Painel solar fotovoltaico – Balanço do mês 10 (Setembro 2017)

Painel solar – Mês 10  (Setembro 2017)

Depois de Agosto ter sido o melhor mês do ano (como era de prever), o mês de Setembro já revelou uma pequena redução na produção mensal de eletricidade. Já vos mostro as contas.

Mas para mim o que me está a surpreender mais é a baixa na eficiência do painel. Com bons dias de sol (parece que o Verão continua) o pico máximo diário de produção em alguns dias não chegou aos 200 W.

Sem ter conhecimentos técnicos, espero que seja simplesmente porque o sol está mais afastado da terra e por isso está menos “potente”. Em todo o caso irei por estes dias ao telhado ver se o painel precisa de uma limpeza ou se é coisa para reclamar na garantia. Mas em termos de funcionamento continua impecável como podem ver no gráfico abaixo.

Verifiquei também que com a rotação da terra após o Verão, já não tenho o problema da sombra da chaminé que tapa o painel a partir das 6 da tarde. Agora durante os próximos meses (até chegar a Primavera) o painel estará sempre “ao sol”.

A produção da minha “central” elétrica

Como podem ver no gráfico abaixo, o painel produziu quase todos os dia 1,5 kWh. Mas progressivamente baixa um pouco todos os dias. Deve ser a tal rotação da terra ao entrarmos no Outono. Será perfeitamente normal, acho eu.

Recordo – para quem chegou agora ao blogue Contas-poupança – que para perceber se compensa ou não investir num Painel solar fotovoltaico comprei um em Dezembro do ano passado. Instalei-o no telhado do meu condomínio (com autorização dos vizinhos). Produz até 250 W de eletricidade para consumir em casa em tempo real, sem baterias.

E quanto produziu em Setembro?

Em Setembro produziu (como podem ver abaixo) 44,556 kWh. Menos que em Agosto. Se tivesse gasto tudo o que o painel produziu (que não foi o caso) teria tido uma poupança de 8,91 € (a cerca de 0,20 €/kWh) na fatura da luz.

Quanto tempo para amortizar o painel solar?

(Repito isto em todos os posts) Como sei que estão sempre a fazer esta crítica, relembro mais uma vez que sei muito bem que não estou a poupar tudo o que o painel solar produz. Como não tenho baterias, tudo o que não consumo instantaneamente é oferecido à rede sem qualquer retorno. Mas faço as contas com este total para que cada um possa usar estes valores para adaptarem ao vosso caso. Eu não sei se gastam ou não o mesmo que eu. Sempre que saio de casa desligo todos os standby, pelo que durante o dia sobra sempre muita energia produzida pelo painel. (Fim da nota)

As contas de Setembro

Dos 11 anos de retorno iniciais (dados de Dezembro 2016) para pagar os 620 euros que investi, desceu para 9,6 anos em Março e para uma média de 8,4 anos em Abril. Em Maio, desceu para os 7,9 anos. E agora, com os dados de Setembro, vou ter o retorno do investimento em 6,8 anos.

Estou a calcular de forma absolutamente especulativa um desperdício de 30% à minha produção. É apenas intuição. Ainda não encontrei maneira de calcular com todo o rigor o que ofereço à rede. Assim sendo, com esse desperdício, o retorno do investimento estaria nos 8,84 anos. Ou seja, cerca de 9 anos, neste momento.

Se quiserem saber mais sobre a instalação e os meses anteriores basta pesquisar  no motor de busca do blogue na página inicial “painel”.

Acompanhem aqui no Blogue e no Facebook esta pequena aventura fotovoltaica. A ideia é ajudar os curiosos a perceber se no vosso caso é um investimento útil ou não e como funciona.

