Raize – Investi há 1 ano e conto-lhe o que ganhei e o que perdi





Raize – 1 ano depois

Está a fazer um ano que comecei a investir na Raize com pequenos montantes (100 euros) para testar se fazia ou não reportagem para o Contas-poupança. “Engracei” com o conceito e achei que era uma alternativa interessante para quem quer investir com risco para ganhar mais do que nos miseráveis depósitos a prazo. Conto-lhe agora o balanço que faço deste quase ano completo. Antes disso, se não sabe do que estou a falar leia este artigo e veja a reportagem no link. Neste artigo AQUI expliquei-lhe como funcionam as plataformas de crowdfunding de investimento como por exemplo a Raize. É portuguesa e fácil de entender com todos os riscos assumidos muito claros.

Quanto está a render de juros?

No meu caso pessoal, está até agora a render 6,6%. Se compararmos com o meu depósito a prazo (que tinha e acabei com ele) de 0,3%, a Raize está a render-me “apenas” 22 vezes mais. Atenção que não são coisas comparáveis assim porque um não tem risco e o outro tem risco de perda total do capital. Como lhe disse no início, investi 100 euros para experimentar. Percebi como funcionava. Deixei passar uns meses. Ganhei confiança e coloquei mais dinheiro (o que entendi), sempre com duas condições: é dinheiro que posso dar-me ao “luxo” de perder e é dinheiro que não vou precisar amanhã (ou nos próximos meses ou anos para uma compra urgente). Nunca deve colocar dinheiro em produtos de risco que lhe possa vir a fazer falta. Estamos sempre a falar de, por exemplo, 10% do total das suas poupanças. O grosso das suas poupanças deve estar sempre em capital garantido. Mas deve avaliar sempre se uma pequena parte dele pode pôr a render (muito mais). Porquê? Porque, pelo que eu estou a verificar, com esses 10% estou a ganhar mais do que com todas as minhas poupanças – os outros 90% – em depósitos a prazo. Surreal, não é?

Valeu a pena até agora?

Para mim, sim claramente. Posso vir a arrepender-me no futuro? Claro que sim! Neste momento, com cerca de 800 euros investidos tenho a expectativa de receber de juros 67 euros. Ao longo do ano que passou recebi muito mais do que isso, mas entretanto levantei o dinheiro porque precisei dele para uma situação de que vos falarei um dia porque foi uma experiência absolutamente extraordinária (no mau sentido e que espero que acabe bem).

A experiência de levantar dinheiro na Raize foi boa e má ao mesmo tempo. E é isso que quero partilhar convosco para saberem com o que contam se investirem.

Como estava a dizer, precisei levantar por razões pessoais quase todo o dinheiro que acumulei na Raize ao longo de 2018 para uma despesa inesperada (a tal que não deveria acontecer).

Bastou-me colocar os meus investimentos em “cessão” (vender a outros investidores) e – nesta fase –  nem tive de esperar 5 minutos para haver interessados. Foi tudo vendido num piscar de olhos. Isso é extremamente positivo. Isto poderia não acontecer e basta que comece a haver problemas com alguns investimentos da Raize para as pessoas começarem a fugir e se quiser vender antes de completar o empréstimo pode ficar com o menino nos braços. Não foi o que aconteceu. Vendi tudo em poucos instantes.

Mas não consegui vender tudo o que queria. Porquê? Porque há limitações na colocação dos seus investimentos em “cessão”. No meu caso havia alguns que estava a pagamento nos próximos 7 dias e por isso tive de esperar mais uma semana até os poder colocar à venda e havia alguns também que se tinham atrasado no pagamento nos 3 meses anteriores e que por isso também não podiam ser vendidos. Portanto, serve de aviso para quem achar que tem lá 1.000 euros para “vender” sempre que quiser. Isso não é bem assim. Desses 1.000 podem estar a cada momento disponíveis para “venda” só 600 ou 700.

E empresas em recuperação e em atraso nos pagamentos?

Sim, também há. E tenho casos destes. Neste momento tenho uma empresa das 53 a quem estou a emprestar dinheiro em atraso nos pagamentos. E o meu filho (com 13 anos) que me pediu para investir parte do dinheiro do mealheiro dele na Raize tem uma em recuperação. Ele corre o risco de perder este ano 1,30 € se essa empresa não pagar. Mas ele já percebeu como funciona e está a compreender a situação e o que pode acontecer. No meu caso, como podem ver abaixo, como emprestei 9 euros a esta empresa a 36 meses, corro o risco de perder esse dinheiro se essa empresa deixar totalmente de pagar. Mas para já está apenas em atraso. Espero que cumpra com as suas obrigações.

