VÍDEO – Chegar ao fim do ano com 1300 €

Método das 52 semanas – resulta?

Claro que só dá para poupar se houver rendimento disponível. Não quero que pensem que sou insensível ao ponto de não reconhecer que obviamente há muitos casos (demais) de famílias em que não é possível colocar nenhum dinheiro de lado todos os meses. Aí não há muito a fazer. Apenas mudar de emprego (se for opção) ou juntar mais fontes de rendimento. Também há a possibilidade de renegociar os créditos ou adaptar (ainda mais) as despesas aos rendimentos. Cada um tem de ver se esta sugestão é possível no seu caso.

Esta semana recuperei uma reportagem de Fevereiro onde falei do método das 52 semanas e fui à procura de quem conseguiu (com mais ou menos esforço) atingir o objetivo. Muitos não conseguiram.

Eu não consegui

Confesso que o esforço no final me parece exagerado. Ainda tentei, mas desisti porque não consegui manter aquele ritmo. Prefiro colocar um valor fixo de lado. Faço isso para pagar os seguros e o IMI. Assim, quando chegam as contas tenho lá o dinheiro.

Podem rever a reportagem AQUI:

http://sicnoticias.sapo.pt/programas/contaspoupanca/2016-12-21-Um-ano-a-poupar

Adapte o método à sua situação

Se quiserem ver a reportagem de fevereiro está AQUI bem como os outros métodos inclusivé o do economista que teve a amabilidade de a partilhar no facebook do Contas-poupança na altura.

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2 comentários em “VÍDEO – Chegar ao fim do ano com 1300 €

  1. Alcides Costa Reply

    Eu fiz a experiência durante um ano e a minha opinião sobre o método é o seguinte: Se nos primeiros meses não custa nada, a opinião começa a alterar-se à medida que o número semanal vai subindo, o que implica pôr de lado mais dinheiro a cada semana que passa, o que só com muito sacrifício e teimosia se consegue cumprir até final o “sistema das 52 semanas”. Concluindo, na minha opinião, é preferível optar por um valor uniforme semanalmente, deixando esse valor à escolha de cada um e dentro das suas possibilidades. É mais simples porque não tem de andar a consultar o calendário – se este tiver a indicação da semana – para ver a semana em que estamos, e é menos “doloroso” à medida que vamos avançando semana após semana. Apesar de no final termos a satisfação de vermos a poupança conseguida à nossa frente, a verdade é que o esforço exigido a partir de determinada altura, torna-se complicado de gerir até final do ano, que no meu caso me levou a optar por não o repetir. Agora, optei por um valor semanal sempre igual e torna-se numa rotina simples e sem complicações em saber que semana estamos, nem o crescente esforço a cada semana que passa.

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