 



23 comentários em “Painel solar fotovoltaico – Balanço do mês 10 (Setembro 2017)

  1. Carlos Campos Reply

    Boas a todos;
    Caro Pedro Andersson,
    A inclinação do seu módulo solar fotovoltaico deverá ser entre os 12° e os 15°, isto pelo que consigo ver pelas fotos que publicou da cobertura do seu prédio. O ideal seria entre os 32° e os 37°, para os 12 meses do ano, e com uma orientação solar a Sul, com um desvio máximo de 22° a poente. Como sabe poderá verificar a inclinação, e a orientação (Sul), com o seu GSM, é só instalar um programa de inclinação e um outro com bússola.
    Quanto à questão de se optar por baterias, mesmo tendo disponibilidade financeira para isso, deverá/devem sempre procurar uma empresa com muitos conhecimentos nestas matérias de dimensionamento vs armazenagem de energia eléctrica com baterias, independentemente da tecnologia da bateria. Informo que o actual panorama de quem optou por investir em armazenar energia com baterias, (maioritariamente com tecnologia AGM, e Electrolito Livre) já com 1 e 2 anos de utilização, está desiludido e sentiu-se enganado. Não porque as baterias nas prestam, mas porque, quer o dimencionamento do gerador fotovoltaico, quer o do banco de baterias, mais o modelo/marca do inversor vs a sua parametrização, são na sua maioria pessimamente dimencionadas em função do perfil de consumo do utilizador/consumidor.
    Além do indicado em cima, a questão do banco das baterias, se não dimencionadas correctamente, (num sistema autónomo, ou com apoio de rede eléctrica, RESP, Gerador combustível, etc.) são sempre o elo mais fraco, motivado por diversos cuidados a ter, ex.: temperatura ambiente constante externa e interna em cada bateria, ajustes correctos de corrente de carga, (IAh) quantidades de ciclos utilizados, nunca superior a 1 ciclo de carga e descarga (só até 50% no máximo do total do banco de baterias) entre 3 a 4 dias, equalização do banco de baterias, no mínimo uma vez de 30 em 30 dias, (o ideal seria de 15 em 15 dias) dependendo sempre do tipo de banco de baterias e da sua utilização, considerada de mais ou menos intensa.
    Bem sei, que todas as empresas que operam nestes sectores de actividade económica, irão afirmar que são especialistas, mas na realidade não o são, em detrimento dos seus concorrentes, (algumas destas empresas consideradas de óptimo renome, mas a quererem fazer o negócio a “qualquer” preço, …) fornecem/vendem soluções à medida da carteira do cliente, e vão atrás dos orçamentos que outras empresas desqualificadas e não só, já apresentaram ao cliente.
    Não quero ser massudo, quer seja com informação técnica, quer seja com a tentativa de deixar nesta excelente iniciativa do Pedro Andersson, o protagonismo a que não tenho o direito de imprimir.
    Para finalizar, não valerá o esforço de ir ao telhado agora, já choveu, (bem sabemos que pouco) e foi o bastante para o limpar minimamente, aguarda-se nos próximos dias aguaceiros, e irá novamente limpa-los melhor.
    ATENÇÃO:
    NUNCA limpar os módulos fotovoltaicos com águas salobras, demasiado férreas, nem com detergentes, mas sim unicamente com água pouco calcária, e de preferência logo cedo, pelo raiar do dia, ou já com o por do Sol, mas NUNCA durante a incidência média e máxima dos raios solares, quer seja de verão ou de inverno, com o céu totalmente limpo.
    Porquê? Porque o vidro do módulo solar pode estalar/rachar ou partir por completo, chama-se a este fenômeno vs incidente destempero do material, porque o vidro/módulo atinge temperaturas entre os 65° e os 90°>.
    Cumprimentos,
    Carlos Campos

  2. Joaquim Reply

    Acha que seria boa opção ter um aquecedor de barras de óleo ligado e a aquecer a casa durante o dia aproveitando a produção de energia do painel poupando assim o consumo da noite visto que a casa já estava aquecida ? (Isto no inverno, claro).
    Obrigado

    • Pedro Andersson
      Pedro Andersson Post authorReply

      Olá. Os aquecedores a óleo são muito pouco eficientes. Desligando o aquecedor o calor perde-se muito rapidamente. Acho que não ia compensar…