É mesmo necessário que perceba que se estas empresas não pagarem perde o dinheiro que lhe falta receber. É um risco que corre sempre. Mas no meu caso, até agora, mesmo que perca 10, 20 ou mesmo 30 euros compensou largamente os juros que já recebi até ao momento. É a minha avaliação. Sei de pessoas que no facebook dos investidores da Raize assim que viram uma empresa entrar em atraso anunciaram logo que iam despachar tudo o que tinham investido e sair rapidamente deste tipo de investimento. É totalmente respeitável esta atitude. Depende do perfil de risco de cada um e da capacidade de suportar perdas em investimentos sem capital garantido. Eu próprio estou a aprender (com algumas dores pelo meio) a arriscar um pouco. Nunca na minha vida tinha colocado dinheiro em produtos sem capital garantido. A primeira vez que fiz isso foi no ano passado, empurrado pelas vossas perguntas e dúvidas sobre como fazer o dinheiro render mais. E estou estupefacto pelas oportunidades que perdi ao longo destas décadas. Nada do que vos estou a dizer é um conselho para fazerem o que quer que seja. Mas sinto necessidade de partilhar estas informações convosco porque teria gostado que alguém o tivesse feito comigo em tempo útil. O que fazem com estas informações é convosco. O que vos posso garantir é que não tenho nenhum interesse por trás destes artigos. São totalmente isentos e baseados na minha experiência que vos tento passar com o maior rigor possível (já que sou jornalista). Mas estou a fazer isto como cidadão e não como jornalista, OK? Muito menos como conselheiro financeiro que não sou de todo. Estou a aprender do zero e a bater às vezes com a cabeça na parede com toda a naturalidade. O que eu acharia estranho era baterem também com a cabeça na parede depois de vos ter avisado. A minha intenção é apenas essa. Evitarem erros óbvios e abrir os nossos olhos para as oportunidades que estão aí e que ignoramos.

Sinto-me um banqueiro

O que acho que tem mais “piada” no meio disto tudo é estar a tomar o pequeno almoço, olhar para o relógio e receber uma mensagem de que a empresa X me pagou a prestação. É o que se chama ter o nosso dinheiro a trabalhar para nós. É receber em vez de só receber mensagens de faturas para pagar. E depois ir ao e-mail e ver estas mensagens todas de empresas que pagaram as suas mensalidade a mim (Ahhh, sinto-me mesmo um pequeno mini-banqueiro). Claro que gostaria de receber da Raize as mesmas mensagens a dizer com a mesma clareza que a empresa X ou Y está atrasada nos pagamentos. Essas nunca recebi. Seria respeitável da parte deles que isso aconteça no futuro. Fico a aguardar, por uma questão de honestidade.

E agora o IRS?

Várias pessoas que investiram na Raize me contactaram com esta dúvida. Têm de declarar o que receberam no IRS? Perguntei ao apoio da Raize e obtive esta resposta:

Caro Pedro Andersson,

Agradecemos o seu contacto.

Todos os juros recebidos através da plataforma estão sujeitos a retenção liberatória à taxa de 28% na altura em que são auferidos. Ou seja, todos os meses são retidos na fonte os impostos devidos pelo investidor, o que significa que o investidor recebe mensalmente juros líquidos de impostos. O regime da retenção liberatória dispensa o investidor de qualquer obrigação declarativa no final do ano. Caso opte pelo englobamento de rendimento de capitais, enviamos em anexo a declaração (PDF) e os respectivos montantes (Excel) referente ao ano de 2018. Estes elementos deverão ser preenchidos no Quadro 4B do Modelo E com o código de rendimentos E20.

Em caso de dúvida não hesite em contactar-nos.

Portanto, se não estiver a pensar englobar estes rendimentos, não precisa fazer nada. Em resumo, continua a ser um risco investir na Raize, como sabemos desde o início. Gosto de saber que estou a ajudar empresas portuguesas e sinto que o meu dinheiro não está parado. Já cheguei a ter alguns milhares de euros investidos e agora tenho menos. Mas continua até ao momento a funcionar muito bem, de acordo com as minhas expectativas. Essas expectativas incluem perder sim algum dinheiro, coisa que no meu caso específico ainda não aconteceu. Mas sei que pode vir a acontecer. Fica este retrato do primeiro ano do meu investimento na Raize. Se entretanto alguma coisa se alterar cá estarei para partilhar.

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23 comentários em “Raize – Investi há 1 ano e conto-lhe o que ganhei e o que perdi

  1. Diogo Simão Reply

    Boa tarde Pedro,

    Quero desde já agradecer pelo excelente trabalho realizado ao longo destes anos, um verdadeiro serviço público!
    Comecei agora também por investir na Raize para experimentar, e fiquei com uma dúvida em relação ao IRS, pois não consegui ficar esclarecido na sua reportagem. Os 28% de impostos retidos através dos juros ganhos são dedutíveis no iRS?
    Tenho também um certificado de Aforro, o processo é o mesmo?

