp e utilizo sempre o talão do Continente, poupo 0.20€ por litro, ou seja tenho 0.04€ de desconto no posto + 0.12€ do talão continente + 0.04€ por pagar com o cartão Universo, ok o cartão universo cobra os 0.50€ de taxa de abastecimento mas como com o cartão Universo também ganho 1% da compra que fizer e como eu atesto sempre o depósito, o valor referente ao 1% que ganho na compra cobre os 0.50€ da taxa de abastecimento, em media eu gasto 80€ de combustível por deposito que dá para 1 mês, 1% corresponde a 0.80€ menos 0.50€ da taxa de abastecimento, ainda ganho 0.30€, o talão do continente só dá para no máximo 60 litros é sempre essa quantidade que eu abasteço o que dá em cartão Continente 12€, boa noite a todos.

    Responder

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