  3. Ricardo Castel-Branco Reply

    Boa noite caro Pedro.
    Não sendo o maior especialista, trabalho na área da construção, e como desenvolvemos estruturas para painéis solares, como arquitecto que sou, e muito curioso, antes de deitar mãos à obra estudei bastantes documentos sobre a matéria.
    Um dos factores determinantes da produção de um painel solar é a sua orientação. A orientação ideal é SEMPRE o Sul geográfico… Variações deste ângulo até 10º implicam uma perda de rendimento desprezível (cerca de 3% – 6W/200W).
    A partir desse desvio as perdas começam a aumentar exponencialmente.
    Outro aspecto fundamental é o desenho do tipo de curva de produção anual que se pretende. Para isso é preciso perceber se queremos o painel a produzir de forma mais homogénea, ou por outro lado, se desejamos atingir um pico máximo a uma determinada hora e período do ano. Para este efeito jogamos com o ângulo vertical do painel.
    Em Portugal, a maioria dos instaladores tentam colocar os painéis a 30º com a horizontal… Isto maximiza a produção nos meses de verão, sendo que a produção máxima (teórica – porque depende da nebulosidade) se atinge por alturas de Maio/Junho. Durante os restantes meses de Verão a produção também é bastante boa, porque a nebulosidade é bastante reduzida (em tendência)… e como tal costumam ser bons meses de produção.
    Acontece que para esta orientação, a redução da produção nos meses de inverno é dramática… daí a variação do período de amortização que o seu gráfico lhe vai dando. Pela minha experiência neste momento já poderá ter uma ideia razoável de qual será esse período… Uma vez que instalou o painel no início de Janeiro…bastará ler média até Junho…porque o ciclo de produção anual tem uma curva praticamente simétrica. Verá que a partir de agora a produção reduz-se à mesma velocidade que aumentou desde o início do ano e até Junho.
    Por norma… e tenho essas leituras, quando se pretende um sistema mais contínuo (mas com redução de pico), aumenta-se a inclinação dos painéis, e isso vai “atrasar” a curva de produção… ou seja… tem um pouco menos de produção em pico… mas a produção de Inverno aumenta… claro que ainda com o inconveniente da nebulosidade… mas para quem instalações técnicas que pretende manterem funcionamento o ano inteiro… essa é uma opção muito válida. Dou-lhe um exemplo prático… De todas as instalações que fizemos no país, a que mais produz tem uma orientação desviada do Sul a cerca de 15º para Nascente, e uma vertical de 45º… Muitos dirão que é uma estupidez, mas a verdade é que programámos a estrutura para atingir um pico de produção (teórico) por volta das 11h00 da manhã do dia 22 de Março… e como esta está na Serra da Estrela a 2000m de altitude, de todas, é a que tem a melhor média de produção anual, e com uma flutuação na produção mais atenuada, o que permite alimentar os equipamentos que suporta ao longo de todo o ano.
    No seu caso, já que não tem baterias para a produção, o ideal seria orientar o painel de forma a ter uma produção máxima à hora em que tendencialmente está por casa a gastar electricidade, ou em que, coloca por exemplo motores de rega a funcionar…porque o que produz só lhe compensa se o Pedro efectivamente gastar. Como bem deve entender… não lhe serve de nada ter 200W pico às 13h00 se a essa hora está a trabalhar e não tem nada ligado em casa que lhe consuma essa energia.
    Eu confesso que as baterias são um investimento pesado, mas para que leva a coisa da poupança a sério, pode fazer a diferença… porque na verdade apesar de o investimento aumentar muito, também a poupança aumenta em maior proporção… Mas é claro, tudo depende da bolsa de cada um.
    Na prática, e pelo que sei, com a protecção que existe ao mercado de energia, os maiores beneficiados deste tipo de investimento são as empresas, porque têm acesso a linhas de crédito e a programas de investimento que permitem não só financiar sistemas completos como ainda obter parte das verbas a fundo perdido, e além disso, deduzir uma boa percentagem dos valores investidos em sede de IRC.
    Como é óbvio, além das empresas de uma forma geral, o grande “tubarão” do fotovoltaico é a EDP… que além de lhe vender o painel e o sistema a um preço exorbitante (Mínimo 720€)… ainda vai “colher” os frutos do que lhe vende…e “atiram-lhe” com uma “cenoura” de 5% de desconto no Kw… em vazio… (Ah ah ah ah!).
    Para além desse engodo, uma parte dessa linha de negócio é altamente beneficiada com deduções por serem integradas em programas de “inovação”…
    Sabe qual é o período de retorno de um investimento destes para um particular?… são cerca de 10 anos (9,8 mais precisamente)… isto porque o valor do Watt pico que lhe é oferecido ronda os 3,60€… quando a níveis normais, deveria custar menos de metade já contando com o valor de um inversor minimamente capaz e a própria instalação. Por outro lado, a EDP começa a colher frutos desde o dia 1 em que o cliente paga para colocar o painel em casa a produzir (para os dois – cliente e EDP)… uma vez que quase ninguém consome essa energia na totalidade. Eles até têm a lata de vender um sistema de 2 painéis de 250W por 1300€… o que sem bateria, e por indicação deles, lhe reduz a conta anual em 140€… e é lógico… nem lhes interessa que coloque baterias… senão lá se vai mais um naco do “chupa-chupa”.
    Ainda assim… eu sou um defensor do solar, mesmo que haja alguma perda económica, porque pelo menos ficamos com a “consciência ecológica” mais limpa (pelo menos até se saber em que condições é que se extrai o silício e os custos ambientais do fabrico dos painéis na China) 🙂