    Com os melhores cumprimentos

  2. Johnny Reply

    Olá ! Analise muito esclarecedora !
    Great job !
    Ainda não me meti nisso do Raise mas vou pensar melhor se vale a pena

  3. João Eduardo dos Santos Dias Reply

    Boa tarde.

    Investi na Raize durante um ano e tive a infeliz ocorrência de ter 3 empresas em incomprimento. Ou seja, todo o juro que estava a ganhar ficou perdido. Ao final do ano, pelo menos, tive o dinheiro que investi… E investi pouco em cada, mas acontece assim… Perdi o interesse e sigo por investimento em energia solar na GoParity! Até agora, sinto mais segurança…

    Agradeço todos os artigos do Contas Poupança!

  4. Manuel Reply

    O englobamento de rendimento de capitais só interessará se os rendimentos do trabalho forem inferiores a 28% ( percentagem a reter no juro obtido pela aplicação investida )

  5. Gilberto Pereira Reply

    Exatamente como dizia um Srº nada é garantido num investimento sem capital garantido, seja na Raize seja numa plataforma qualquer de P2P porque todas funcionam da mesma forma, se os mutuários não conseguirem pagar os nossos empréstimos, ficamos todos a ver navios, mas do meu ponto de vista compensa pois os retornos são bastante mais interessantes do que qualquer depósito a prazo, um conselho invistam pouco de cada vez e avaliem os resultados!

  6. Monique Reply

    Caro Pedro,

    Quando é que passou esta reportagem, ou seja, em que dia?
    Obrigada.

  7. Manuel Marques Reply

    Bom dia Pedro!

    Falando em investimentos p2p, porquê investir na Raize quando se pode investir na mintos? Os ganhos são bem superiores e, ao contrário da Raize, os empréstimos têm garantia de recompra em caso de não pagamento ao fim de 60 dias.
    Tenho um montante simbólico investido na Raize mas quase toda a minha atenção, no que a investimentos p2p diz respeito, vai para a mintos.

    • Peter Patilhas Reply

      Caro Manuel,

      Respondendo por mim, apontaria alguns porquês:

      1-A raize financia empresas portuguesas, a mintos não;
      2-“garantia” é um termo bem mais vasto que o que é usado no caso da mintos, nada é garantido, muito menos plataformas de crowdfunding, por vezes os mais desatentos descobrem isto da pior forma e em primeira pessoa;
      3-A retenção na fonte não é feita na mintos, por ser estrangeira, significando isto que os impostos são de exclusiva responsabilidade do investidor, a parte mais complicada para mim é que é-se responsável COM e SEM englobamento! Alguém referiu recentemente no facebook Raize Investidores, que valia a pena o risco, e não era pelo valor baixo de rendimentos que ia declarar, mas a multa por faltar à verdade na declaração de irs pode e certamente engolirá várias vezes o valor do lucro recebido, pois a multa não é relativa ao montante não declarado mas ao acto de não declarar;

  8. Joao Luis Reply

    Bom dia Pedro,
    Obrigado pelo artigo.
    Uma das lacunas que encontro na Raize é próprio Tracker, ou melhor a falta de parâmetros para a subscrição automática dos empréstimos que melhor servem os nossos objectivos (prazos, taxas, etc). Deixei de usar esta plataforma pois tinha dificuldade em encontrar essas oportunidades.
    Procurei outras plataformas P2P e encontrei a Mintos. Talvez valha a pena uma olhada…

  9. Joana Pinho Reply

    Olá Pedro! Antes de mais queria agradecer todos estes artigos, são realmente esclarecedores. Em relação à Raize decidi investir depois de ler aqui sobre isso, já lá vão uns 6 meses, e tenho a dizer que a minha experiência tem sido mais do que positiva! Sem pagamentos em atraso, sem problemas quando precisei de colocar um empréstimo em cessão, tudo tem corrido muito bem até agora. Agora relativamente ao IRS, haverá vantagem em englobar ou não os rendimentos? Ou só vou saber isso se simular?

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. Só saberá se simular. Faça-o :). Atenção que tudo é sempre maravilhoso até surgirem os problemas. O importante é perceber que se isso acontecer faz parte do processo de investimentos com risco.