  4. Julia Carvalho Reply

    O arco que o sol descreve acima do horizonte é máximo no dia do solesticio de verão, 21 de junho, quando o sol está mais afastado da terra, mas o tempo de incidência é máximo. Depois dessa data o arco vai diminuindo, o sol vai ficando mais próximo, sente-se mais quente na pele, mas o tempo de exposição diminui , porque os dias vão ficando mais pequenos.

    • Filipe Reply

      Tudo o que disse está correcto, mas o facto que faz com que o sol não aqueça tanto como de verão não tem apenas a ver com o tempo de incidência, mas também ( e principalmente) pelo ângulo de incidência do sol na superfície terrestre.

  5. Sara Tomé Reply

    A intensidade da radiação, o ângulo zenital e o número de horas de sol por dia (que tem o seu pico por volta de 21 de Junho) são fatores que influenciam em muito a produção do painel solar. Já a distância ao sol, a variação não é significativa e na realidade, no hemisfério norte até estamos mais próximos do sol no Inverno.

    • Ricardo Castel-Branco Reply

      Ipso facto
      Só falta dizer que o fundamental é saber para que é que se quer o painel, e saber jogar com os vários factores.
      Na prática um painel bem orientado para o Inverno pode produzir muito mais do que painel mal orientado para o verão.

  6. Bruno Matos Reply

    Bom dia, tenho seguido atentamente este blog especialmente em relação aos painéis fotovoltaicos. Eu já fiz algumas instalações próprias no tempo em que não se falava de painéis fotovoltaicos. Tentando ajudar nas suas questões por experiência e formação, os painéis fotovoltaicos só produzem a sua máxima eficiência em condições específicas algumas só em laboratório, no entanto, factores como o calor, inclinação do sol ou um inversor que não seja mppt ou de baixa eficiência, nao lhe permite extrair a energia máxima e do painel. Os tracker solares permitem um aumento de eficiência cerca de 30% no entanto julgo que não seja esse o seu problema. Uma última nota o seu aproveitamento deve ser no máximo de 30% sendo os outros 60% dados à rede, se não está em casa durante o dia, e se desliga os standby, router, box os consumos que possui serão relacionados com firogrificos arcas congeladoras, que dependendo da eficiência são consumos baixos e não constantes. Existem uns módulos da efergy engage que permitem monotorizar em simultâneo a energia produzida e consumida. Uma dica é caso possuísse um cilindro de aquecimento de água seria desviar a energia produzida para aquecer água enquanto não a consumia em outros equipamentos da sua habitação, desta forma não envia para a rede e diminui o consumo energético como o gás. Espero ter contribuído com alguma informação relevante pois acredito que as energias renováveis bem aplicadas e geridas serão o futuro. Obrigado

  7. Pedro Carvalho Reply

    Caríssimos sobre a produção, nenhum painel produz o que refere, a potencia nominal é de 250w, mas em media produzem entre 190w a 225w os painéis policristalinos, os monocristalinos são um pouco mais eficientes, mas a diferença preço pode não compensar.
    temos de fazer contas sempre que o painel vai produzir em media, durante a vida util, 80% da potencia nominal, vida útil em 20 a 25 anos.