  10. Miguel Cruz Reply

    Caro Pedro, depois de ver a dua reportagem, e de um período de reflexão, decidi também começar um pequeno investimento.
    Partilho da mesma visão sobre a Raize e vou colocando para lá as “sobras do mês, depois de garantir as necessidades e o reforço às poupanças.
    Mas coloco uma questão para comparar opiniões. Depois do li que e, de outra reportagem que falou, obtendo rendimentos superior ao OMN, vale a pena colocar estes pequenos ganho no anexo E para englobamento? É apenas uma questão de simular? No futuro poderei ficar a ganahr6ou a perder sobre isso? Como faria na sua visão.
    Obrigado e continuação de boas reportagens e publicações.

  11. Carlos Alves Reply

    Fiquei curioso numa questão que não respondeu, qual foi a percentagem exata do capital que tinha que não conseguiu velantar quando quis resgatar tudo, (isto passado os dois ou três dia daquela limitação temporária). Qual foi exatamente a sua experiência, apenas falou em valores genericos, mas nada de exato.
    Abraço

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Talvez 20%. Mas não consigo ser extrato ao cêntimo nem faz sentido porque varia de caso para caso. Veja: os contratos começam no dia (arbitrário) em que começa. Só no dia em que quiser vender é que saberá quantos dos seus contratos terão a prestação paga nos próximos 7 dias e depois depende do valor de cada um desses contratos, se emprestou 100 euros a essa empresa tem uma relevância se emprestou 3 euros tem outra. Espero ter ajudado a esclarecer esse ponto. Deve olhar para as datas de cada um dos seus contratos e prever as datas em que pode colocar a maior parte em cessão. Mas é muito imprevisível. Pode até escolher a data certa e haver uma ou duas em atraso ou não aparecerem interessados nesses dias…

      • Carlos Alves Reply

        Já que não aproveitou a sua oportunidade em que fez resgate para nos dar um feedback exacto e fidedigno da experiência, aproveitei para fazer uma simulação do que aconteceria se quisesse levantar hoje todo os meus investimentos na raize, (ate porque fiquei curioso com o assunto uma vez que também fiz um deposito há 1 anos).
        Constatei após abrir as minhas 163 posições em empréstimos, que tinha 5 que não podia colocar no mercado secundário por estarem em atraso que correspondiam a 1,71% do valor da carteira e 7 que tinham estado em atraso nos 3 meses anteriores que correspondiam a 1,86% do valor da carteira. Não tinha nada em recuperação nem incumprimento e ignorei as que não podia vender por pagarem prestação em 3 dias (daqui a 3 dias já as posso vender, um aforro também demora 2 dias a levantar).
        A rentabilidade liquida da carteira é hoje 5% (utilizando o balanço total de hoje, o montante depositado e tempo decorrido)(isto inclui os juros sobre juros que traker foi gerindo). Mas fazendo as contas (e dado que não posso levantar tudo) se levanta-se agora podia levantar o meu capital com uma rentabilidade de 1,25% e não com a rentabilidade dos 5% que o site me indica.
        De qualquer forma os juros já cobriram o capital neste momento imobilizado e pensando num deposito a 1 ano é mais rentável que num banco (e ainda fico com um deposito a prazo incerto mas com risco que me pode vir a render mais uns trocos).

        Resumindo: rentabilidade com liquidez a um ano de 1,25%. (mas fica ainda um resquício de investimento sem data)

        Comparando com a sua experiência de +- 20% de capital imobilizado a um ano a minha é bem melhor, apenas tenho 3,5% de capital imobilizado (isto assumindo que o mercado secundário funciona e eu poderia vender em segundos todas as posições que tenho).

        Esta é a minha experiência com a Raize e depois de fazer estas contas até estou mais satisfeito com a empresa outra vez.

        Aproveito para deixar uma critica à Raize: facilitem a consulta das empresas que já tiveram prestações em atraso e mandem notificações quando elas se atrasam.

        • Pedro Andersson
          Pedro Andersson Post authorReply

          Um acrescento à sua excelente contribuição. Disse 20% porque fiquei com essa ideia uma vez que tentei resgatar as participações maiores que tinha. Essa impossibilidade de liquidez imediata refere-se quase na totalidade a questão dos 7 dias. Uma semana depois vendi facilmente. Em minutos.

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Relendo a sua pergunta. Passado o dia em que recebi a prestação das empresas coloquei em cessão e foi tudo vendido em segundos. Em resumo consegui resgatar tudo o que queria excepto uma que estava em atraso (essa não vou conseguir nos 3 meses seguintes ao início do atraso), neste caso os tais 9 euros.

  12. João José Lourenço Reply

    Desde que li nos livros Contas-Poupança acerca da Raize, decidi arriscar (o termo é este) alguns tostões nesta plataforma de investimento. Até agora, com pouco mais de um mês de investimento, está tudo a correr bem. Da forma como funcionam as coisas, parece-me que o risco, sendo alto, está disperso e fica por isso minimizado. Prometo que vou juntando as minhas evoluções aos testemunhos do Pedro.

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