    Sobre os raios UV neste momento estão mais baixos, logo a produção é menor podem consultar no http://www.ipma.pt

  8. Nuno Marques Reply

    Boa noite tenho seguido o blogue sempre que posso, sou técnico de painéis solares para aquecimento de águas, como gosto de energias renováveis e vi o blogue achei interessante seguir o mesmo . Não sei qual o grau de inclinação é que o painel está. Nos paineis para águas nós utilizamos uma inclinação de +- de 45 graus para maximizar o rendimento de inverno, fazendo uma tentativa de os raios solares atingir o painel a 90 graus, perpendicular a inclinação do painel.

  9. Celso Reply

    Sr pedro, obrigado por partilhar a sua experiencia, experiência essa que nos permite “abrir os olhos”.
    So apenas uma questão:
    Segundo li, comprou o seu painel na Boa Energia, a minha duvida é, se o tem desde Dezembro, tenho a noção de que o preço do kit andava perto dos 400€, pois já há algum tempo que ando a pensar em comprar um também. Como pagou 600 e tal pelo seu? Ja agora, as medições e custos são feitos pelo kit EOT? Como está a ser a experiência com ele?

    Relativamente à eficiencia do painel, já pensou em adaptar um regulador de altura para ajustar o ângulo dele? Como o sol fica mais baixo no inverno, poderia ser melhor solução para aumentar a eficiência dele, e não é nada dificil de fazer.
    Cumprimentos e obrigado pela sua ajuda! Graças a si, estou mais “atento”!

  10. José Antonio Reply

    Gostava de saber se justifica a compra de baterias para armazenar e usar por exemplo á noite. Obrigado!

  11. Fernando Pires Reply

    O painel com orientação e inclinação optimizada permite tirar maior rendimento do painel. Para ter perto do 100% de rendimento teria que usar um sistema de seguimento solar…

  12. A.Silva Reply

    A limpeza do painel também é importante, então se têm pinheiros perto, após uma semana nem imaginam a sujidade que acumula no painel. Ajustar a inclinação também ajuda um bocadinho, de inverno coloco o valor da latitude +5º , no meu caso 45º, de verão deixo a 30º

  13. Mário Arenga Reply

    E porque não aliar ao painel solar a uma produção (mina) de bitcoins?
    Embora não seja grande conhecedor do tempo, faço esta sugestão na esperança possa abordá-lo futuramente. Mas visto que tem 30% de desperdício, poderia ser uma forma de maximizar o investimento, fazer com que o retorno seja mais rápido, e não ter tanto desperdício.

  14. Filipe Reply

    O sol não está mais longe, mas sim mais próximo da terra durante o nosso inverno (daí o verão do hemisfério Sul ser mais quente), o que diminui a capacidade de produção é o ângulo de incidência do sol no painel, que deverá ter aumentado (quanto mais deitado o sol roda, menor energia).

  15. A. Sousa Reply

    Sim, o Sol está mais “baixo”. Mas depende da inclinação do telhado. A “olho” parece que será a razão. Tentei ver nos artigos anteriores se estaria a inclinação do telhado, mas não encontrei. Sabe qual é?

  16. Miguel Silva Reply

    O grau de incidência do sol e mais baixo pelo que a produção e mais reduzida.

  17. Abilio Fernandes Reply

    Bom dia. Eu também tenho notado uma baixa de eficiência nos meus painéis (tenho uma potência 2000 w) e tenho notado que agora está a produzir menos mas penso que tem a ver com o sol

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